quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Meme - 10 Casais da Ficção

Ainda não tive tempo de preparar a resenha que gostaria de postar hoje, então aproveitei que me indicaram para esse meme, que eu adorei, para não deixar o blog parado. Eu, por sinal, adoro esse. ;)

REGRAS:
- Linkar quem te passou: Pam
- Colocar a Imagem
- Fazer uma lista de seus 10 casais preferidos da ficção (tanto de livros, séries, animes, etc...)


Os três primeiros casais estão mesmo na ordem de preferência. Os demais podem ser vistos em qualquer ordem.



1 - Rose e Dimitri (Academia de Vampiros): Lindos, maravilhosos, perfeitos juntos. O sotaque russo e o jeito de homem sério e responsável é uma mistura incrível. Ouvi dizerem que o Dimitri se torna meio idiota nos dois últimos livros da série, mas não acredito muito nisso. ;x
 




2 - Roni e Hermione: Bom, acredito que nem precise explicações.





3 - Mia Thermópolis e Michael Moscovitz (O Diário da Princesa): É óbvio que não estou falando do casal do filme, que não tem nada a ver com o dos livros. O Michael dos livros é muito mais bonito, parceiro, romântico e cheiroso. ;D Quem leu deve imaginar o cheirinho de pós-barba no pescoço dele.
 

  
4 - Landon e Jamie (Um amor para recordar): Eu ainda não conheço o casal do livro, por isso não posso opinar. Mas amo demais o casal do filme. Acho que assisti umas 20 vezes, pelo menos, e acho a trilha sonora maravilhosa, principalmente as músicas do Switchfoot.


5 - Zoey e Heath (House of Night): De todos os namoradinhos da Zoey, acho que quem mais a amava de verdade era o Heath. Ele é lindo, carinhoso, preocupado, e não se importa em enfrentar o que quer que seja para ficar do lado dela. Ele amadureceu demais, muito rápido, e nunca deixou de soltar uma piadinha esperta ou dar aquele sorriso brincalhão.


6 - Holly e Garry (P.s. eu te amo): Eles foram feitos um para o outro, mas a morte os separou cedo. É incrível, entretanto, como Garry continua contribuindo com Holly, ensinando-a a viver e sobreviver. O filme é lindo, com os cenários incríveis, mas o livro não tem comparações.



 7 - Sam e Austin (A Nova Cinderela): O filme é bem adolescente e até meio tolinho, mas já faz um bom tempo que assisti e me encantei com o casal. Mesmo sem se conhecerem, começam a se apaixonar, e tem toda uma história de conto de fadas envolvida. Muito fofo.


8 - Rudy e Liesel (A menina que roubava livros): Um amor tão inocente, que mal sabiam que estavam amando. E Rudy pedindo um beijo a Liesel, um beijo que ela não deu enquanto podia, é capaz de fazer emocionar qualquer pessoa.

 9 - Suzanna e Jesse (A mediadora): Não é porque é um fantasma que Jesse não é perfeito. E ele é tão fofo, tão cavalheiro... ^^ Arranca suspiros!

10 - A Bela e a Fera: Ah, esse é um casal pelo qual me apaixonei ainda criança. Não tem explicação!



Ufa! Não sabia que dava tanto trabalho escolher 10 casais. E ainda tenho a impressão que esqueci de algum importante. Mas, espero que vocês gostem. E deixo em aberto para quem quiser fazer.

Beijos

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Essa Semana... #10




Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui!



        
Leitura do momento:
- O Símbolo Perdido, de Dan Brown;

Li essa semana:
- Amrik, de Ana Miranda;

Resenhei essa semana:

Super Posts:
Promoção de Perseguição Digital;

Última Compra:
Comprei dois romaces de banca, que eu estou super a fim de ler ainda. :D Nem deu remorso, de tão baratinhos que eram;

Desejo Comprar Urgentemente:
De tantos urgentes, eu queria os dessa listinha AQUI. Se alguém quiser me dar um presentinho ^^

Conversa imaginária com personagem fictício:
"hmmm", é só o que consigo pensar lendo as aventuras de Robert Langdon.

Eu falaria para o autor: 
"Qual será teu problema, hein? Consegues criar cada louco!", com Dan Brown.

Estado de Espirito Literário:
Tranquila, ainda.

Literary Crush (paixão literária do momento):
Todas! Relembrei todas elas no final de semana :D

Im in mood for... (gênero literário do momento):
Romance de banca! hihihi Vou resolver este problema ;x

Hey Mr, Postman (ultima coisinha que chegou do correio):
Desta vez, nada. Só mesmo os romances que eu comprei:
- Entre dois amores - Ann Major;
- Doce Traição - Alexandra Sellers;
 
Super Quote:
Não achei nenhum super essa semana ainda.

Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):
Passei longe da TV e do computador praticamente todo o final de semana, então estou sem novidades.

Beijos!




sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amrik - Ana Miranda

Amrik - América para os Libaneses - é narrado por Amina, que conta as dificuldades que teve, como imigrante, ao chegar no Brasil ao final do século XIX.

"Eu pensava que o Brasil era um lugar de abismos e depósito de imigrantes cachorros mortos que não conseguiam entrar na outra América, Brasil era um lugar de fracos, mercadores persas chineses tomadores de ópio negros africanos com cigarros saindo fumaça na orelha, insetos e charcos e enchentes e uma cruz no céu para mim queria dizer morte, crucificação de Jesus e o nosso sofrimento ia ser  ali debaixo da cruz como Jesus sofreu na cruz, no Brasil havia padre demais e religião cada uma tão tola que nem brigavam por elas, pobreza, gente deitada nas ruas,  jumentos zurrando na sombra das árvores [...]"

A história começa no Jardim da Luz, em São Paulo, quando Naim, tio da dançarina Amina, pergunta se ela aceita se casar com o mascate Abraão. E essa pergunta a faz se lembrar de toda a sua vida, desde a infância na aldeia do Líbano, com seu pai e seus irmãos, sua avó Farida que tanto amor lhe deu e que foi como uma mãe, já que a sua fugiu quando ainda era menina.

Amina se lembra de como o pai não gostava dela, a única filha mulher, pois para ele mulheres só existiam para fazer os homens sofrerem. Lembra-se de quando tio Naim pediu para que algum dos filhos fosse para a América com ele, e o pai a mandou embarcar no navio, deixando tudo o que conhecia para trás. E é entre todas essas, e também outras lembranças, que Amina vai nos contando sua história.

Achei a linguagem utilizada no livro bastante difícil, já que a autora tenta passar a idéia de que aquilo que está escrito é o que se passa na cabeça de Amina, seus pensamentos, e isso resulta em um texto desconexo, sem pontuação e que mistura diversas idéias em uma mesma "frase", além dos vários vocábulos árabes e expressões como "halalakala" inseridos entre palavras em português. O quote que coloquei acima já mostra um pouco como o texto está estruturado. É claro que essa "bagunça" foi elaborada para desempenhar uma determinada função, e observei que esta se assemelha à do livro Macunaíma (quem já leu ou tentou ler entenderá bem o que quero dizer), exceto pelo lado fantástico exorbitante deste último. Coloquei a palavra "frase" entre aspas porque cada capítulo é constituído de apenas um bloco, sem separações entre frases. O que facilita, neste caso, é que cada página representa um capítulo.

Assim que me acostumei com a forma escrita da obra, a leitura se tornou bem agradável, pois foi possível observar um pouco mais sobre a organização social do Brasil com a chegada dos imigrantes, o legado e a cultura de outros imigrantes que não alemães e italianos. Outro detalhe interessante, é que, até ler o livro, acreditava que os turcos e libaneses eram islamitas, mas me enganei terrivelmente. É claro que existem turcos e libaneses islamitas, mas há também cristãos, e Amina era cristã.

Durante a passagem do tempo, na história, percebe-se a mudança no perfil de Amina, de menina para mulher, a malícia que passa a assomá-la, as paixões que tomam seu coração, a alteração de seus objetos de desejo e suas tristezas. E, o que mais gostei, foi da inteligência ignorante de Amina, a criatividade que ela possuía, e as piadinhas de turco que me divertiram muito.

Não recomendaria essa leitura para quem quer apenas lazer, pois é um texto sem grandes atrativos e que pode se tornar cansativo para aqueles que não estão preparados para uma história mais monótona. Mas para aqueles que querem conhecer um pouco mais das histórias que complementam nosso país, com certeza vale a pena.




quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Novidades #8

Olá todo mundo!

Estou bem corridinha ultimamente, então vou mostrar só alguns dos livros que vi nessas últimas semanas e que me chamaram muito a atenção. Vários para minha lista de desejados ;~ Para deixar vocês com vontade também!

Quem quiser ler o primeiro capítulo, é só clicar na capa:










Parecem ser bons demais. E os que eu não achei os primeiros capítulos, colocarei as sinopses:


Todos os dias, Rosie Mitchel sente muita saudade do falecido marido, Martin, mas dar a seus filhos adultos tudo o que eles querem lhe trará a felicidade que perdeu? Será tarde demais para Rosie iniciar uma vida nova e encontrar um novo propósito?Recém-casada, Dara Campbell, advogada bem-sucedida de trinta e poucos anos, tem tudo, mas está cega devido a suas lembranças. Dara não consegue ver que sua fantasia está acabando com um casamento feliz. Quando confrontada por um golpe do passado, ela terá algumas decisões difíceis a tomar.Louise Patterson tem apenas 24 anos, mas teve um início de vida complicado e agora está determinada a viver o momento. Porém, será que seu ímpeto de parecer uma garota desinibida diante das dívidas crescentes virá a tornar-se sua ruína? E seus novos amigos são mesmo o que parecem ser?Será que essas três mulheres podem aprender a olhar para a frente e aceitar as coisas boas que já existem em suas vidas? Enquanto o trem se dirige para Dublin, elas mal sabem que o destino tem algo reservado para elas.




 
Este é um livro de estreia vibrante, profundamente romântico e imperdível. Lennie Walker, de dezessete anos de idade, gasta seu tempo de forma segura e feliz às sombras de sua irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre abruptamente, Lennie é catapultada para o centro do palco de sua própria vida - e, apesar de sua inexistente história com os meninos, inesperadamente se encontra lutando para equilibrar dois. Toby era o namorado de Bailey, cujos sentimentos de tristeza Lennie também sente. Joe é o garoto novo da cidade, com um sorriso quase mágico. Um garoto a tira da tristeza, o outro se consola com ela. Mas os dois não podem colidir sem que o mundo de Lennie exploda...

O Céu Está em Todo Lugar - "Eu deveria estar de luto, não me apaixonando..." - Jandy Nelson







  

Esses são só alguns. Mas e vocês, o que querem ler?

Beijos!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Essa Semana... #9





Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui!



        
Leitura do momento:
- Amrik, de Ana Miranda;
Tive que deixar Spirit Bound de lado por um tempinho :(

Li essa semana:
- Perseguição Digital, de Loraine Pivatto;

Resenhei essa semana:
- A Terra das Sombras, de Meg Cabot;
- Perseguição Digital, de Loraine Pivatto;

Super Posts:
A resenha de A Terra das Sombras;

Última Compra:
haha, estou me superando: Nada.
Desejo Comprar Urgentemente:
Hmm.. Tem tantos ;~ [2]

Conversa imaginária com personagem fictício:
"Poderias, ao menos, ter um pensamento linear. Isso ajudaria bastante!", com Amina, de Amrik.

Eu falaria para o autor: 
"Se eu escrevesse um livro desses, não me deixariam publicar nunca", com Ana Miranda.

Estado de Espirito Literário:
Qualquer um.

Literary Crush (paixão literária do momento):
Sem paixões. Dá um alívio no coração ;)

Im in mood for... (gênero literário do momento):
Romance de banca! Saudades de ler isso ;x

Hey Mr, Postman (ultima coisinha que chegou do correio):
- DVD's que eu ganhei em uma promoção do blog Bookaholic World, que vieram com marcadores e bottons (não deu de tirar fotos) ;
- O Símbolo Perdido, de Dan Brown, do Livro Viajante;
Super Quote:
Nenhum especial ;~

Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):
 Música: Her Morning Elegance, de Oren Lavie. Eu adoro esse clipe!




Beijos!! 





domingo, 21 de agosto de 2011

Promoção Perseguição Digital



Gostaram da resenha de Perseguição Digital? Eu adorei o livro, e mais alguém poderá se encantar com ele. A Loraine Pivatto, parceira do blog, cedeu um exemplar autografado do livro para sorteio!

Quer participar?

É só seguir as regrinhas:

1 - Ser seguidor público do blog; Não precisa ter blog, se você tiver contas no yahoo/gmail/orkut/twitter é possível seguir com essas contas. Clique em PARTICIPAR DESTE SITE ao lado;
2 - Informar sua participação na promoção com qualquer comentário nesse post;

3 - Ser residente do Brasil;
4 - Preencher corretamente o formulário abaixo:




E quem quiser ter mais chances pode preencher o formulário novamente (dados serão conferidos):

a) Comentar a resenha do livro, clicando AQUI (Preencha +3x se comentou ANTES, ou 1x se comentou APÓS o início da promoção); 
b) Comentar em outros posts publicados após a promoção (Preencha +1x a cada comentário);
c) Participar do Grupo "Conjunto da Obra" no Skoob (Preencha +2x); 
d) Divulgar a promoção no seu Blog. (Preencha + 3x); 
e) Divulgar em redes sociais como Twitter, Facebook e skoob e afins (Preencha 1x a cada divulgação);

f) Seguir no twitter @ConjuntodaObra (Preencha +2x); 


- Para divulgação no twitter e facebook, deverá nos seguir, e twittar/escrever em seu mural: 

#promo Quero enfrentar essa PERSEGUIÇÃO DIGITAL com o @ConjuntodaObra. Participe até 16/09 - http://migre.me/5x1Gx

P.s.: Só valerá divulgação três vezes ao dia para twitter e facebook. É importante que o formulário seja preenchido com o link específico da divulgação no twitter. Exemplo: basta clicar na hora que aparece em baixo do twitter/facebook (a 1 minute ago, por exemplo). Isso mostrará o status da mensagem, que você realmente divulgou a promoção. Links que não sejam diretos para a divulgação serão desconsiderados.

Boa sorte a todos! Participem!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Perseguição Digital - Loraine Pivatto

"Joana lembrava de todos os detalhes e palavras ditas naquela noite. Lembrava de todas as vírgulas, olhares e suspiros.
'Joana, tente aceitar. O nosso amor acabou. Não há mais sintonia entre nós. Eu não me sinto feliz, preciso de uma nova vida, conhecer outras pessoas, sinto-me sufocado ao seu lado.'
Como posso aceitar isso? Como acabou? Para mim nada acabou. Tudo continua no mesmo lugar de sempre, meu sentimento por ele é o mesmo, ou melhor, é a cada dia maior, é tão grande que quase nem cabe dentro de mim. Como ele pôde falar do nosso amor assim, com tanto descaso, como se fosse um sapato velho que você usa até furar a sola e depois joga no lixo, vai na loja e compra outro?" (Pág. 15)


Fazia três meses que Joana viu Fernando sair pela porta de casa. Ele a havia abandonado sem o menor remorso, sem nenhuma satisfação. E, para ela, aquilo não fazia nenhum sentido, já que até então tudo parecia tão bem entre eles... E o tempo não parecia estar curando tudo, como dizem.
Quem nunca sofreu por amor? Há uma fórmula para superar isso? E se você não quiser exatamente superar? 
Joana encontrou sua fórmula. Por meios nem tão lícitos ou éticos, ela encontrou uma forma de estar perto de seu amor. Seria mesmo tão errado olhar - e apagar - recados da caixa postal? Ler o e-mail de Fernando e, às vezes - por que não? - responder por ele? Ela só queria entender por que ele estava agindo daquela forma, por que não dizia ao menos o que aconteceu para mudar tanto.
A perseguição silenciosa não era, entretanto, tão benéfica para Joana. Saber cada detalhe do dia-a-dia do homem que amava, inclusive aqueles que mulher nenhuma gostaria de saber, a fazia sofrer cada vez mais. Mas era impossível deixar de perceber o amor e o desejo no olhar de Fernando cada vez que se encontravam. E, entre tudo, isso era o que mais a deixava confusa.


Desde que li a sinopse do livro, me encantei pela história. Era realmente uma trama bem diferente de tudo que eu já tinha lido, e minha curiosidade ficou aguçadíssima. Mesmo assim, fiquei muito surpresa - de forma positiva, claro - quando me vi completamente absorvida e presa pelo livro. Não significa que tenha me identificado pelos personagens, mas os compreendi, e isso foi mais que o suficiente.

No início do livro, Joana se sente vazia. Mesmo após três meses sozinha, não é menor a falta que sente de Fernando. Cada respiração sem ele parece um tormento sem fim, e isso vai fazendo com que ela perca qualquer noção de realidade. Eu a definiria, neste momento, como surtada, o que percebi logo na primeira cena. E toda essa tristeza acabou com qualquer resquício que poderia ter de amor próprio. Joana implorava por Fernando a cada encontro, e só não digo que se humilhava pois ele acabava correspondendo.

Mesmo com suas atitudes singulares, foi impossível não imergir na montanha russa emocional de Joana. Chorei e ri com ela, amei e odiei. Não concordava com o fato de ela correr tanto atrás do Fernando, ou ainda de não se importar com os erros que ele cometeu, querendo apenas tê-lo ao seu lado. Sentia que ela estava se anulando, independente das razões que tinha para achar que ele ainda a amava. Percebi como é tênue a linha entre determinação e obsessão, e a personagem ora estava de um lado, ora de outro.

Eu odiei e amei Fernando. Não há como explicar isso, mas é mais ou menos como amar alguém que nos faz sofrer. Gostei muito também do fato de ter sido abordado o tema adoção, principalmente quando se refere a crianças mais crescidas.

A linguagem utilizada por Loraine não tem nada de sofisticada e é, por vezes, até mesmo coloquial, o que não reduziu em nada a riqueza do texto. Apesar de ter lido algumas críticas nas resenhas do skoob, eu gostei muito do fato de a autora intercalar as narrações em primeira e terceira pessoa. Essa ferramenta nos permite visualizar o que todos os personagens pensam de suas vivências, mesmo que a narrativa tenha Joana como foco principal. Outro ponto que me agradou foram os títulos dos capítulos, que brincam com os ditados populares os inserindo em perspectivas da informática.

É uma história bela, que vale muito a leitura. Só tenho a agradecer à Loraine que me disponibilizou seu livro. Fiquei encantada com o trabalho da autora, desejo mais e mais sucesso daqui para frente.


Beijos.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Novidades #7

Gente, hoje não tenho muitas novidades, mas são bem legais.



1ª) A primeira delas, é de um desenho de uma foto minha e da Fer. Olhem só:



Eu achei tão legal! Sei que ninguém sabe como eu sou, mas ficou realmente parecido. Eu sou a da direita, tá? Se alguém quiser conhecer o trabalho do Rafa, que foi quem desenhou, é só visitar http://rafaelraffer.com/



2ª) A Valentine Cirano, parceira aqui do Conjunto da Obra, está realizando uma promoção muito interessante. Ela quer escrever a história que você quer ler! Como assim?


A Valentine está buscando o tema ideal para seu próximo romance, um tema que os leitores queiram ler. Quem quiser participar, é só visitar o blog da autora e ler as regras. O autor da melhor idéia ganhará um dos livros da Valentine autografado à sua escolha e ainda terá seu nome usado pelo personagem principal da história! A promoção é válida até o dia 30 de setembro.





Mil beijos!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A Terra das Sombras - Meg Cabot

"Ele me olhou fixamente com seus olhos negros e úmidos. E perguntou, com uma voz rouca por falta de uso:
- Que quer dizer... bateu as botas?
Não pude deixar de revirar os olhos de impaciência. E traduzi:
- Esticou as canelas. Dobrou o Cabo da Boa Esperança. Foi desta para melhor.
Quando vi por sua expressão de perplexidade que ele continuava sem entender, finalmente eu disse, algo exasperada:
- Morreu.
- Ah - fez ele - Morri."


Claro que eu sempre adorei tudo que li da Meg Cabot. Mesmo assim, não estava preparada para gostar tanto do primeiro livro da série A Mediadora, publicado pela editora Galera Record. A Terra das Sombras é uma mistura de tudo aquilo que gosto: leveza, mistério, romance, aventura.

Suzannah até parece uma garota normal. Mas o fato de ela estar sempre  falando sozinha, arrumando confusões e causando estragos por onde passa comprova que isso não é bem verdade. O maior problema nisso é que ela normalmente não tem culpa. Mas quem acreditaria? Essas são as consequências para quem vê e fala com fantasmas.

Suze, como é normalmente chamada, já se acostumou a ser a esquisita do colégio, e não espera muito mais que isso ao se mudar com sua mãe, que se casou há pouco tempo, para a Califórnia. Com o dom que recebeu, de ajudar os mortos a encontrarem o caminho para o outro mundo, Suze é uma Mediadora. Mesmo assim, ela não esperava encontrar um fantasma tão charmoso em seu novo quarto e, principalmente, ter de lidar com uma namorada ciumenta que se suicidou por ter sido abandonada pelo garoto que amava, e que agora pretende levá-lo para junto dela.

Dessa vez, ela não precisa enfrentar tudo isso sozinha. Agora ela sabe que existe outros como ela. Padre Dom, diretor do colégio onde foi matriculada, é um deles, utilizando, contudo, metódos bem diferentes.

E pela primeira vez, por incrível que pareça, o dom de Suzannah a faz se tornar popular no colégio logo no primeiro dia de aula. Pela primeira vez, também, ela se sente parte de alguma coisa. Isso, entretanto, não representa menos problemas e desafios.

A história do livro talvez nem seja tão inovadora assim, mas a escrita simples e fácil da Meg, junto com o fluxo de informações perfeito que ela cria para dar ritmo ao texto, torna o livro impossível de largar. Isso, sem contar com os personagens, que são carismáticos ao extremo, apaixonantes, divertidos, ricos. Encantei-me com cada um deles, inclusive com a louca da Heather, com o fofo do David, com a Cee Cee e o Adam. Padro Dom é o tipo de pessoa que eu adoraria conhecer, com sua paciência infinita.

E o Jesse. Ah, o Jesse. Jesse é aquele típico cavalheiro que toda a mulher sonha encontrar. Sabe se impor, não é um homem fraco, mas sabe os limites que tem, e tem respeito. E eu nunca pensei que algumas palavras em espanhol pudessem fazer um personagem tão charmoso. Suspirava cada vez que ele chamava Suze de "mi hermosa". Talvez só tivesse um detalhe não tão bom sobre ele...

Em relação à história, não se pode falar muito mais, pois qualquer detalhe que eu adicione pode ser spoiler. Só posso dizer que a trama foi muito bem montada e faz todo o sentido no contexto criado por Meg. A história teve um desfecho nesse livro, mas deixou no ar a probabilidade de problemas que podem ressurgir.

A edição que tenho é da Saraiva vira-vira, que eu recomendo muito. São raríssimos os erros, o preço é menor, além de ser bem levinho para carregar na bolsa.

Abraços ;)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Essa Semana... #8





Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui!


        
Leitura do momento:
- Perseguição Digital, Loraine Pivatto;
- Spirit Bound, Richelle Mead;

Li essa semana:
- Chama Imortal, Valentine Cirano;
- A terra das Sombras - série A Mediadora, de Meg Cabot;

Resenhei essa semana:
- Chama Imortal, da Valentine Cirano;

Super Posts:
A resenha de Chama Imortal;

Última Compra:
Não comprei mais nada de livros, estou conseguindo diminuir minha pilha, por enquanto.

Desejo Comprar Urgentemente:
Hmm.. Tem tantos ;~

Conversa imaginária com personagem fictício:
"Ah (suspiros)! És tão hermoso", com Jesse, de A terra das sombras.

Eu falaria para o autor: 
Nada, dessa vez.

Estado de Espirito Literário:
Sem tempo ;\

Literary Crush (paixão literária do momento):
Jesse, Jesse! .õ/ Lindo demais ;D

Im in mood for... (gênero literário do momento):
Romance. Faz tempo que não leio um. Mas é engraçado como eu nunca leio o gênero para o qual eu mais estou inspirada.

Hey Mr, Postman (ultima coisinha que chegou do correio):
Várias coisinhas!
- O Pacto Secreto - cortesia da Eliane Quintella;
- Marcador lindo artesanal que ganhei no blog Leitoras Anônimas:


- Marcadores e livretos que ganhei em sorteio do Viagem Literária:



Super Quote:
Nenhum especial ;~

Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):


Fiquei ainda mais curiosa para assistir e ler A Fera!

Beijos

sábado, 13 de agosto de 2011

Conjuntando #2: Até que ponto aprender?



Dias desse, assistindo a uma aula de Literatura, ouvia a professora filosofar sobre estudos para o vestibular. Ela dizia que não devíamos estudar apenas aquilo que tínhamos mais dificuldade, pois, se estudássemos o que entendemos mais facilmente, garantiríamos aqueles pontos, que valem tanto quanto os de física ou matemática. E então ela comentou que ela, particulamente, nunca havia entendido matemática na escola; só foi compreender mais da matéria quando fez uma pós graduação na área, com uma ressalva: o uso da calculadora. Nesse ponto, ela questionou um detalhe que, para mim, foi profundo.

"Por que nos ensinam log na escola? Por acaso usamos isso no dia-a-dia. Não, né? E mesmo que usássemos, é mesmo necessário saber essas contas, quando existe calculadora?"

E isso foi o suficiente para me fazer devanear. Realmente, seria muito mais fácil fazer vestibular usando calculadora. Quando eu precisar fazer alguma conta, no exercício da minha profissão, eu poderei utilizá-la. Essa ferramenta está cada vez mais acessível, em celulares, smartphones, computadores. Fiquei refletindo, e repeti a pergunta da professora para mim mesma: é realmente necessário aprendermos essas coisas?

E minha conclusão foi que sim, é mesmo necessário. Por quê? Simples: Porque nós precisamos pensar. Precisamos conhecer de onde vem as coisas, os resultados que obtemos, e não apenas obtê-los. Porque a calculadora é um meio, e não um fim.

Se não houvesse mais necessidade de fazer a matemática no "braço", por que fazer o português, então? Ainda mais com a quantidade tão grande de equipamentos informatizados, também muito acessíveis, que nos permitem escrever sem usar caneta e papel. É claro que hoje muitos não aprendem a ortografia, em virtude dos corretores disponíveis nos programas de edição de texto, mas, mesmo assim, todos sabem colocar palavras no papel.

Imaginei uma realidade como em Feios, de Scott Westerfeld, no qual o fato de saber escrever com caneta e papel, como a Shay fez, chocasse os outros. Isso parece longe, não é mesmo? Eu também acreditava nisso. Mas eis que, dois dias depois da citada aula, me deparo com uma matéria na revista Veja, de 27 de julho, que mudou essas minhas crenças. A matéria, entitulada "A mão ativa o cérebro", alega que uma decisão tomada nos EUA, uma semana antes da publicação da revista, vem mudar esses conceitos.

"Em ato inédito, o governo do estado de Indiana desobrigou as escolas de ensinar a escrita cursiva (aquela em que as letras são emendadas umas nas outras) e recomendou que elas passassem a dedicar-se mais à digitação em teclados de computador - decisão que deve ser acompanhada por outros quarenta estados seguidores do mesmo currículo."

Até aí, eu não sabia exatamente o que pensar. É claro que eu prezo pela forma clássica de escrita. Talvez seja até um pouco antiquada. Mas eu penso que, muitas vezes, um bilhete deixado escrito à mão, com uma caligrafia caprichada, tem muito valor, mesmo quando o maior dito está nas entrelinhas. Qual seria a graça de receber uma carta digitada (ou um e-mail) nos momentos de nossas vidas que precisamos daquele contato? Eu fiquei apreensiva, mas achava mesmo que estava sendo um pouco quadrada.

Até que cheguei ao ponto central da referida matéria. Ela diz que, por observação de crianças, verificou-se claramente que a escrita de próprio punho provoca uma atividade significativamente mais intensa na região do cérebro dedicada ao processamento das informações armazenadas na memória. Isso sim me deixou triste. É claro que espero que essa mudança demore muito para acontecer, se for realmente inevitável. Séculos, se possível. O que não acredito que demore tanto, em razão da velocidade com que as coisas acontecem atualmente.

Só fico pensando em quantas coisas bonitas da história do mundo e das nossas próprias vidas estão registradas à mão: carta de amores, amantes e amigos, letras de canções, livros e diários. Não são apenas palavras: são momentos, sentimentos, a história. E eu preferiria que continuasse assim. Preferiria, que fossem adicionados mais e mais conhecimentos a serem passados no ensino escolar, e não reduzidos ou substituídos. Queria que se permitisse formar mais cidadãos pensantes e menos zumbis do sistema. Impossível saber, não é mesmo?


Um grande abraço. 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Conjunto de Ganhadores #1

Olá queridos!
Estou dando uma passadinha hoje só para mostrar para vocês a foto da ganhadora da promoção A hospedeira aqui no blog.




A Jacimara Pereira, lá de Cariacica, no Espírito Santo, recebeu o livro essa semana ;) Parabéns de novo Mara. Espero que aprecie a leitura.


Um beijo!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Chama Imortal - Valentine Cirano

Em 2223 a.C., um velho homem, com alma de guerreiro, resolveu procurar entre o povo as melhores crianças, as quais treinaria para serem grandes guerreiros a defender sua terra. Escolhidas oito entre todas, foram levadas para o deserto e criadas como filhos de Habis.

Lohanna, a única garota entre os guerreiros, se apaixonou cedo por Nivar, o mais nobre dentre estes. Nivar, que logo viu-se retribuindo ao amor da garota, pediu-a em casamento, permitindo a ambos viver uma felicidade inimaginável.

Essa felicidade, entretando, não durou muito tempo. Lohanna, após descobrir a possibilidade de tornar-se imortal, não sentia-se mais satisfeita com o que tinha; acreditava não estar pronta para a morte, e que a imortalidade valeria se tivesse Nivar sempre ao seu lado.

Marido e mulher partiram juntos em busca dessa dádiva, e a alcançaram. Havia, contudo, um preço: se permanecessem juntos, morreriam, ficando condenados a vagar pelo mundo, vendo todos aqueles que gostavam partirem, sem que pudessem viver seu amor.

A história criada por Valentine Cirano é bastante interessante, e a forma como ela inseriu os personagens nas passagens dos séculos, com os detalhes de cada fase histórica, foi muito bem montado. A capa do livro é linda, mesmo sem orelhas, e os capítulos são pequenos, o que ajuda no momento da leitura. A divisão dos capítulos possui a mesma imagem da capa, em preto e branco, o que deu um toque todo especial.

Há, entretanto, alguns aspectos que poderiam ter sido melhor elaborados, e trariam maior atratividade à obra. Uma característica marcante, durante todo o livro, é a utilização de mesmas palavras e expressões repetidas vezes durante a história, o que nem sempre é agradável, mas que substituídas por sinônimos ou frases similares poderiam inclusive enriquecer o texto. Durante a trama, também senti que algumas passagens foram narradas de forma superficial, com pouca descrição; para isso, acredito que poderiam existir mais cenas contando sobre como aconteceu o amor de Lohanna e Nivar, cenas da intimidade dos dois, para que pudéssemos nos identificar mais com o casal.

Em relação aos personagens, Nivar era virtuoso até demais, pois mesmo amando Lohanna como amava, aceitou ser abandonado tantas vezes sem que isso mudasse o que sentia pela mulher. Lohanna, entretanto, conseguiu rigozijar-se com a imortalidade mesmo sabendo que não poderia ficar ao lado de seu marido, e aceitou com muita sobriedade o castigo que recebeu, principalmente sendo culpa sua. A personagem também me deixou irritada com o passar do tempo, pois mesmo depois de séculos de solidão, via por única opção continuar vivendo daquela forma vazia.

Mas são exatamente esses detalhes que me levaram a avaliar as concepções não explícitas na obra de Valentine. Até que ponto somos egoístas, ao trocarmos a felicidade por coisas vazias e fúteis? A imortalidade, vista como "normal" ou até como um "felizes para sempre" em muitos dos livros que lemos, valeria mesmo a pena? E as consequências que isso traz para a vida? E as pessoas que veríamos passar por nós, por nossa história, como se fossem árvores nos canteiros da estrada, mas que logo ficam para trás? Sei que é uma analogia tola, mas fiquei imaginando como será que a Bella, da saga Crepúsculo, se sentiria após o primeiro século como vampira. E quanto à eternidade?

E foi com essas e tantas outras questões, para mim mesma, que terminei de ler este livro. Encontrei alguns erros de digitação e português, alguns que poderiam até passar despercebidos a um olhar menos atento. Agradeço muito à Valentine Cirano, que propôs parceria ao blog e me permitiu conhecer seu trabalho.


Beijos a todos.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Selinho #2

Oi gente!! Como não tenho muitas novidades para colocar no Essa Semana... que iria ao ar hoje (Meninas do Leitoras Anônimas, eu postarei o que recebi de vocês na próxima semana, ok?), em razão de ter recomeçado meu cursinho pré-vestibular na última semana, muito mais intenso dessa vez, resolvi postar outro selinho que recebi da Miss Carbono, do blog Falando de Livros e Outras Cositas Más, e da Briana, do Meu Livro Rosa Pink. Agradeço muito as duas por terem lembrado de mim ^^




1. Por que entre tantas outras atividades você prefere ler?
Eu prefiro ler e fazer outras tantas atividades, na verdade. Mas a leitura sempre me transporta para longe da minha realidade, longe do mesmo caminho que percorro todos os dias de ônibus, e é uma atividade que me dá um prazer sem explicação. Eu posso viver histórias que nunca viveria se não lesse. Posso criar o que quiser dentro daquilo que o autor propõe, a aparência dos personagens quem cria sou eu, os lugares que eles visitam são compostos pela minha imaginação. Ler permite que eu exercite minha criatividade, além de manter em contato com a nossa língua, que é tão rica e mal utilizada.

2. Por que gosta de ler livros físicos (na era da internet, muitos leem por ela)?
Ler, para mim, é mais do que o simples fato de juntar palavras em frases formando uma história. Envolve tocar o livro, sentir o cheiro, a textura das páginas. É sentir o peso do livro e precisar de uma luz ou uma lanterna acesa. Quem lê, sabe do que estou falando. Além disso, li em um blog que o principal aspecto positivo dos livros digitais é a portabilidade. De que ela serve para quem tem uma bolsa bem grande? Eu não me importo de sentir o peso do livro, ele me traz emoções que poucas coisas do dia-a-dia me trazem.

3. Por que comprar livros?
Eu não tenho preferência por sempre comprar livros. Nos últimos anos tenho comprado mais porque, desde que me formei no ensino médio, tinha pouco tempo e disposição para ir até as bibliotecas. Além disso, essa foi mais ou menos a mesma época em que comecei a trabalhar, então tinha mais condições para comprar.
Este ano voltei a frequentar a biblioteca, e também comecei a descobrir redes na internet que permite o empréstimo de livros, como o Livro Viajante, no Skoob. Aqueles que quero muito ler e os que se tornaram meu favoritos, eu compro para poder revisitá-lo sempre que desejar.

4. De onde vem o seu incentivo de leitura, os blogs literários têm alguma influência nele?
Com certeza, não. Foi o contrário, comecei a escrever no blog por gostar tanto de ler. Meu incentivo veio de minha mãe e da escola. Meu pai não lê, mas sempre me encorajou. Os blogs têm influência atualmente, pois por meio deles descubro livros que talvez nunca me despertariam o interesse. O problema é que agora, sempre que vou a uma livraria, fico horas rodando e olhando todas as capas conhecidas e que eu quero ler, pois os desejados têm uma lista infinitamente maior do que há alguns meses atrás.

5. Você lê o que está na moda ou segue algum escritor que te agrada?
Acho que nenhum dos dois poderia ser minha resposta. Claro que leio ambos, da moda ou um escritor específico, mas sempre primo por aqueles que me despertam o interesse. Tem que me agradar, independente se é um clássico, um YA ou uma história totalmente "inútil".

6. Ler um livro atrás do outro faz bem? 
Óbvio que sim. Acho que fico maluca se não tenho nenhum livro para ler. Tenho que estar com pelo menos uma história na cabeça, sempre fico pensando e repensando o que está acontecendo com os personagens. Se não tiver nenhum, acho que fico entediada, mesmo cheia de coisas para fazer.

7. Indique blogs para responder o Meme e avise-os.
Fiquem à vontade. Não gosto de indicar ninguém, mas deixo em aberto para quem quiser.

domingo, 7 de agosto de 2011

Conjuntando #1: Tudo junto



Olá amigos! Já há algum tempo venho pensando em uma coluna aqui para o blog. Pensei, pensei... Então resolvi que queria um espaço onde pudesse falar sobre tudo e, sempre que possível, relacionar isso à leitura. É claro que não sei até que ponto dará ou não certo. Mas vou testar e, conforme for o retorno de vocês, vou adaptando esse espaço.

Quanto ao nome, ele simplesmente pipocou na minha mente. E aí pensa-se: mas Conjuntando, Ju? Isso por acaso existe ou foi só para brincar com o nome do blog?
Pois é, ótima pergunta! Não fazia idéia se existia. Mas pesquisei, e não é que existe o verbo conjuntar?

De acordo com o Dicionário Michaelis On-line, conjuntar é tornar conjunto.

Ok, então. Para deixar mais claro, pretendo conjuntar dentro desse post, que farei com frequência ainda não determinada, tudo aquilo que penso e faço e que não está diretamente relacionado à leitura. Quero expressar algumas opiniões, dar dicas de filmes, mostrar músicas que gosto, textos que achei interessantes, e até mesmo falar coisas sem utilidade alguma, mas que podem divertir alguém ou fazê-los pensar. Este será meu espaço para criar.

Ainda estou pensando em uma forma de permitir que os leitores do blog participem aqui também, mas ainda não descobri como. Inclusive, se alguém tiver alguma sugestão, será muito bem vinda! Para entrar em contato com o blog por e-mail também, o endereço é conjuntodaobra@gmail.com. Espero que vocês gostem e peço para que dêem sua opinião.



E para não deixar só com a apresentação da coluna, vou começar comentando um dos filmes que assisti na última semana:

- Caça às bruxas:



Behmen (Nicolas Cage) é um cavaleiro que, depois de vários anos lutando nas Cruzadas, perdeu algumas batalhas, muitos amigos e até a fé. De volta à sua terra natal, ele encontra uma Europa devastada pela forme e a peste negra. Neste cenário de destruição ele se une a um grupo de guerreiros encarregados de levar uma garota, suspeita de possuir forças sobrenaturais, e eles estão prestes a enfrentar um mal além da nossa compreensão.


Confesso que só assisti esse filme por causa do Nicolas Cage, que normalmente atua em filmes muito bons. Mas como medrosa assumida, quase tive um ataque do coração por causa do suspense e das cenas mais "fortes" durante o filme todo, principalmente de ver aqueles personagens se decompondo vivos por causa da peste. É claro que quem está acostumado com filmes de suspense e terror vai achar esse rídiculo no quesito medo. Mas eu tive, bastante ;~
Se deixar de lado esses detalhes, achei a história do filme realmente boa. Aborda o sacrifício das bruxas e a descrença dos céticos, e mesmo a forma como a Igreja via os males e as doenças da época. No filme as bruxas realmente existiam (não é spoiler, as primeiras cenas já mostram isso), o que nos permitiria acreditar que, se elas existem, outros seres maléficos também poderiam estar entre nós.
Gostei muito do filme, acho que vale a pena assistir.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Codex de Ouro 2011

Olá queridos. Trago hoje mais uma novidade do mundo literário!
Recebi por e-mail da Editora Alcantis que o grupo Ponto do Autor está promovendo a premiação Codex de Ouro, que visa movimentar o cenário literário brasileiro. Vamos saber mais:


A iniciativa de criar o Codex de Ouro surgiu, antes de todas as outras coisas, do desejo de realizar um prêmio literário inédito, que viesse dar forma à opinião dos leitores por meio de uma celebração anual para os autores independentemente de suas obras terem sido publicadas por editoras de qualquer porte ou com a utilização de recursos pessoais. Por isso, o grupo Ponto do Autor definiu como fator fundamental para a realização do prêmio a busca por informações disponíveis na internet, para que pudessem avaliar comentários, resenhas, artigos e reportagens que evidenciassem o encantamento do público leitor.
O Codex de Ouro chega ao cenário literário para ser reconhecido com algo mais sensível ao leitor diverso; é um prêmio que pretende evidenciar as obras literárias que, no mérito do entretenimento, conseguem efetivamente encantar o público leitor.


E eu, particularmente acredito que o prêmio está conseguindo cumprir esse papel, de premiar os que realmente conquistaram o público leitor. Só de olharmos os indicados vemos várias obras que, mesmo não tendo lido, são muito conhecidas dos leitores aqui na blogosfera.

São várias categorias para os prêmios, inclusive reconhecendo o trabalho daqueles que comentam aquilo que leem, e que, como formiguinhas, cativam mais pessoas para a literatura e ajudam a divulgar trabalhos de escritores ainda não tão conhecidos: os blogueiros. Muitos dos blogs e resenhistas que acompanho estão concorrendo!


Outro detalhe muito importante:

- Junto com a preparação para o evento, está sendo realizada a PROMOÇÃO "O LEITOR NO CODEX 2011". Quem participar estará concorrendo a um pacote com os oito títulos vencedores na categoria Livros do Codex 2011 e pode ser convidado do evento e entrega dos prêmios, com direito a um acompanhante.

Para participar, escreva até 30/09/2011 para promocao@pontodoautor.com.br e conte como você imagina sua participação na festa de entrefa dos prêmios do Codex.


Os que quiserem saber um pouco mais sobre a premiação, os indicados e a promoção, acesse o Site do Codex de Ouro 2011.
 

 

Layout por PamFardin