Sinopse: John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos.
Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível. (Skoob)
GROGAN, John. Marley & Eu: a vida e o amor ao lado do pior cão do mundo. Ediouro, 2006. 303p.
Eu adoro cães e tinha amado o filme Marley & Eu, pelo menos a parte que eu tinha visto, então quando vi o livro por apenas R$9,99 no Wallmart eu pedi para a minha tia e ganhei ele de aniversário. Eu já tinha ouvido falar muito bem desse livro e sabia que ele tinha ficado em 1º lugar e tudo o mais, então já esperava muito dele. E ele deve ter correspondido a todas as minhas expectativas ou até mais!
O livro conta a história de John Grogan e em especial de seu cão Marley, que esteve quase todo o tempo de casado com ele e sua esposa. Marley, de início, foi como um treino para ter um bebê, mas no final se tornou muito mais que isso, se tornou parte da família. O cão atrapalhado, enérgico e medroso conquistou o coração de muitas pessoas, inclusive o meu. A gente vai se envolvendo tanto na história que quer ler a toda hora e já emenda um capítulo no outro. Eu sempre levava ele para a escola e estava com ele quase sempre, lia no recreio, às vezes até na aula! Além da história que é MUITO boa, o livro ainda conta com fotos lindas do Marley! Eu acho o Marley muito fofo, labradores são lindos. O livro também traz crônicas de jornal do John que escrevia sobre o Marley, uma das provas de que as histórias são reais.
A gente ri em quase todo o livro, e aí vem o final, que a gente chora. Esse foi o primeiro livro (que eu me lembre, pelo menos) que me fez chorar. Acho que nem com O Diário de Anne Frank, que é muito triste, eu chorei. Eu também gostei bastante do filme, que após o livro finalmente assisti inteiro. Não chorei nele, mas em parte porque mais cedo já tinha chorado em um outro filme e na época eu era difícil de chorar com filmes, não como hoje em dia, então a minha cota meio que se foi.
O livro é bem descritivo e fala tudo sobre a vida do casal e da família, o que o deixa bem íntimo e aproxima o leitor da história. Tem situações engraçadas, e o mais legal é que é verídico,ou seja, não é forçado nem fantasioso. Me encantou e recomendo. É engraçado, fofo e lindo.












