Se você fosse minha - Bella Andre

Sinopse: Zach, o mais arredio dos Sullivan, é mecânico e corredor de pistas de alta velocidade. Suas únicas preocupações são: como gastar seu dinheiro e com que mulher passar a próxima noite… Até que ele recebe a difícil tarefa de cuidar do filhote de yorkshire de seu irmão por duas semanas — um total contratempo para um homem como ele.
Mas Zach não tem como negar este favor a Gabe e, muito a contragosto, acaba aceitando cuidar de Ternurinha, a cachorrinha que, para piorar, é um terror e certamente precisa de treinamento.
Heather Linsey não acreditava que teria de treinar o fi lhote do arrogante Zach Sullivan. De todos os homens que já conhecera, Zach era o mais atrevido. Palavras como arrogante, esnobe, pretensioso cabiam especialmente bem no mecânico da família Sullivan.
Além disso, a beleza e o charme de Zach eram desconcertantes e a atração entre eles, inevitável… Heather estava francamente disposta a negar esse trabalho, mas teve que pensar duas vezes antes de recusar, pois fora indicada por uma grande amiga.
De qualquer forma, ela sabia que podia controlar as investidas de Zach Sullivan, caso ele se mostrasse desrespeitoso. O que ela não sabia é que sua rejeição ia despertar os mais profundos e obstinados desejos no mecânico… (Skoob)
ANDRE, Bella. Se você fosse minha. Os Sullivans #5. Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2013. 320 p.

Zach era o Sullivan dono de uma rede de oficinas mecânicas e o mais parecido com o pai, Jack, que os deixara cedo. Por essa semelhança, Zach não queria se envolver com ninguém, para não correr o risco de deixar uma família para trás. Só que ele não contava com Ternurinha, a cadelinha de Summer, na sua vida.

Por causa do pedido de uma amiga, a treinadora de cães, Heather, vai até a oficina de Zach para ajuda-lo com Ternurinha. Ela só não esperava encontrar lá um homem tão lindo e determinado a levá-la para a cama. Normalmente, ela não teria qualquer problema com isso, não fosse o fato de Zach parecer tão adorável... como seu pai.

“Que bom que tinha superado aquela sensação.
Tinha superado tal e completamente as emoções provocadas por aquele queixo quadrado, os ombros largos e fortes, a maneira que a boca máscula se... 
Ah, que droga. 
Seu cérebro realmente precisava parar de se comportar daquele modo.” (p. 32)

Depois de ler quatro volumes da série Os Sullivans, não havia qualquer expectativa pelo quinto livro, quando Bella Andre segue sempre tão bem sua receita clichê e – apenas – satisfatória. Porém, Se você fosse minha foi além do que eu poderia esperar e conseguiu mexer comigo como nenhum dos seus antecessores fez.

Apesar de manter alguns clichês, como as cenas quentes e o fato de ser totalmente previsível, como os outros, havia algo mais neste livro, algo que não dá para explicar, mas que pode ser resultado de uma série de fatores diferentes que remodelaram a estrutura da história. O primeiro deles é que Zach e Heather tiveram algum motivo externo – além de apenas atração – para se manterem próximos. Outro, é que eles só foram para a cama depois da metade do livro e, até lá, os sentimentos tiveram tempo para serem desenvolver. E o terceiro foram Ternurinha e Atlas, os cachorros, tão opostos e tão complementares.

“– E só para deixar bem claro – acrescentou ela. – Você não faz o meu tipo. 

Agora era a vez de Zach dizer: 
– É bom ver que você se tornou treinadora de cães em vez de política. Você não sabe mentir, Heather. 
Ela empurrou a cadeira para trás e Zach percebeu que ela estava irritada quando jogou o restante de sua pizza no lixo. 
– O que foi? Você acha que é tão irresistível que não existe uma única mulher no mundo que não queira ficar com você? 
– Tenho certeza de que existe alguma – disse ele com a voz tranquila enquanto se levantava. – Mas você não é essa mulher.” (p. 50)

Claro que não dá para esperar dessa obra uma história surpreendente, mas eu gargalhei muito, chorei bastante também, e me peguei torcendo pela felicidade dos protagonistas. No meio de tantas leituras em que o romance “tanto faz”, gostei de ter essa sensação com o livro, que é cheio de quotes bonitinhos e que pode voltar a agradar quem deixou de ler a série.

“– Eu nunca disse que não acreditava no amor – ele esclareceu. – Só disse que não estava procurando por ele. Mas não sabia que você iria entrar na minha vida. Não tinha como saber.” (p. 260)

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Leituras do Mês - Janeiro

Desde o último Leituras do Mês, as leituras renderam bastante por aqui. O post havia ido ao ar no dia 28 de dezembro, mas eu o preparei alguns dias antes, então até o final do mês algumas coisinhas mudaram (eu li ainda 2 livros em 2013, mas vou os citar neste post).

Também este post precisei preparar antes por questões de organização, teremos surpresas no final da semana! :)


Todos os livros do mês me surpreenderam de alguma forma, e posso dizer que o saldo foi bastante positivo.


Li De coração para coração, bem rápido e bonitinho, O lírio dourado, que é da Richelle Mead e não precisa mais explanações, e Olho por olho, que foi incrível!


Li também A sombra do vento, que tem frases lindas, A outra vida e Quando eu era Joe. Logo todas as resenhas vão ao ar.

 ♥ Hey, Mr. Postman:
 

Chegaram taaaaantos livros este mês, que me assustei! rsrs.
A Novo Conceito resolveu mandar todos os lançamentos do mês para os parceiros, então chegou muita coisa. Além disso, chegou Príncipe da Noite, Olho por Olho, e Belle, que eu já havia solicitado para a Editora.

E, além dos que estão na foto, chegaram Estilhaça-me e Ladrão de Almas, que quero ler logo para acompanhar as séries.

E, peops, estou atrasada com os posts, mas acho que agora já consegui entrar em uma rotina quase normal. Logo também voltarei a comentar nos posts de outros blogs com mais frequência, mas uma coisa de cada vez.

Beijões, queridos!


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O retorno - Victoria Hislop


“Em sua terceira ou quarta dança, cada uma com um novo estranho, Sonia começou a sentir-se menos inibida. Não precisou mais dizer aos seus pés para que lado ir e parou de contar os compassos. Tivera certa vez uma noção fugidia de como seria aquilo ao ver os professores cubanos em Londres, observando a impressão nos rostos deles revelar que estavam dançando com a alma e não com a mente. [...] Agora sabia qual era a sensação. O encantamento da dança repercutia fundo dentro dela.” (p. 67)

HISLOP, Victoria. O retorno. Dor e paixão na Espanha devastada pela guerra. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2010. 403 p.


Sonia estava soterrada pelo tédio do dia a dia em Londres e o peso de um casamento fracassado, e encontrou nas aulas de salsa uma paixão pela qual se alegrar. Para comemorar o aniversário de sua melhor amiga, as duas viajaram de férias para Granada, na Espanha, com aulas de dança marcadas e planos para noites de dança e diversão.

Quase no fim de sua viagem, Sonia encontrou um confortável Café, repleto de fotos de outra época, que remetiam à história espanhola e às consequências da Guerra Civil que marcou o país. E foi Miguel, proprietário do Café El Barril, quem contou para Sonia a história da família Ramírez durante os anos de tragédias.

Dificilmente alguém se pode dizer totalmente desconhecedor do que foi a Guerra Civil Espanhola, pois provavelmente ouviu falar ao menos de Guernica ou de Francisco Franco em algum momento. E é nesse contexto, a partir da década de 1930, que se desenvolve o enredo de O retorno, de Victoria Hislop.

Demorei um tempo para consegui escrever essa resenha, depois de ler o livro, principalmente pelo choque que a leitura me causou. Talvez, nesse meio tempo, tenha perdido detalhes em minha mente, mas outros foram tatuados nela. Se todos sabem que qualquer guerra jamais é boa e que sempre vem impregnada de horrores, pior ainda é ler detalhes do que aconteceu ou poderia ter acontecido e saber que o que está escrito é apenas um molde de toda a realidade, das atrocidades cometidas e das diversas vidas que se perderam.

Victoria Hislop conseguiu compor os momentos horríveis com delicadeza, o que facilita a leitura; mas isso não a torna menos dolorosa. A autora mostrou como o sentimento de desconfiança se alastra e, a partir disso, os seres humanos se digladiam, atacam-se sem qualquer compaixão, até mesmo aqueles que cresceram juntos matando-se uns aos outros; e mostrou o que a guerra faz com os homens, retirando-lhes qualquer humanidade. Toda a história do livro é inconcebível, chocante, entristecedora, mas é real, ou pelo menos foi. Trouxe consigo o sentimento de completa impotência, principalmente porque, naquele momento de guerra, o que se sobressaía era o pior lado de cada pessoa.

“Alguns desses incidentes começaram como simples brigas de rua, 
com xingamentos, empurrões e trancos.
Em segundos, podiam se transformar em lutas de verdade entre rapazes qye,
em muitos casos, tinham crescido juntos jogando bolas nas ruas.
O mesmo labirinto de ruas apertadas, com seus nomes doces,
Silencio, Escuelas, Duquesa,
antes lugares onde se realizavam intermináveis brincadeiras infantis de pique-esconde,
transformaram-se em cenários de perseguições aterradoras.” (p. 208)

Acompanhamos apenas o que aconteceu com a família Ramírez, e isso já traz sofrimento o bastante, visto que o que aconteceu naquela casa espelhava o que acontecia por toda a Espanha. A guerra era como uma vírgula na vida de grupos de pessoas, que não viviam realmente, esperando-a terminar; para outros, era um ponto final.

Mas o livro não é apenas isso. O livro é a Espanha, sua dança, vibrante na alma, sua tradição, as touradas, as emoções que isso traz, narradas belamente pela autora, mesmo para aqueles que não concordam, e a cultura como um todo. E é romance: lindo e extremamente improvável, rodeado de concessões, de amor. O retorno é daqueles livros que mexem com quem o lê e é, em suma, imprevisível, triste e encantador.




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Novidades #62: Fevereiro com a Novo Conceito


Se eu geralmente adoro vários dos lançamentos da Editora Novo Conceito, neste mês de fevereiro devo dizer que eles se superaram. Ficaria difícil ter de escolher um só:



Além da beleza fora do comum, com seu cabelo quase branco e seus olhos cor de violeta, Emma chama a atenção por ser um pouco desajeitada.
Ela não se sente muito à vontade em lugar nenhum... e não sabe que sua misteriosa origem é a fonte dessa sensação.
Galen, príncipe dos Syrenas, vasculha a terra procurando uma garota especial, capaz de se comunicar com os peixes — e que poderá salvar seu reino. Quando ele se encontra com Emma, a conexão é imediata: embora não saiba, Emma parece ter o dom que Galen procura. Mas, então,
por que ela não conseguiu salvar sua melhor amiga do ataque do tubarão?
Cabe ao príncipe convencer a teimosa Emma a enfrentar sua real natureza e aceitar o desafio. E nada pode impedi-lo de alcançar seu objetivo.

ACASO, DESTINO OU LOUCURA? No caso de Rafaela, pode ser tudo isso junto. Para alguém como ela, nada é impossível.
Rafaela sonha desde a adolescência com o garoto que viu uma vez, perto do mar, carregando uma mochila xadrez... A ideia fixa não a impediu, porém, de ser uma menina alegre e muito decidida. Ela quer ser jornalista, e seu sonho está se concretizando: Rafaela Vilas Boas (um nome tão imponente para alguém tão desajeitado) conseguiu um estágio no melhor jornal de Minas Gerais. Mas, como estamos falando da Rafa, alguma coisa tinha que dar errado. O jornal é mesmo incrível, mas seu colega de trabalho, Bernardo, não é a pessoa mais simpática do mundo.
Em meio a reportagens arriscadas – e alguns tropeços –, Bernardo acaba percebendo, contra a sua vontade, que Rafaela leva jeito para a coisa... E que eles formam uma dupla de tirar o fôlego. Mas e a mochila? E o garoto, o envelope, as cartas? Um dia a estabanada Rafaela vai ter que se libertar dessa obsessão.


É possível amar alguém tão plenamente que a pessoa não pode morrer?
Entre o amor e o destino, entre a luz e a escuridão, milagres podem acontecer!
Em uma noite especialmente fria, o exímio mecânico – e larápio – Peter Lake consegue invadir uma mansão do Upper West Side que mais parece uma fortaleza. Ele pensa que não há ninguém em casa, mas a filha do dono o surpreende em plena ação. Assim começa o romance entre
o ladrão de meia-idade e Beverly Penn, uma jovem que tem pouco tempo de vida. O amor que os une é tão poderoso que levará Peter Lake, um homem simples e sem instrução, a desejar parar o tempo e trazer os mortos de volta.
Surpreendente e intenso, UM CONTO DO DESTINO nos transporta do século 19 ao fi nal do século 20, na virada do milênio. Os personagens se encontram e se perdem ao sabor do destino, que insiste em brincar com aqueles que encontra pelo caminho. Uma pintura mágica da beleza e do amor, sobre a morte que desafi a e sobre a vida que se afirma sobre ela.


Depois que a Prime Destinations foi demolida, Callie pensou que teria paz para viver ao lado do ir-
mão, Tyler, e do amigo, Michael. O banco de corpos foi destruído para sempre, e Callie nunca mais terá de alugar-se para os abomináveis Enders. No entanto, ela e Michael têm o chip implantado no cérebro e podem ser controlados. Além disso, o Velho ainda se comunica com Callie. O pesadelo não terminou.

Agora, Callie procura uma maneira de remover o chip – isso pode custar sua vida, mas vai silenciar a voz que fala em sua mente. Se continuar sob o domínio dos Enders, Callie estará constantemente sujeita a fazer o que não quer, inclusive contra as pessoas que mais ama.

Callie tem pouco tempo. Obstinada por descobrir quem é de fato o Velho e desejando, mais que tudo, uma vida normal para si e para o irmão, ela vai lutar pela verdade.





De repente acontece fala daquelas paixões que começam do jeito errado e têm tudo para terminar errado – mas, depois de ler a última página, a gente acredita que o amor existe.

Se você é uma menina, este livro vai ajudá-la a entender o que se passa na cabeça dos garotos.
Se é um menino... Bem, se você é um menino, também vai gostar de De repente acontece.

Uma história simpática, com cara de vida real. E que poderia acontecer com você ou com a sua melhor amiga!


Tully Hart é uma mulher ambiciosa, movida por grandes sonhos que, na verdade, escondem as lembranças de um passado de abandono e dor. Ela acredita que pode superar qualquer coisa ao esconder bem fundo os sentimentos de rejeição que carrega desde a infância... Até que sua melhor amiga, Kate Ryan, morre. Então, tudo começa a mudar para Tully, que se vê escorregando em um precipício cheio de memórias melancólicas e remédios para dormir...
Dorothy Hart — ou Cloud, como era conhecida nos anos 1970 — está no centro do trágico passado de
Tully. Ela abandonou a filha repetidas vezes na infância. Até que as duas se separaram de uma vez por todas. Aos dezesseis anos, Marah Ryan ficou devastada pela morte da mãe, Kate. Embora seu pai e seus irmãos se esforcem para manter a família unida, Marah transformou-se numa adolescente rebelde e inacessível em sua dor. Tully tenta aproximar-se de Marah, mas sua incapacidade para lidar com os sentimentos da afilhada acaba empurrando a menina para um relacionamento infeliz com um rapaz problemático.
A vida dessas mulheres está intimamente ligada, e a maneira como elas vão rever seus erros e acertos constrói um romance comovente sobre o amor, a maternidade, as perdas e o novo começo. Onde há amor, há perdão...


Quando Ruth Saunders recebeu o telefonema de uma rede de televisão dizendo que sua série original seria levada ao ar, ela quase não acreditou.
Embora tivesse passado a vida escrevendo, não pensava seriamente que seu roteiro (autobiográfico!) sobre uma mulher jovem, com excesso de peso, que vivia com a avó, e que decidira se mudar para Miami para fazer fortuna, pudesse ser realmente interessante para alguém.
Tudo o que ela queria era ver sua série entre os comentários do público e das revistas especializadas, mas Ruth foi acordada bem depressa de seu sonho...
Atores de cabeça vazia e ego inflado, e burocratas da emissora transformaram seu roteiro para atender a múltiplos interesses...
Todo o esquema criado para se colocar uma série no ar é, ironicamente, narrado por Jennifer Weiner, ela mesma uma veterana da TV. As esperanças de Ruth são sistematicamente frustradas: os acionistas da rede insistem em uma revisão sem sentido, sua personagem principal, uma mulher cheia de curvas, passa a ser quase anoréxica, e a avó, Nana, de mulher madura e sofisticada passa a uma ninfomaníaca da terceira idade.

Em um hospital em Bury St Edmunds, Daniel Blanchard está morrendo. A amiga Maggie May é sua companheira nesta jornada até o fim: senta-se ao seu lado todos os dias, segurando-lhe a mão e ouvindo histórias de sua vida, seus arrependimentos e seus segredos: os filhos que nunca conheceu e que, provavelmente, nunca conhecerá.
Lydia, Dean e Robyn não conhecem o pai e também não se conhecem. Ainda... Todos eles estão passando por uma fase de mudanças e de dificuldades: Lydia carrega as cicatrizes de uma infância traumática e, embora seja rica e bem-sucedida, sua vida é solitária e confusa. Dean é
um jovem sobrecarregado por uma responsabilidade imprevista, cuja vida está indo para lugar nenhum. E Robyn começou a faculdade de medicina, mas sente que alguma coisa não está certa.
Três jovens com histórias muito diferentes, mas que se sentem igualmente perdidos e à procura de alguma coisa, como se faltasse um elo para dar sentido às suas vidas.
E então, quando eles percebem que seus caminhos estão se cruzando, tudo começa a mudar...


E para vocês, qual seria o livro mais aguardado?

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Anjos à mesa - Debbie Macomber

Sinopse: Shirley, Goodness e Mercy sabem que o trabalho de um anjo é interminável — especialmente na véspera do Ano-novo. Ao lado de seu novo aprendiz, o anjo Will, elas se preparam para entrar em ação na festa de fim de ano da Times Square. Quando Will identifica dois solitários no meio da multidão, ele decide que a meia-noite será o momento perfeito para dar aquele empurrãozinho divino de que eles precisam para acabar com a solidão. Então, por “acidente”, Lucie Ferrara e Aren Fairchild esbarram-se no meio da alegria da festa, mas, assim como se aproximam, acabam se perdendo: um encontro marcado que não acontece os afasta pelo resto da vida. Ou será que não? Um ano depois, Lucie é a chef de um novo e aclamado restaurante, e Aren é um colunista de sucesso em um grande jornal de Nova York. Durante todo o ano que passou, os dois não se esqueceram daquela noite. Shirley, Goodness, Mercy e Will também não se esqueceram do casal... Para uni-los novamente, os anjos vão usar uma receita antiga e certeira: amor verdadeiro mais uma segunda chance (e uma boa dose de confusão), para criar um inesquecível milagre de Natal. (Skoob)
MACOMBER, Debbie. Anjos à Mesa. Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2013. 224 p.


Will é um anjo aprendiz e Shirley, Goodness e Mercy devem orientá-lo em suas obrigações. Contudo, as garotas, apesar da boa vontade e do bom coração, não são as melhores em seguir regras... e, na véspera de um ano novo, elas o levam a conhecer a Terra. Lá, Will percebe Aren e Lucie próximos e sozinhos, e resolve dar um “empurrãozinho” para que os dois se conheçam. Só que interferir no que o destino já havia preparado pode atrapalhar mais do que ajudar.


“– Eles se beijaram – Will comentou com empolgação. – Eu os vi. 
– E você interferiu no plano de Deus para eles se encontrarem – Gabriel resmungou, balançando a cabeça como se estivesse totalmente desanimado. 
– Você quer dizer que era a intenção de Deus eles se conhecerem desde o começo? – Mercy perguntou, com a voz levemente elevada devido à animação. 
– Sim, mas o encontro deles não estava marcado para acontecer naquela época, e agora está tudo errado.” (p. 51)


Há pouco tempo li O amor mora ao lado, da autora Debbie Macomber, e adorei a forma simples e objetiva com que a autora havia construído seu texto. Em Anjos à Mesa, a receita se repete, só que, infelizmente, dessa vez não funcionou como o esperado. Enquanto no primeiro livro essa objetividade somente acelerou o enredo, neste último a história pareceu mergulhada em superficialidade.

Em várias cenas, tentou-se dar um toque de humor, que não pareceu mais do que uma tentativa forçada de fazer o enredo ficar mais leve. Os anjos, apesar de serem o ponto central da história, ficaram deslocados no enredo. A nota da autora antes do primeiro capítulo e o próprio enredo falam de outras histórias em que Shirley, Goodness e Mercy aparecem e, ao pesquisar, descobri que este é o sétimo livro dos anjos. Talvez por isso, pareceu faltar algo, já que não se sabe, ao ler, de onde vieram e o que já fizeram.

Por outro lado, há também que se destacar alguns pontos positivos. Mesmo sem tanto envolvimento com a narrativa, a escrita de Macomber contribui para uma leitura bastante rápida, e o contexto romântico da história é bonitinho. A mãe de Lucie, Wendy, foi um personagem que chamou bastante a atenção, pela sua personalidade calma e sábia, que pareceu me remeter a alguém que conheço.

A capa do livro é linda e o título não poderia ser mais adequado à história, por resguardar diversos componentes dela. As páginas são todas decoradas com desenhos de ramos de flores e folhas que dão um toque especial à diagramação.

Anjos à Mesa pode ser uma boa companhia por algumas horas, desde que as expectativas não sejam muitas e o humor esteja voltado para uma leitura mais superficial. Apesar de se passar na época do Natal, também não é voltado para as “mensagens” desse momento. Não chegou perto de me conquistar, mas não posso considerar uma leitura ruim.

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Conjuntando #21: Das metas que não cumpri


Quem acompanha o blog há algum tempo sabe que eu me propus a realizar algumas metas para o ano de 2013. Nada mais justo, então, do que fazer um balanço delas. E, bom, já adianto que o resultado passou longe do esperado ;x

Nesse post, havia assinado dois desafios. O "Desafio desafiante 2013" consistia em ler ao menos 12 livros que já tínhamos na estante em 2012. Dei-me várias possibilidades, mas acabei cumprindo apenas 5 dos 18 desafios. Pessoalmente, não achei um resultado tão ruim, mas eu não cumpri nem metade, né? ;x

Os lidos foram:



Todos eles já têm resenha aqui no blog.

Também me inscrevi no Desafio "Crônicas de Nárnia", mas bem, parei na primeira ;x Vergonha total, né? rsrs

Mas, o desastre não foi tão grande (ufa!).

Também entrei no "#Bookaholic com moderação", que servia para controlarmos nossas compras de livros em 2013. Claro que eu recebi muitos livros que ainda não dei conta de ler em virtude das parcerias, mas de compras, foram só 10 livrinhos o ano todo. Daquela lista que eu fiz, comprei só um (vergonha de novo), mas os que adquiri estavam entre meus de desejados tanto quanto eles ;)

Enfim... a única meta que cumpri 100% foi a de ler mais de 50 livros no ano. O que já foi um ótimo resultado.





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Após a tempestade - Karen White

Sinopse: Quando Julie tinha 12 anos, sua irmã mais nova desapareceu e nunca mais foi encontrada. Uma perda que corroeu os laços familiares e deixou sua mãe obcecada pela busca da irmã.
Já adulta e com um prestigiado emprego, Julie conhece Monica, que a faz lembrar muito de sua irmã desaparecida há 17 anos. Elas se tornam melhores amigas, uma amizade que começa como um processo de cura para Julie.
No entanto, uma fatalidade abate a amizade e Julie se vê responsável pelo filho de Monica. Ela decide levar o menino para Biloxi, Mississippi, para encontrar a família que ele não conhecera.
A partir dessa viagem, Julie descobrirá segredos que estão ligados a sua família e seu passado... (Skoob)
WHITE, Karen. Após a TempestadeRibeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2013. 416 p.


Colecionar coisas das quais pudesse se desligar facilmente e nunca fincar raízes em qualquer lugar era, para Julie, uma forma de não fazer com que a situação fosse definitiva, um modo de se prender à possibilidade de que as coisas voltariam ao seu lugar, mesmo depois de tanto tempo. Contudo, Monica, sua melhor amiga, falecera recentemente e a nomeou responsável por seu filho, Beau. Também deixou para Julie sua parte na casa que chamava de River Song, sobre a qual compartilhara inúmeras lembranças.

O maior problema era que essa casa também pertencia à família de Monica, que havia deixado para trás, mais de dez anos antes, sua avó, Aimee, e seu irmão, Trey, sem qualquer notícia depois disso, inclusive quanto ao nascimento de Beau.

Tantos anos depois, encarregada das notícias após a morte de Monica, Julie levou um misto de alívio e tristeza para Aimee, enquanto Trey não fazia outra coisa senão desconfiar. Enquanto reconstruiam juntos River Song, que fora destruída pelo Katrina, Julie e Trey começavam a baixar a guarda, ao mesmo tempo em que compreendiam, ao ouvir as historias de Aimee, o que levara Monica para longe do lugar e das pessoas que amava.


“Eu sabia que tinha escolhas a fazer, decisões acerca do meu futuro. O futuro de Beau. Referentes a dinheiro, a um emprego e às ruínas de River Song. Mas, antes que pudesse tomar quaisquer decisões, tinha que saber o que eu queria. Esse era o verdadeiro problema. Desde meus doze anos, só havia uma coisa que eu queria e pela qual rezava diariamente, uma coisa que me permitia nutrir esperanças. Tinha medo de que um desejo diferente pudesse enfraquecer minha vontade de encontrar Chelsea, pudesse me desviar para uma direção completamente errada. 
Tudo o que fizera ou conseguira nos últimos anos fora acidental e circunstancial. Desde a escolha da faculdade para dar início à minha carreira, tudo fora casualidade, porque eu nunca me permitira querer.” (p. 33)


Ainda não tinha tido a oportunidade de ler algo de Karen White, e Após a Tempestade pode ser considerado um bom começo. Não consigo dizer exatamente o porquê, mas a escrita da autora tem certa musicalidade, com ricas figuras de linguagem, sinestesias, que contribuíram para o envolvimento da história. Gostei bastante das técnicas utilizadas para desenvolver a narrativa e fiquei encantada pela escrita da autora.

O enredo se desenvolve alternando entre o ponto de vista de Julie, no tempo atual, e de Aimee, que conta sua história a partir da década de 1950, e mistura fatos históricos - como os furacões que atingiram a costa de Nova Orleans - com as fictícias histórias dos personagens. Os livros com carga histórica têm me conquistado cada vez mais, e as narrativas de Aimee foram as que mais me agradaram.

Ainda, outro ponto interessante é a localização do enredo, já que Nova Orleans não é uma área muito aproveitada para construção dos livros, pelo menos vi pouquíssimas citações nos que li. As descrições que a autora fez do local e a imagem que se formula são apaixonantes. Principalmente porque há paixão por aquela terra, e isso transparece nas palavras; Nova Orleans, inclusive, tem fundamental importância à trama.

A autora conseguiu imprimir em cada personagem seus desastres, suas dores, e mostrou que, por mais que a vida possa parecer benevolente, cada um tem suas marcas internas. Talvez os protagonistas da história tenham muitas tragédias somadas, numerosas demais para um grupo de pessoas tão pequeno. Porém, o exagero – que mal é percebido durante a leitura, cabe ressaltar – cumpre sua função literária. Até porque, mesmo para aqueles cujas tragédias não são tão devastadoras quanto as dos personagens, cada um sabe aquilo que carrega consigo.
Após a Tempestade traz uma história de superação e de reconstrução contínua, da sensação de pertencer a algum lugar, de ter a quem amar. Não se trata de um romance de tirar o fôlego, mas cumpre seu papel e agrada àqueles que o leem.

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Além das Páginas #4: A menina que roubava livros


O livro A menina que roubava livros foi de um sucesso estrondoso, especialmente porque conseguiu tocar o coração de todos que o leram, e se alastrou como fogo, de indicação em indicação.


Lido por centenas de milhares de pessoas (mais de cem mil vezes considerando apenas o registrado no Skoob), noticiou-se em 2012 que a história de Liesel ganharia uma versão cinematográfica que, desde então, tem sido ansiosamente aguardada e que será lançada nos próximos dias.




Aqui no blog, foi feita uma resenha do livro – que não foi escrita por mim – lindíssima. Para quem ainda não leu a obra, que imagino serem poucos, vale passar no link da resenha, porque com certeza atiçará a vontade de conhecer a história.



Depois de ver as imagens e os trailers divulgados, só consigo imaginar que o filme será tão bom quanto o livro. Espero não me decepcionar. E, enquanto a película não chega nos cinemas daqui, só nos resta aguardar, bem como ver e rever imagens que brincam com nossa ansiedade.





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A Agenda - João Varella

Sinopse: Sandra Macedo é uma alta executiva de marketing. Obstinada e competente, sua eficiência é reconhecida pelos funcionários e pela diretoria da holding onde trabalha.
Exemplo de mulher bem-sucedida, Sandra vive atolada entre as obrigações profissionais e uma filha que não lhe dá muita atenção. Em meio a essa correria, fica difícil dedicar um tempo ao lado afetivo. Assim, ela acaba se envolvendo com pessoas que podem comprometer sua carreira e sua saúde emocional. A não ser que ela deixe de ser a menininha que, no fundo, continua sendo... (Skoob)
VARELLA, João. A Agenda. Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2013. 240 p.


Sandra era uma executiva de marketing de uma grande empresa. Seu profissionalismo e sua eficiência eram reconhecidos por todos, o que fazia dela bastante respeitada. Sandra nem mesmo gostava de literatura e poesias; somente lia os livros “úteis”. E parte de tudo o que construiu era consequência da agenda, já que nela Sandra conseguia organizar todas as minúcias de seu dia a dia.

Mas enganado aquele que pensa que tudo eram flores na vida de Sandra. Se seu lado profissional era milimetricamente organizado, a vida pessoal em nada se assemelhava: sozinha depois dos quarenta e tendo como família apenas uma filha que morava em outro país e quase não mandava notícias, Sandra parecia perder o equilíbrio. E tudo se agravou quando Sandra perdeu a agência e, tempo depois, ela foi devolvida com rabiscos de outra pessoa.

“– Melhor eu ir agora. – O surfista deu um beijo em Sandra e caminhou para o elevador. 

Sandra acompanhou da sacada o surfista indo embora. Sentiu que seu ego havia sido jogado do edifício. O maldito roupão com âncora no peito foi deixado para trás em meio à correria. Para piorar, a peça estava impregnada com o cheiro dele. 
Cerca de duas semanas depois, Sandra já estava com a agenda cheia de compromissos, sem parar para pensar em nada que não fosse interessante em termos de desenvolvimento pessoal e profissional.” (p. 35 - 36)

João Varella colocou em A agenda elementos cotidianos que poderiam acontecer na vida de qualquer um. A história, até certo ponto, é rotineira, simples, o que pode torna-la sem graça para aqueles que esperam grandes emoções. Mas não é cansativa; os capítulos em geral são curtos, a linguagem é objetiva e tem um quê de ironia, além dos vários núcleos que, a princípio, parecem não ter qualquer relação, mas que fazem a trama ainda mais rápida.

Por outro lado, a objetividade impede o envolvimento com os personagens, o que influencia para um distanciamento com a história como um todo. Além disso, vale o aviso: citei que a história é cotidiana, mas isso não significa que todos que passassem por aquelas situações chegariam ao mesmo ponto, especialmente porque foi Sandra quem tomou as decisões que a levaram até lá. E, acreditem em mim, ela não é uma pessoa muito equilibrada.

Para mim, o problema de Sandra é querer levar sua vida da maneira mais racional o possível; até em seus envolvimentos amorosos não havia sentimentos. Contudo, tal conduta não faz dela imune. Sandra é carente de amor, de um homem, da filha... e é essa carência que a faz tomar decisões impensáveis que levam a um final fora do comum.

A agenda é um livro nacional curto e inteligente, mais semelhante a uma crônica do que a um romance, que pode agradar bastante os que curtem esse estilo de leitura.


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Resultados: Top Comentarista e #2014 com muitos livros

Já passou da hora de sabermos quais serão os sortudos que levarão para casa vários prêmios de promoções que estavam em finalização aqui no Conjunto da Obra.


A Promoção 2014 com muitos livros foi feita em parceria com os blogs Além da Contracapa, Minha Vida Literária, My Booklit My Dear Library.

Eram cinco livros e dois sorteados, que são:



a Rafflecoptergiveaway

Parabéns Ana e Thaís, espero que vocês curtam muito a leitura!
As vencedoras já responderam os e-mails e receberão os livros em breve.

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Hora também de divulgar quem levou o Top Comentarista de Dezembro do Conjunto da Obra. Foram cinco inscrições e três pessoas em uma disputa bem acirrada.


A apuração dos resultados mostrou a Nessa com 10 pontos, a Michelli com 11 e a grande ganhadora, Ana Lucia, com 16 pontos!

Parabéns Aninha, e obrigada a todos por estarem sempre por aqui.

E em breve mais promoções vão ao ar para comemorarmos juntos.

Beijos


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Retrospectiva Literária 2013

Já virou tradição aqui no Conjunto da Obra participar todos os anos da retrospectiva literária organizada pela Angélica, do blog Pensamento Tangencial.

Em 2013 não poderia ser diferente, apesar de não ter conseguido postá-la no dia em que deveria (31 de dezembro - estou péssima para cumprir prazos). Mas, como a regra é "antes tarde do que nunca", vamos conferir o que teve de melhor aqui no blog no ano que recém acabou:

  • A aventura que me tirou o fôlego:
Caramba, só li uma aventura esse ano, e não sei se posso dizer que ela me conquistou. Foi o primeiro livro das Crônicas de Nárnia, O sobrinho do mago. Resenha aqui.


  • O suspense mais eletrizante:
Também li poucos suspenses, mas o que mais me chamou a atenção foi Eu sei o que você está pensando. É um livro não tão recente, que já tinha há um tempo, mas só tive oportunidade de ler este ano. Resenha aqui.

  • O romance que me fez suspirar:
Meu ano foi recheado de ótimos romances, então acho que essa pode ser a mais difícil de responder. Um dos que mais gostei foi A Última Carta de Amor. Foi de uma delicadeza incrível. Resenha aqui.


  • A saga que me conquistou:
Não sei se posso dizer que é uma "saga", mas a série que me encantou este ano foi Fazendo meu Filme. Adorei conhecer a escrita de Paula Pimenta, e me surpreendi com a história de Fani. Para ler as resenhas, basta clicar nas capas.

http://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2013/03/fazendo-meu-filme-1-paula-pimenta.htmlhttp://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2013/04/fazendo-meu-filme-2-paula-pimenta.htmlhttp://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2013/12/fazendo-meu-filme-3-paula-pimenta.html

  • O clássico que me marcou:
Aix, nada de Clássicos neste ano ;x

  • O livro que me fez refletir:
Foram dois neste ano: A última grande lição e Enjaulado. Me fizeram refletir por motivos diferentes, mas acho que cada um mudou um pouquinho de mim.


  • O livro que me fez rir:
Charlie *-*  Ri muito com os pensamentos desconexos do personagem de As vantagens de ser invisível.
http://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2013/04/as-vantagens-de-ser-invisivel-stephen.html


  • O livro que me fez chorar:
Jardim de Inverno. Chorei muito.


  • O livro de fantasia que me encantou:
Laços de Sangue. Não porque o livro tenha realmente algo especial, mas é um amor antigo por esses personagens.


  • O livro que me decepcionou:
Anjos à Mesa. Não que ele seja ruim, só esperava gostar mais dele, depois de ter me encantado por outro livro da autora.


  • O livro que me surpreendeu:
Ok, não foi nenhuma grande surpresa, mas eu não esperava nada e adorei! Se você fosse minha, da série Sullivans, de Bella Andre.



  • O livro que mudou a minha forma de ver o mundo:
 O Presente. Lindo, simples assim.


  • A capa mais bonita:
As violetas de março. Adoro a capa, e adorei o livro.

 
  • A frase que não saiu da minha cabeça:
"O mundo precisava de menos cinismo, mais amor. O amor era a resposta. O amor fazia o mundo girar. O amor era tudo de que precisava. O amor, na verdade, estava por toda a parte." (Esc@ndalo)
  • O(a) personagem do ano:
Franco, de Céu em Chamas, que mudou, não mudando. 
  • O casal perfeito:
Anna e St. Clair. Eu só li o livro este ano, ok? rsrs

  • O(a) autor(a) revelação:
Kristin Hannah. Foi incrível ler Jardim de Inverno, quero mais livros dela logo.
  • O melhor livro nacional:
Céu em Chamas, de Janice Diniz. Há tempos sou fã declarada da autora e não aguentava de ansiedade por este livro. 
  • O melhor livro que li em 2013:
Poxa, essa é difícil. Acho que todos que citei acima, pode ser? O ano foi realmente bom.
  • Li em 2013 52 livros.
  • A minha meta literária para 2014 é: ler, novamente, mais de 50 livros. E livros bons, de preferência.

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