Conjuntando #10: Novo Início

É, final de ano chegou. E eu, como boa emotiva que sou, não poderia deixar de falar um pouquinho sobre isso, pois é exatamente nessa época que minhas emoções mais afloram e não é raro me ver com lágrimas nos olhos.

Isso porque tudo inspira amor, já perceberam? Solidariedade também, e isso me faz ter muito mais esperança no ser humano. Perceber que nem tudo é tristeza, sofrimento, isolamento e solidão. Estamos todos juntos e, por mais que alguns se sintam mais poderosos que outros, seja por dinheiro ou qualquer outra coisa, todos somos iguais. Todos ficamos doentes e todos estamos sob a possibilidade de deixar essa vida.

Dessa forma, não há no ano época melhor para avaliar os prós e contras de cada atitude e decisões que tomamos, reavaliarmos aquilo que realmente queremos para nós e o que nos faz ou não bem. E ao colocar na balança o que realmente vale, podemos começar a escrever um novo capítulo de nossa história, mais belo que o anterior. E não apenas mais belo para nós mesmos, mas mais belo para aqueles que vivem ao nosso redor, com paciência, sendo solidários e tratando todos, sempre, com muito respeito. Gestos simples, mas que nem sempre são lembrados.


Aproveito para agradecer a todos por esse ano tão maravilhoso, pelos amigos que conheci na blogosfera e pelas coisas boas que acompanhei por aqui. Desejo a todos um feliz natal e um ótimo começo de ano novo.

Amanhã estarei saindo de férias, e ficarei fora até a segunda semana de janeiro. Para o blog não ficar às moscas, deixei algumas atualizações prontas, e responderei a todas as visitas assim que possível, ok?

Um grande beijo, Julia.

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Tesouro Secreto - Nora Roberts

Sinopse: Rica e linda, Whitney MacAllister gosta de carros velozes, clássicos do cinema e homens perigosos. Mas até mesmo essa entediada socialite do jet set de Manhattan é tomada de surpresa e pavor quando um estranho homem de jaqueta de couro preta sequestra seu Mercedes… pouco antes de as balas começarem a voar.
O ladrão de joias Douglas Lord se habituou a levar a vida fugindo. Parte da atração da profissão escolhida é a emoção da caça. Mas ele tem uma regra inviolável: sempre trabalhar sozinho. Até agora. Ferido e desesperadamente necessitado de dinheiro vivo para o que talvez seja a coroação máxima de sua carreira estonteante, Doug aceita com relutância a rica e bem-relacionada Whitney como nova parceira no crime.
Com os jornais estampando manchetes sobre a herdeira desaparecida de Nova York e uma gangue de criminosos no seu encalço, os dois partem para a sufocante floresta de Madagascar em busca de um tesouro fabuloso que remonta à Revolução Francesa.
Para Whitney, o que havia começado com uma aventura em alta velocidade se tornou uma corrida entre a vida e a morte ao tentar despistar um bando de assassinos cruéis que eliminam friamente quem aparece pelo caminho. Para Doug, que fora traído além da conta, é uma chance de pegar o fugidio pote de ouro e talvez uma última tentativa de redenção. Para ambos, trata-se de uma exótica busca de sentido — e a entrega a uma paixão irresistível vale qualquer risco — enquanto participam de um mortal jogo de apostas elevadas até a apavorante conclusão, que pode não ter vencedores nem perdedores. Nem sobreviventes. (Skoob)
ROBERTS, Nora. Tesouro Secreto. Bertrand Brasil, 2009. 364 p.

Withney MacAllister estava entediada. Acabara de chegar de Paris, mas aquela sensação incômoda não tinha sido solucionada. Dinheiro não faltava, já que era herdeira de um império multimilionário. Mas as festas, viagens e compras já não a preenchiam. Ela pensava em tudo isso enquanto dirigia do aeroporto até sua casa e não fazia idéia de como as coisas estavam prestes a mudar.

Douglas Lord corria pela cidade, fugindo dos brutamontes que o queriam morto. Escondia-se como podia, disfarçava-se entre pessoas e lugares, mas não importava onde fosse, mesmo naquela cidade movimentada, eles sempre o encontravam. Estava a todo o momento apenas segundos na frente deles e, por enquanto, isso bastava. Até que a viu parada no semáforo. Talvez fosse sua única chance. Quando Doug embarcou no carro de Withney, fingindo carregar uma arma, ela não reagiu como ele imaginava que reagiria. Os instintos só se puseram em ação quando as balas começaram a perfurar o carro dela.

E quando esse encontro inusitado une um ladrão de jóias e uma patricinha de Manhattan, já se poderia prever muita confusão. Envoltos em uma aura de aventura, sedução, desejo e perigo, ambos partem juntos para Madagascar em busca de um tesouro de inestimável valor financeiro e histórico.

Depois da leitura de Virtude Indecente, Tesouro Secreto, de Nora Roberts, foi para mim uma deliciosa surpresa. Mantendo todos os detalhes positivos da outra obra, nessa, a autora insere mais ação, mais aventura e um romance ainda mais irresistível e caliente. O tipo de escrita é o mesmo: a narração intercala visões de cada personagem e uma visão externa, o que possibilita sermos "imparciais", mas compreender o que se passa na cabeça de cada um. Por esse motivo, podemos perceber que Withney, mesmo parecendo uma patricinha fútil e mimada, tem muita consciência dos reais valores da vida, e que Doug, sendo um ladrão, tem muito mais boa índole do que muitas pessoas "honestas".

O casal é totalmente improvável, e é exatamente isso que os torna mais ousados e atraentes na história. A birra mútua, as frases rápidas e provocadoras, o jogo de sedução, torna a história muito interessante, mas são os personagens que caem em suas próprias armadilhas. É a desavença que existe entre eles que dá o tempero ao livro.

Outro detalhe interessante na leitura foi imaginar o cenário onde se encontravam: Madagascar. Os cheiros, as frutas, as cores. Ficava rindo sozinha imaginando os lêmures por todos os lados (e, claro, lembrando deles se remexendo muito no filme que leva o nome do país). A corrida frenética pela busca do tesouro ao mesmo tempo em que tentavam salvar suas vidas dá o toque de ação o tempo todo, impedindo que o livro fique cansativo.

Em comparação com o primeiro livro que li de Nora Roberts, Tesouro Secreto foi muito melhor, e já me deixou mais animada para continuar a ler os livros da autora. Ela manteve a mistura de gêneros (suspense, ação, romance) que tanto agrada e, mesmo um pouco clichê, conseguiu criar um enredo novo e encantador. Com certeza, recomendo.

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Destino Íntimo - Gisele Galindo

Sinopse: O que fazer quando o mundo acaba? Esta é a questão que permeia na mente das duvidosas vidas dos sobreviventes de uma catástrofe na Terra. Luna Santiago é uma moça comum até o momento em que se vê diante de um mundo caótico e situações totalmente inusitadas. Entre paixões, amores, poderes e aventuras, ela, com a ajuda das novas amizades, tentará encontrar o real motivo para o caos tanto no mundo externo quanto interno. Um livro distópico, onde prevalece a visão de Luna e suas descobertas. Tente desvendar esse mistério na companhia dela, Leonardo, André e dos demais sobreviventes de Destino Íntimo, livro 1.
Você seria um deles? (Skoob)
GALINDO, Gisele. Destino Íntimo: Uma jornada ao pulsar de um estranho. Literata, 2012. 258 p.

Depois de se dar conta que o amor da sua vida estava nos braços de outra – grávida – ela percebeu o quanto havia errado. Por causa do bebê, ele decidiu se casar com Betina e viver com ela todos os planos que os dois um dia haviam feito juntos. Percebera tarde demais o quanto Lipe significava para ela e se lamentava por isso, mas agora já não havia volta. Seguiria em frente e viveria como pudesse. Como qualquer garota que passa por problemas com pais, namorado e amigos, ela suportaria.

Quatro anos depois, em um dia que deveria ser como outro qualquer, ela percebe, ao acordar, que, a sua volta, restou apenas destruição. Nenhuma construção de pé, nem qualquer pessoa conhecida, nem uma única planta viva. O caos havia se instalado sobre a cidade, e tudo aquilo que fizera parte de sua vida já não existia mais. Apenas ela, sem saber por quê, sem um destino para onde ir, sem ter como fugir da desolação que se expandia dentro e fora de si. Nada de energia elétrica, nada de telefones, nem qualquer outra modernidade.

"De nada adianta gritar. Não existe ninguém para me ouvir ou responder. Tudo o que falo, berro é somente para mim. A impossibilidade de realmente deixar o ocorrido para trás dói tanto quanto o fato de ter perdido a todos que amo. É a morte rondando, perseguindo-me. O aroma cadavérico putrifica o ar. Uma ânsia grotesca invade meu infinito e um abismo se faz crescer diante dos pés. Sinto-me num labirinto, onde sou o centro que ninguém pode chegar ou resgatar. Será uma nova guerra? Um ataque alienígena? O fim do mundo? Alguma explicação tem de existir." (pág. 32)

Vagando sem rumo, ela decide ir ao encontro de Lipe, no Rio de Janeiro, onde agora ele morava. Mas, por qualquer cidade que passasse, a paisagem continuava a mesma: escombros e o cheiro de putrefação, com o qual ela já se acostumava. O homem, que acreditava ser o amor de sua vida, também não vivia mais.

Lutando para não desencontrar sua civilidade e sanidade, ela montou acampamento perto do mar, onde corria, cantava e dançava e, a fim de afugentar a tristeza e a solidão, estabeleceu uma rotina. Até que um rapaz aparece deitado sob sua “cama”. Após um breve momento de tensão, ele se apresenta como Léo e ela, como Luna. Juntos, partem em uma viagem aos quatro cantos do Brasil, tateando às cegas a nova realidade na qual se encontram, esbarrando com alguns poucos sobreviventes e descobrindo uma infinidade de poderes e desafios que agora os acompanham.

Destino Íntimo: uma jornada ao pulsar de um estranho, de Gisele Galindo, é energizante. A aventura, apesar de não nos deixar apreensivos, é tão cheia mistérios e ações que não há como não se envolver. O mundo novo e caótico que a autora criou nos deixa cheios de expectativas, querendo entender os “porquês” de tudo aquilo. A história é tão empolgante e frustrante ao mesmo tempo, que nos deixa com o coração na mão. A frustração, nesse caso, está longe de ser ruim; é ela que nos leva a querer mais, a buscar mais, e a chegar ao final totalmente embasbacados.

O primeiro livro da série Destino Íntimo é narrado, em sua maior parte, em primeira pessoa, por Luna, mas intercala narrações em terceira pessoa, mostrando o ponto de vista de outros personagens; essa variação pode ser confusa no começo, mas eu considerei ser um recurso genial utilizado pela autora. Entre os capítulos da história, aparece um ou outro mais fugaz, com pensamentos, percepções, idéias ou sonhos perdidos, que parecem sem nexo em meio a tantas outras coisas. E a idéia que Galindo vai implantando aos poucos em nosso entendimento nos deixa convictos do que se trata a história, o que, na verdade, nos deixa longe de estarmos preparados para aquele final. Por causa disso, quando cheguei ao epílogo, senti como se todo o ar tivesse sido aspirado de meus pulmões.

Senti falta de um pouco mais de individualidade em alguns dos personagens, algo que pudesse fazer com que me identificasse com eles, ou menos que pudesse identificá-los. Algumas das características não eram tão constantes, o que não me permitiu ter uma definição mais apropriada de suas personalidades. André, por exemplo, foi perfeitamente construído: seu jeitão irônico no início do livro, a verdade contida em suas palavras, e até os motivos da sua mudança, quando foi mostrada sua raiva cega; já Luna, tive minhas dúvidas: ela foi a garota rebelde, dando lugar à insegura, à forte, à decidida, ou misturando vários desses aspectos. Isso, porém, não reduz a qualidade da trama. O contexto é tão bem descrito que é possível compreendê-los e nos colocarmos em seus lugares, mesmo quando de suas variações, já que estão se redescobrindo e modificando.

O único ponto não tão positivo do livro foi que praticamente nenhuma das dúvidas que eu tinha foi sanada. Claro que, se não fosse assim, a maior parte do encanto do livro se perderia, pois tiraria o atrativo da possibilidade. Mas, poxa, agora terei que esperar pela continuação ainda mais ansiosamente.

Com uma escrita e criatividade impecáveis, junto à narrativa fluida e deliciosa, Gisele Galindo conquistou, com Destino Íntimo, mais uma fã. Uma história que ninguém pode deixar de conferir. Quem quiser conhecer um pouquinho mais, pode visitar o blog da série: http://seriedestinointimo.blogspot.com/












~~*~~*~~

P.s.: Hoje, amanhã e segunda estarei fazendo provas de vestibular. Se não aparecer por aqui, não estranhem ;)

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Conjuntando #9: Não me acordem, por favor



Ela falava de autoengano. Era para ser só mais uma palestra acadêmica, mas ela falou de gente, de sentimento, de mim e de todo mundo. Autoengano, sabe? Aquela história de adiantar o relógio cinco minutinhos para não se atrasar. Ou ouvir uma duvidosa proposta masculina e acreditar no velho “não vou fazer nada que você não queira”. Ou botar a culpa de suas falhas em algo externo, ou crer que o mundo é injusto e só lhe faltou a oportunidade certa. É uma inconsciente sabotagem da consciência para afastar a sensação de fracasso, é sua mente dando um materno tapinha no ombro e falando “você é a melhor, filha, os outros é que estão errados”.

Ela estalou os dedos na minha cara, tentando me acordar. Falou das automentiras que apaziguam o ego. Sim, o autoengano é cônjuge da autoestima. Desde o berço, somos adestradas a ouvir “quem é a menina mais linda do mundo?” e levantar os bracinhos. E o mundo desaba quando a princesinha do papai vai à escola e descobre que seu reinado está restrito ao portão de casa, que a Barbie da coleguinha é mais bonita e que a vida nem sempre é um torrão de açúcar. Mas vem a névoa etílica do autoengano e minimiza o mal estar.

Essa história toda me levou a reflexões ainda mais macambúzias. Lembrei dos meus professores mais brilhantes, amargos como bile. Pensei nos gênios da humanidade, todos loucos, suicidas, ermitões. E cheguei à indesejada conclusão, aquela que sempre quis evitar: ou se é muito inteligente ou muito feliz, nunca os dois ao mesmo tempo, impossível associar.

O intelectual não é alegre, o intelectual não joga o jogo do contente, o intelectual é blasé porque é intelectual. Entendam, falo do intelectual estereotipado, sim, uma burra generalização. O intelectual caminha só. As pessoas de horizonte estreito não conseguem viajar com ele. Não descodificam a mensagem, não interpretam os signos, não entendem as referências. Ao intelectual não lhe apetecem as pessoas rasas, por isso mergulha num isolamento cult, vira Robinson Crusoé da ilha da ilustração. Não há nada mais solitário que a rabugice da erudição.

A ignorância é uma algema de pelúcia. Prende, mas não machuca. Quando a visão é limitada, o desagradável permanece turvo. E se as sombras são falsas, meras projeções, ao menos entretêm. O conhecimento é denso, pesado como uma enciclopédia, tira a leveza da alma. Corta a embriaguez da alienação.

Às mentes muito afiadas talvez falte agudeza de espírito e simplicidade. Talvez falte a sabedoria de atribuir valor ao que realmente é valioso, de ver a grandeza do que aparenta ser pequeno. Talvez falte singeleza.

Chega, já tô ficando deprimida.

Pois bem, se assim for, se a senhora da palestra tiver razão, se tiver algum nexo a minha conclusão, escolho o conforto do não saber, a segurança dos olhos vendados. Quero viver um ignorante sorriso bobo, uma ilusão perpétua e um autoembuste infinito. Quero maquiar a feiura da vida e padecer até o fim dos meus dias do ingênuo complexo de Pollyanna. Não me acordem, por favor.



Texto de Luiza Nucada. Retirado do site da revista Naipe.

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Sushi - Marian Keyes

Fonte da Imagem: O que eu ia te falar?
Sinopse: "Sushi" é um livro sobre a busca da felicidade. E ensina que, quando você deixa as coisas ferverem sob a superfície por tempo demais, cedo ou tarde elas acabam transbordando. Perspicaz, engraçado e humano, este romance de Marian Keyes consolida sua posição como a mais popular jovem autora da Grã- Bretanha. Lisa Edwards, a durona e sofisticada editora de revistas, acha que sua vida acabou, quando descobre que seu novo emprego "fabuloso" não passa de uma ordem de deportação para a Irlanda, com a missão de lançar a revista Garota. Ashling Kennedy, a editora assistente da Garota, também tem seus problemas. É a Rainha da Ansiedade, e não é de hoje que sente que algo não está cem por cento na sua vida. E não só porque o que lhe sobra são bolsas, falta em cintura e namorado - mas porque, no fundo, no fundo, falta algo mais, como aquele pontinho minúsculo que fica na tela quando a gente desliga a TV à noite. Conhecida como "Princesa", a vida sempre deu a Clodagh tudo que queria (e por que haveria de ser diferente, quando se é a garota mais bonita da turma?). Ao lado de seu príncipe e dois filhinhos encantadores, ela vive um conto de fadas doméstico em seu castelo. Mas então, por que será que nos últimos tempos anda sentindo vontade - e não pela primeira vez - de beijar um sapo? (Abrindo o jogo: de dormir com um sapo). Mais um sucesso de Marian Keyes, que vem divertindo milhares de leitores no mundo todo. (Skoob)
KEYES, Marian. Sushi. Bertrand Brasil, 2009. 574 p.

Lisa trabalha há anos como editora-chefe na Inglaterra e faz de tudo para subir ainda mais na vida. Seu objetivo é chegar a uma revista de Nova York, independente de quem tenha que passar por cima. Por causa disso, seu casamento chegou ao fim, se contenta em apenas fingir que come agitando a comida no prato, em fazer dietas mirabolantes para manter a forma, além de fazer desaparecer das araras algumas das roupas mais estilosas dos ensaios para a revista. E quando acha que sua grande oportunidade chegou, fica sem chão ao descobrir que foi, na verdade, escalada para uma revista na Irlanda, a Collen, sem mais opções.

Ashling vive uma vida mais ou menos. Terminou seu namoro há algum tempo, mas sempre que Phelim volta ao país tem uma recaída. Desempregada, nem acredita quando consegue uma vaga como editora assitente da Collen, mas se sente totalmente alheia ao mundo quando conhece sua chefe Lisa. Já próxima dos trinta, tudo o que Ashling desejava era uma família como a de Clodagh: casada com Dylan, um marido lindo e atencioso, que dava tudo que ela precisava, dois filhos ainda mais lindos, uma casa, um cartão de crédito, e nem precisava trabalhar. E as coisas estão prestes a mudar para Ashling. Quando ela conhece o comediante Marcus Valentine, vê nele, além de um namorado, um amigo e companheiro.

Clodagh tinha tudo o que planejara para sua vida. Mas se sentia como se precisasse de mais, como se não fosse completa. Vivia louca e entediada com a criação dos filhos, e já não conseguia mais olhar seu marido com toda a paixão que uma vez sentira por ele. Resolvida a mudar, começa a correr atrás de sua felicidade.

"Sabem como é. As vezes, você conhece uma pessoa maravilhosa, mas apenas por um rápido instante. Talvez em férias, num trem ou até numa fila de ônibus. E essa pessoa toca sua vida por um momento, mas de uma maneira especial. E, em vez de lamentar o fato de ela não poder ficar com você por mais tempo ou por você não ter a oportunidade de conhecê-la melhor, não é mais sensato ficar satisfeito por ter chegado a conhecê-la um dia?"

Apesar de alguns sentimentos adversos durante a leitura de Sushi,  em sua maioria o livro foi divertidíssimo. Me peguei gargalhando alto tantas vezes, que era impossível que não me olhassem meio atravessado. Fazia tanto tempo que eu não lia algo assim, que a história conseguiu até me deixar mais leve. Da mesma forma como em Melancia, o único outro livro que li da Marian Keyes, as situações são exageradas - característico dos chick-lits -, mas são tão bem encaixadas na história que é impossível não imaginar como seria se acontecesse conosco. Diferente desse, porém, Sushi tem muito menos lenga-lenga e muito mais fatos, o que dá mais agilidade à história.

Todo o livro, narrado em terceira pessoa, alterna a visão entre as três personagens principais, o que é muito bom, já que, com mentalidades e atitudes tão diferentes, não deixam a história esfriar. Tratando basicamente da busca pela felicidade, mostra como uma coisa que vale para uma pessoa, pode não valer para outra, ou ainda, como aquela coisa pela qual lutamos tanto, nem sempre é de verdade aquilo que nós queríamos.

Gostei muito de quase todos os personagens, inclusive dos secundários. Apesar de metida, egoísta e meio enjoada, pode-se entender o porquê das atitudes de Lisa, e é impossível deixar de dar crédito à sua auto-estima, segurança e determinação. Ashling, quase o inverso de Lisa, é um pouco medrosa, baixa auto-estima, e é sensível e um pouco doce. Clodagh foi a única das três que não gostei; até senti um pouco de pena no começo, mas depois vi que ela era, antes de mais nada, invejosa, e parecia querer a vida de Ashling para si.

Dos demais personagens, achei a equipe da Collen hilária. O Boo, tão inteligente e com uma ingenuidade tão branda, me deixou meio chorosa. A Joy e o Ted eram cômicos e, fora o fato dela querer empurrar para a Ashling os "piores homens famosos da Terra", eram os amigos que qualquer um gostaria de ter. Me apaixonei pelo Oliver, com seu jeito "paixão" de chamar Lisa. Imaginei o Dylan tão lindo, que era impossível entender todo aquele sentimento de indiferença da Clodagh. E o Jack, bom, eu gosto de homens sérios às vezes, dá um ar charmoso. Marcus Valentine, em compensação, era um cara bem mais ou menos, que durante o desenvolvimento da trama provou ser isso mesmo. Acredito, porém que, se qualquer um desses fosse tirado da trama, ela perderia bastante da sua graça.

Eu amei o livro, e já estou louca para ler mais alguns escritos por Marian. Minha experiência com Melancia tinha sido boa, mas não passou disso, então esse livro para mim foi uma surpresa bastante agradável. Recomendo para qualquer um que queira rir um pouquinho ;)

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Conjuntando #8: Filmes


Oiii! Vamos ver mais algumas dicas de filmes?


Sem Saída:

Nathan (Taylor Lautner) descobre, sem querer, com a ajuda de Karen (Lily Collins), que sua foto estava em um site de crianças desaparecidas. Desconfiado de seus pais, ele resolve investigar o que aconteceu no passado, mas de uma hora para outra todos que estão a sua volta começam a morrer e sua vida também está em jogo. Nesse momento ele enfrenta uma corrida contra o tempo para se salvar de alguém que o quer morto.

Já assisti esse filme há um tempinho, no cinema, mas não tinha tido tempo de citar ele aqui para vocês. E sabe a primeira coisa que eu pensei: me surpreendeu. O filme tem um enredo bem atraente e é cheio de cenas de ação e de fuga, que eu adoro, e mistérios que tentamos desvendar junto com os personagens. Não é nada fora de sério, mas eu não esperava muito, então saí com a sensação de ter sido um filme bom. A interpretação do Taylor e da Lily convencem e, para que gosta do gênero, vale a pena conferir.


Uma manhã gloriosa:


Becky Fuller (Rachel McAdams) é uma produtora de televisão que foi demitida de seu programa de notícias, mas consegue uma vaga para tentar levantar a moral de outro em uma nova emissora. O único problema é que para conseguir isso terá que fazer muitas mudanças, entre elas, convencer o premiado Mike Pomeroy (Harrison Ford) a apresentar matérias de moda, amenidades, de conteúdo fraco e, para piorar, ao lado de uma ex miss Arizona (Diane Keaton), seu desafeto. Com pouco tempo para reverter a queda de audiência, Becky terá que se virar para driblar o humor de seu elenco, ser reconhecida profissionalmente e ainda viver um novo amor.  

Peguei esse filme para assistir por falta de opção, confesso. Já tinha lido alguma coisa sobre ele, mas não dei muita atenção. Achei que seria apenas uma comédia romântica, mas errei feio. Acho que o romance, nesse caso, fica tão para segundo plano que quase nem faria falta (e olha que sou romântica incorrigível). O que mais me tocou foram as relações de confiança, de amizade, o poder que a força de vontade de alguém traz à vida de outros já totalmente desmotivados e desacreditados. No mesmo final de semana, assisti duas vezes, então acho que nem preciso dizer mais nada.


E vocês, já assistiram algum desses? O que acharam?

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Novidades #13: Layout e Parceria

Ei, queridos leitores. Estava com saudades de vocês! Minha internet resolveu me lograr esse final de semana, e perdi tanto tempo tentando fazer funcionar que desisti. E meus posts que já estavam atrasados estão se acumulando, por isso, essa vai ser a segunda semana consecutiva sem o "Essa Semana" na segunda-feira. Depois deixo vocês a par, ok?


Perceberam que mudei o layout do blog? Fez bastante diferença, não é mesmo? Pois então, quero saber o que vocês acharam, e com sinceridade. Ainda preciso reorganizar a barra lateral e tudo o mais, mas no geral, achei bom. Vou fazendo isso com tempo, já que as coisas ainda não se organizaram por aqui, e com o fim do ano chegando, não fica nem um pouco mais fácil. ;~


Hoje tenho apenas uma novidade, mas que me deixou bastante feliz! O blog agora é parceiro oficial da Editora Dracaena, então fiquem atentos, que haverá sempre muitas novidades dela por aqui.


E hoje, não deixaria por menos, não é? Vamos conhecer alguns dos lançamentos que a Editora anuncia para novembro:


A Arte da Invisibilidade
Páginas: 132
Pré-venda:
http://www.dracaena.com.br/?modulo=Produtos&item=ProdutosView&id=26
Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/200299-a-arte-da-invisibilidade
Sinopse: "Área 51? Matrix? Iluminatis?
A Editora Dracaena resolveu apostar no livro ultra polêmico ‘Pop filosófico’ A Arte da Invisibilidade, do autor carioca Allan Pitz, que realmente promete mexer com imaginário Nerd popular.
O livro não só confirma (dando exemplos cabíveis) a existência de uma ‘matrix ilusória’, criada para nutrir-se de nossa sociedade privada de evolução, mas, também, apresenta formas interessantes de nos tornarmos invisíveis a esta prisão hipnótica.
Para que, por fim, a Terra possa se reunir de uma vez com os representantes intergalácticos de outros povos (interessados em nossa evolução, e prontos para o desembarque em solo terrestre).
Uma viagem daquelas!Segundo o autor, a obra suscita aspectos evolutivos decadentes na filosofia humana atual, empurrando as mentes para soluções simples e libertárias.
Trazendo de volta poderes adormecidos da raça humana.
Tudo isto à base muito vinho tinto e irreverência, já que Pitz se auto intitula PhD em Patavina, e grande nerd orgulhoso da boa geração Atari.Imperdível para quem curte as histórias de conspiração e segredos governamentais."


Conheça o autor: Allan Pitz


O escritor carioca Allan Pitz é, além de diretor teatral − o que confere à sua escrita uma dramaticidade extra, inerente às artes cênicas −, um pensador do asfalto, um peregrino das ebulições da vida, filósofo urbano, romancista original. Autodenomina-se com humor: “Escritor por maioria de votos, contador de histórias, visceral, humano, PhD nas próprias reflexões e estudos solitários sobre tudo”. Tem compulsão pela vida, que registra em jorros, nas incontáveis cenas de absurdo criadas a partir de sua observação do cotidiano. Tudo pode ser subsídio para se transformar em uma cena, um conto, uma ideia para um livro.





Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos
Páginas: 618
Pré-venda:
http://www.dracaena.com.br/?modulo=Produtos&item=ProdutosView&id=25

Skoob: www.skoob.com.br/livro/198922
Sinópse:
"Meigan é um mundo diferente do nosso, morada de seres especiais e poderosos que se denominam magis.
Na aparência são exatamente como nós, mas as diferenças não podem ser ignoradas por muito tempo. Os magis tem uma relação especial com a natureza e seus elementos, moldando-os a sua vontade e apoderando-se de sua força.
Esses elementos, chamados mantares, não se limitam apenas aos conhecidos fogo, terra, ar e água.
Existem muitos outros, como as sombras, o tempo e até mesmo o controle sobre o próprio corpo. Ter a capacidade de decifrar, entender e interagir com a natureza é um dos principais requisitos para a evolução de um magi.
Para tanto, deve-se, primeiramente, entender que tudo faz parte da mesma manifestação natural e que toda matéria e energia estão inseridas em um processo dinâmico e universal."



Conheça as autoras:

Roberta Spindler



Roberta Spindler nasceu em Belém do Pará, em 1985. Graduada em publicidade, trabalha como editora de vídeos. Escreve desde a adolescência e é apaixonada por literatura fantástica.




Oriana Comesanha


Oriana Comesanha tem 25 anos, nasceu em Belém do Pará. É formada em psicologia pela Universidade Federal do Pará e trabalha na área de psicologia jurídica. Começou a escrever ainda jovem, atividade que originou o livro Contos de Meigan – A fúria dos Cártagos, e atualmente divide seu tempo entre a paixão pela profissão e pela literatura. Tem alguns contos ainda não publicados, além de publicações em sua área de interesse profissional.






Demoníaco - Saga Asa Negra - Vol. 1
Páginas: 240
Promoção Especial na Livraria Travessa - Pré-venda:
ttp://www.travessa.com.br/DEMONIACO/artigo/8051c893-2912-4b0a-b22a-46ed40780546
Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/202356
Sinópse:
Diablo Ader é filha de uma relação entre Lilith e Lúcifer, que resolve sair do Inferno para trabalhar na Terra como caçadora de demônios. Conhecida por sempre obter sucesso, os Anjos colocam nas suas mãos uma tarefa que, ao seu ver, era a mesma das outras: matar um demônio.
Este, porém, seguia uma linha de terrorismo completamente diferente dos outros: ele estuprava e espancava adolescentes até a morte, porém, não deixava rastro algum.
Durante dias ela procura por ele e não obtém sucesso, até certo dia, em que ele deixa um forte rastro. Mas ela nunca imaginou que simplesmente correr atrás dele e matá-lo seria uma tarefa tão complicada... Ainda mais quando um resquício de paixão se coloca entre eles.

Conheça a autora: Pandora Fairel


Pandora Fairel é brasileira, natural de Santa Catarina e tem dezessete anos. Está cursando o último ano do Ensino Médio e pretende cursar Cosmetologia e Estética, Artes Cênicas e Letras futuramente. É apaixonada por livros, teatro e sua paixão é a escrita.
Demoníaco é a sua estréia literária.










Eu fiquei interessada pelos três. E vocês, o que acharam?


Beijos,
Julia

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Virtude Indecente - Nora Roberts

Sinopse: Quando uma superstar da literatura policial visita a irmã, pretendendo relaxar e espairecer da cansativa turnê de lançamento de seu novo bestseller, vê-se na pista de um assassino da vida real que já desestruturou sua vida e agora... pretende matá-la.
Grace McCabe fica chocada ao descobrir que a irmã Kathleen mora num subúrbio decadente de Washington, D.C., e complementa a renda como operadora de telessexo após ter passado por um divórcio penoso. Entretanto, com a empresa Fantasia garantindo anonimato completo aos funcionários, até onde essa atividade pode ser perigosa? Grace logo descobrirá a resposta quando certa noite, ao regressar para casa, depara-se com uma cena tenebrosa, que poderia ter saído de um de seus mais apavorantes romances.
Ignorando as advertências do tranquilo detetive Ed Jackson, monta sozinha sua própria armadilha para incitar o assassino a sair do esconderijo.
Mas o que pode protegê-la de um maníaco cuja volúpia de matar não se detém diante de nada... nem de ninguém? (Skoob)
ROBERTS, Nora. Virtude Indecente. Bertrand Brasil: 2009. 294 p.

Grace, uma escritora bem sucedida, nunca fora próxima da irmã. Queria que fossem amigas, queria que pudessem se conhecer de verdade, mas Kathleen nunca deu abertura para isso. Até que, depois do fim do casamento Kathy e de sua mudança para um bairro pequeno e tranqüilo, Grace convence a irmã a deixá-la passar as férias em sua casa.

E por um momento, elas tiveram tudo isso. Na primeira noite de Grace na casa da irmã, compartilham idéias, conversas regadas a vinho, e Kathleen chegou a contar mais sobre sua vida do que Grace jamais soubera. Conta-lhe que as aulas durante o dia não garantiriam dinheiro suficiente para brigar pela guarda de seu filho, e que, por isso, estava fazendo um trabalho extra durante as noites. Ser atendente de tele-sexo, usando Desireé como codinome, era algo que Grace nunca imaginaria que a irmã fizesse. Mas depois que Kathy garantiu que não haveria como chegarem até ela, que não correria risco, achou divertida a idéia.

Mas alguém chegou. Antes, Grace chegara a pensar em escrever o roteiro de um de seus romances policiais usando esse tipo de atividade como pano de fundo. Só que, dessa vez, ela não conseguia mudar a história, os eventos não eram uma escolha sua. Kathy estava morta, e não havia nada que pudesse desfazer isso.

Ed, um policial visinho de Kathy com quem Grace havia saído na noite em que a irmã fora assassinada, é quem assume o caso e, sem deixar de lado a postura profissional, apoia Grace e tenta dar a ela um pouco de sensatez para lidar com a situação, permitindo um novo sentimento na vida dos dois.

"Meu Deus, jamais soubera que seria assim. O corpo, a mente, talvez até a alma, se é que existia tal coisa, se haviam elevados a alturas imensas e se retesado ao máximo. Todos os outros artifícios que ele usava, o álcool, as drogas, o jejum, nenhum deles chegara nem perto daquele tipo de intenso prazer. Sentia-se nauseado. Sentia-se forte. Sentia-se invencível.
Era o sexo ou o assassinato?
Rindo um pouco, mudou de posição no lençol molhado de suor. Como poderia saber, se aquela fora a primeira experiência com os dois? Talvez houvesse sido a combinação de ambos. De qualquer modo, teria de descobrir." (pág. 67)

Virtude Indecente, de Nora Roberts, narra a construção do caráter de um serial killer, permitindo-nos compreender o que se passa na cabeça daquela pessoa; em síntese, loucura. Situações inventadas que se tornam tão reais para aquele que as "vivenciam", que podem influenciar todas as suas ações, sua vida. Esse foi o detalhe que mais me agradou na história: saber o tempo quem era o assassino, mas poder conhecer o porquê de suas atitudes, observar o que ele pensava. O quote acima, por exemplo, trata-se de uma passagem logo após o assassinato de Kathleen, quando ele percebe que gostou da sensação proporcionada pelos "atos".

Um detalhe interessante da narração de Nora é que ela intercala primeira e terceira pessoas, inserindo nesse processo todos os personagens. Reparei isso em outro livro dela também, então acho que é uma característica da autora. Na história, isso nos insere no ponto de vista dos envolvidos, e acabamos compreendendo-os, mesmo quando não concordamos com eles. Isso também, aliado à mistura de pontos fortes e fracos dos personagens, tornam-os mais reais.

Grace é uma mulher bem resolvida, bem sucedida e que se descobre forte com o decorrer do tempo. Ela, que sempre tinha alguém para encarar a responsabilidade por ela, precisou tomar as rédeas com a morte da irmã. Os pais precisavam de alguém com fibra, e ela foi esse alguém. Ed é simplesmente hipnotizante, lindo, forte, que quer proteger a mulher que ama, mas não é controlador. É encantador. Apesar de ter a ideia da mulher ideal "dona de casa" no início da história, muda de opinião rapidinho quando conhece Grace. Juntos, os dois são uma graça. Mais que amantes, são amigos.

Impossível deixar de comentar que, sempre que ouço falar dos livros da Nora, fala-se sobre a mistura entre ação, suspense, romance... E tenho que elogiar a autora por conseguir fazer isso com tanta graça (quem seria eu para falar mal, também, hein?). Foi uma mistura muito agradável, sem perder o tom em nenhum trecho, e sem exagero de um ou outro gênero.

Para um primeiro livro que leio da autora, achei bom. Era um pouco menos que esperava, mas não tenho do que reclamar. Quer dizer, até tenho, mas não é culpa da Nora. Isso porque a edição que eu li era vira-vira da Saraiva e durante a história percebi que esse livro era uma continuação de outro, mas o livro que vinha do outro lado não era o primeiro. Até agora não entendi o por quê disso, e não sei qual a ideia de fazerem dois livros em um e separar a série, mas... vai entender!

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Resultado: Promoção O Pão da Amizade






E então pessoal, ansiosos para saber que ganhou um exemplar do livro O Pão da Amizade? Foram 146 formulários, e apenas 22 participantes. Vamos lá?


E quem ganhou foi...


Adriana Santos Oliveira! Ela seguiu todas as regras e vai levar esse livro para casa.

Parabéns Adriana!!






Entrarei em contato com a vencedora na segunda-feira, e a partir dessa data ela terá dois dias para me responder. Se não houver resposta, o sorteio será refeito.



P.s. Queridos, tenho várias novidades para vocês, mas estou sem tempo de preparar os posts. Agora mesmo estou atrasada, e só poderei usar computador novamente na segunda, então... Até lá. Bom final de semana a todos.

Beijos, Julia

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