Top Comentarista - Fevereiro


Depois de vários meses sem, resolvi fazer novamente um Top Comentarista. E como eu não gosto de nada muito simples, resolvi diversificar bastante nas regras desse novo Top ;)

  •  Serão cinco títulos disponíveis:
1. Minta Que Me Ama;
2. Twittando o Amor;
3. Infinity Drake;
4. Um Conto do Destino;
5. Primeiro Amor.
  • Desses cinco livros, o vencedor do Top Comentarista terá direito a escolher o de sua preferência (um deles), que receberá em casa.
  • Haverá um segundo premiado, mas esse será definido por sorteio, que escolherá, dentre os livros restantes, aquele que quer receber.
Será, portanto, um 2 em 1, Top Comentarista e Sorteio. Assim, será possível concorrer apenas pelo Top Comentarista, apenas pelo Sorteio, ou das duas maneiras ao mesmo tempo.

  • Regras:
  1. Para participar do Top Comentarista é necessário preencher a primeira entrada no formulário Rafflecopter abaixo. Apenas a primeira, e já estará concorrendo por esta modalidade.
  2. Ao final do mês, será sorteado um dos posts do mês de fevereiro. Não serão selecionados posts referentes a novas promoções.
  3. Naquela postagem selecionada, será dado um número, por ordem de comentário, apenas àqueles que se inscreveram para participar do Top Comentarista (preenchendo a primeira entrada do formulário). Por esse número, via Random, será sorteado o comentarista que levará o prêmio.
  4. O post em que ocorrerá o sorteio só será definido no final da promoção, por isso quanto mais comentários forem feitos, maiores as chances.
  5. Só serão aceitos comentários com conteúdo, que demonstrem que a publicação foi lida.
  6. Serão válidos os comentários feitos durante todo o mês de fevereiro, inclusive naquelas postagens já publicados até a presente data.
  7. Será válido apenas um comentário por participante em cada postagem;
  8. Para participar do Sorteio, basta preencher a segunda opção do formulário Rafflecopter abaixo. É essa opção que habilitará o participante a concorrer nessa modalidade. Todas as outras entradas são opcionais, e garantem mais chances de ser sorteado.
  9. O resultado será publicado em até 7 dias, ao final da promoção, nesse mesmo post e divulgado nas redes sociais do blog. O vencedor será contatado por email;
  10. Os livros serão enviados por mim em até 40 dias.
  11. O Conjunto da Obra não se responsabiliza em caso de extravio pelos correios.

a Rafflecopter giveaway


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A Pousada Rose Harbor - Debbie Macomber


Sinopse: Jo Marie Rose decide comprar uma pequena pousada, como forma de superar a morte do marido. Mal sabe ela que as surpresas que a esperam nessa nova empreitada. Seu primeiro hóspede é Joshua Weaver, que voltou para casa para cuidar de seu padrasto doente. Os dois nunca se conheceram pessoalmente e Joshua tem alguma esperança de que possam conciliar suas diferenças. No entanto, uma habilidade de Joshua há muito perdida prova que o perdão nunca está fora de alcance e que o amor pode florescer onde menos se espera. A outra hóspede é Abby Kincaid, que retorna a Cedar Cove para comparecer ao casamento do irmão. De volta pela primeira vez em 20 anos, ela quase deseja não ter ido, devido às memórias trazidas pela pitoresca cidade. E conforme Abby se reconecta com sua família e seus velhos amigos, percebe que só pode seguir em frente se permitir-se verdadeiramente a isso. (Skoob)

MACOMBER, Debbie. A Pousada Rose Harbor. São Paulo: Novo Conceito, 2013. 348 p.


Jo Marie quer recomeçar sua vida. Após perder o marido em um acidente, Jo decide comprar uma pousada em um lugar chamado Cedar Cove. Pacífico e com pessoas amigáveis, ela espera superar o luto e criar novos laços nesse lugar tão pitoresco. Seus primeiros hóspedes, Abby Kincaid e Joshua Weaver, também trazem grandes fardos consigo. Joshua e Abby não retornam a Cedar Cove há anos e terão que superar todos os seus medos e esquecer coisas do passado nessa pequena estadia.

A narrativa de Debbie Macomber é tão calma quanto Cedar Cove. Debbie nos narra a história com serenidade e simplicidade. É incrível a atmosfera de calma nesse livro, apesar de todos os conflitos que os personagens têm, tantos obstáculos a serem superados. A Pousada Rose Harbor nos brinda com três histórias diferentes, mas interligadas. Os três protagonistas precisam de um rumo para a vida, precisam deixar o passado e acima de tudo, perdoar a si e aos outros. E a pousada é o lugar ideal para isso. Em Cedar Cove todos terão a chance de recomeçar. 

"Os dois tinham voltado com fardos nas costas à Cedar Cove, seu antigo lar. Mas eu mesma carregava vários. Percebi que cada um de nós leva sua carga, alguns mais que outros. Algumas pessoas ficam tão acostumadas ao peso extra que parecem não ter mais consciência dessa bagagem. Senti um impulso de ajudar meus hóspedes, mas não tinha certeza se e como poderia ajudá-los - ou mesmo se deveria tentar. Talvez eles tivessem vindo à Pousada Rose Harbor para poderem me ajudar." 

A Pousada Rose Harbor não tem uma narrativa dinâmica nem nada parecido, segue uma linha contínua durante todo o enredo. Vamos acompanhar a história de três pessoas diferentes nessa calmaria infinita. Isso não chega a ser um ponto negativo, entretanto, em certos momentos me causou uma leve agonia. Em suma, o livro tem um desenvolvimento lento.

A narrativa é dividida entre primeira pessoa por Jo Marie e terceira pessoa por Josh e Abby. Confesso que meus momentos favoritos ficavam a cargo de Jo. Sempre fui grande fã de narrativas em primeira pessoa, ela sempre me aproxima muito do personagem, então senti essa ligação mais forte com Jo do que com os demais personagens. Apesar de interessantes, não consegui me envolver tanto com eles.

“– (...) Eu o odiei por tanto tempo... mas não percebi como amor e ódio podem estar próximos.”

Apesar de todos os pontos citados anteriormente, eu gostei de A Pousada Rose Harbor. Terminei o livro com uma sensação incrível de tranquilidade, fora que os personagens cresceram muito durante o enredo. Posso dizer que terminei o livro muito leve <3






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Minta que me ama - Maria Duffy

Sinopse: O inverno é a estação mais aconchegante do ano, mas Jenny Breslin não se sente nada confortável. Tudo na sua vida a total ausência de romance, o emprego chatíssimo no banco foi tocado pela mágica das festas de fim de ano. A simples ideia de passar por mais um Natal com a sua mãe extravagante e Harry, o novo namorado dela, a enche de pavor. Mas isso é na vida real...

No Twitter, as coisas não poderiam estar mais interessantes. Nele, Jenny tem uma carreira em ascensão, uma vida amorosa sensacional e uma agenda superconcorrida. Então, em uma noite de bebedeira, Jenny está tuitando com suas amigas Zahra, Fiona e Kerry. E de repente ela as convida para passar alguns dias em sua casa em Dublin. À medida que a sua vida virtual entra em rota de colisão com a sua verdadeira rotina, Jenny não sabe para onde correr. Tudo parece contribuir para mostrar que a existência das suas companheiras de Twitter é um milhão de vezes mais interessante do que a sua. O fim de semana chega, e segredos são compartilhados. Jenny começa a perceber que, enquanto ela sonhava, as coisas acontecem bem depressa.
Será que é muito tarde para que ela volte a assumir o controle da sua própria e verdadeira vida? (Skoob)
DUFFY, Maria. Minta que me ama. Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2014. 384 p.


Minta que me ama me conquistou pela capa. É bem comum eu ser fisgada assim. A cor, as luzes, o clima do inverno, de natal, logo me fizeram ficar curiosa para saber o que aquela garota da capa parecia ter aprontado. Ao terminar de ler o livro, pesquisei no google as resenhas de outros blogs – é tipo um hábito. E, com tantas resenhas muito positivas, fiquei pensando várias horas no porquê de a história não ter funcionado tão bem para mim.

Antes de dar minha opinião, tenho que comentar algumas coisas que simplesmente não fizeram sentido. A primeira delas é o título. Se alguém entendeu o porquê dele, conte-me, por favor. Eu adorei o título, acho que há força nas palavras escolhidas, mas... será que é por causa das não verdades tão presentes nas redes sociais? A outra, foi a época em que se passa a história. Eu esperava ler uma história natalina, mas o natal só estava lá “por acaso”, já que tudo poderia ter acontecido em qualquer outra época do ano. Isso não é uma crítica, mas a impressão que tive era de que a autora iniciou a escrita do texto com uma intenção e os personagens a levaram para outra direção.

Minta que me ama, de Maria Duff, é um chick-lit que conta a história de Jenny Breslin, uma mulher de 30 anos que não está satisfeita com sua vida. A melhor parte dela é o que ela pode ser quando está no twitter. E ela gosta tanto disso que, uma noite, depois de algumas taças de vinho, convida suas amigas virtuais para visitá-la em Dublin. Só que agora ela não sabe o que fazer e está nervosa por ter de pensar em maneiras de mostrar para mulheres tão perfeitas que sua vida real também pode ser interessante.

No início do livro, Jenny era melancólica e reclamona. Ela reclamava de sua mãe, de sua chefe, dos homens que ela não tinha, de ter uma vida mais ou menos. Quase toda a primeira metade do livro eu fiquei realmente preocupada de ter que ler um livro inteiro com uma protagonista assim. Porém, como já dizia a divisão do livro, essa era apenas “A calmaria que precede a tempestade”. A leitura não foi totalmente chata nesse primeiro momento, os capítulos mostravam como era o cotidiano de Jenny com narração em primeira pessoa, mas a protagonista cansava às vezes.

Quando veio “A tempestade”, aí sim a história se tornou mais interessante. O encontro das garotas do twitter trouxe situações inusitadas, exageradas, típicas de livros do gênero. Os acontecimentos passaram a ter velocidade, e eram tantos ao mesmo tempo - e tão desesperadores! - que eu não sei como Jenny não parou, sentou e chorou para o resto da vida! Rsrs Brincadeiras à parte, foi nesse segundo momento do livro que o enredo deslanchou e que o envolvimento realmente aconteceu.

"Acredito muito em sinais. Por exemplo, sempre digo para mim mesma que, se os próximos três semáforos  estiverem verdes, é porque vou ter um bom dia. Ou que, se uma das minhas músicas preferidas tocar na rádio dentro de cinco minutos, algo bom vai me acontecer. Não sou totalmente louca e sei que isso não é uma ciência exata, mas é algo que me ajuda porque eu geralmente trapaceio, então os sinais sempre me beneficiam!"

No entanto, ao mesmo tempo em que era envolvente acompanhar o que estava acontecendo e saber como as coisas seriam resolvidas, eu não me diverti com o livro. Não soltei nem uma gargalhada, somente um ou dois sorrizinhos. Geralmente não é isso que se espera de um chick-lit. Além do mais, eu consegui prever todas as grandes surpresas do livro. Isso não fez da história pior, mas é incrível como eu tenho o dom de me auto sabotar. Por todos esses elementos, eu me sinto dividida ao escrever essa resenha, pois não foi uma leitura ruim, tampouco foi boa.

De qualquer forma, Minta que me ama é um livro leve, com uma mensagem linda, especialmente sobre o quanto nosso ponto de vista pode modificar a realidade ao nosso redor. Mesmo que não tenha sido o que eu esperava, já que eu imaginei boas risadas, foi como se eu tivesse lido um romance fofo, o que é agradável de qualquer maneira. Para os que têm curiosidade, leiam, porque acredito que eu tenha sido exceção, e a maioria dos comentários que eu li foram bem empolgados a respeito da história.


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Conjuntando #35: Dezembro em fotos

Parece que desde Dezembro já se passou uma eternidade. 2014 faz tempo, né? rsrs

Eu tenho essa impressão. Tive duas férias em janeiro, uma no início do mês, outra no final, de poucos dias cada, então Janeiro rendeu - e as leituras também, mas isso é assunto para um outro post.

Hoje quero mostrar as fotos publicadas lá no Instagram do Conjunto da Obra no mês de Dezembro. Assim que possível trarei as fotos de Janeiro também, ok?



Dezembro por aqui foi agitado, viram?

E vocês, que coisas boas têm para contar? Já leram alguns dos livros da foto?



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Mundo Novo - Chris Weitz

Sinopse: Neste mundo novo, só restaram os adolescentes e a sobrevivência da humanidade está em suas mãos. Imagine uma Nova York em que animais selvagens vivem soltos no Central Park, a Grand Central Station virou um enorme mercado e há gangues inimigas por toda a parte. É nesse cenário que vivem Jeff e Donna, dois jovens sobreviventes da propagação de um vírus que dizimou toda a humanidade, menos os adolescentes. Forçados a deixar para trás a segurança de sua tribo para encontrar pistas que possam trazer respostas sobre o que aconteceu, Jeff, Donna e mais três amigos terão de desbravar um mundo totalmente novo. Enquanto isso, Jeff tenta criar coragem para se declarar para Donna, e a garota luta para entender seus próprios sentimentos - afinal, conforme os dias passam, a adolescência vai ficando para trás e a Doença está cada vez mais próxima. (Skoob)

WEITZ, Chris. Mundo Novo. Seguinte: 2014. 328 p.


Jefferson e Wash são os dois irmãos que chefiam uma tribo de garotos, que vive confinada no que sobrou de um parque de Nova York. Já no início do livro, Wash atinge a idade de 18 anos e morre, devido ao vírus que matou toda a população maior que 18 anos e menor que 12. Jefferson assume então a responsabilidade de chefiar o grupo.

Donna é a garota por quem Jefferson é apaixonado desde a infância. Ela não sabe disse, e também não consegue compreender os sentimentos que nutre por ele, mais devido à forma como todos vivem.

Crânio é o gênio da tribo. Ele descobre uma pista de como criar uma vacina para o vírus, mas ela está em uma revista que pode ser encontrada na biblioteca da cidade. Os dois decidem se arriscar ao sair do parque e atravessarem meia cidade, pelo meio de outras tribos, para tentarem descobrir a verdade.

Juntam-se a eles, Peter e Minifu. O primeiro é o confidente de Donna; a segunda, é uma garotinha apaixonada por Crânio.

“Tenho sonhos sobre a doença. Às vezes ela assume forma humana. Um uniforme de quem trabalha com armas biológicas sem nada dentro, a não ser uma luz branca ofuscante.”

Armados com tudo o que podem carregar, eles utilizam uma picape velha e partem para uma jornada que não tem como terminar sem tiroteios, perseguições, ataques de diferentes inimigos e mortes. No meio disso tudo, Donna precisa aceitar o que sente por Jefferson, e este ganhar a confiança em si, necessária para manter seus amigos vivos.

A narrativa de Mundo Novo é em primeira pessoa, mas feita por Jefferson e Donna em capítulos alternados. Enquanto o Jefferson é mais sério e centrado em suas ações e nas escolhas que é obrigado a realizar, Donna é pura dualidade, humor, sarcasmo e torna a leitura de seus capítulos, deliciosa.

Chris Weitz conseguiu dar a seus personagens características apaixonantes, fortes, críveis para a idade que têm. Eles enfrenam dúvidas, medos, paixões, desejos comuns, ao mesmo tempo que precisam enfrentar situações de morte e escolhas difíceis até para adultos experientes.

A forma como os jovens se agrupam formando tribos é muito semelhante ao que já fazem nas escolas hoje em dia. É coerente. E os erros que eles cometem, também. O autor não esconde detalhes que sabemos que existiram em uma sociedade formada por adolescentes, como a dominação sobre as garotas e os mais jovens.

Alguns lugares por onde passam Jefferson e sua turma, são assustadores, e a forma como alguns jovens decidiram sobreviver, também. E tudo isso sem perder aquela pequena inocência que existe no íntimo de cada um, mas que é ofuscada pela crueldade e pela dureza da vida que são obrigados a suportar, pelo curto espaço de tempo até atingirem os 18 anos.

E é essa certeza de que não têm muito tempo, que torna a decisão da maioria tão compreensível. Por que ser bom ou justo ou honesto se não haverá tempo para arrependimentos e nem maturidade para compreender o papel de cada um no que sobrou da sociedade?

O casal forma por Jefferson e Donna, devido ao fato de serem tão diferentes em pensamentos e comportamentos, conquista o leitor desde os primeiros capítulos. E Jefferson é protagonista de um dos trechos que melhor define a força da adolescência no meio do caos, quando encontra uma inimiga e resolve o impasse de uma forma que faz qualquer um sorrir.

“E é adeus, adeus, adeus. Adeus, meus amigos, amo vocês; adeus, desculpe por não ter conhecido você melhor; adeus, sinto muito, você vai morrer em breve também; adeus, talvez haja esperança para você, adeus, adeus, adeus.”

Mundo Novo é uma distopia, mas se destaca da maioria pela criatividade em usar os jovens como eles realmente são, em situações que não desmerecem a idade que possuem. Não são heróis cheios de força, planos, certezas, mas apenas jovens que erram pela imaturidade e que lutam para conseguirem deixar de ser jovens e se transformarem em adultos.

Recomendo enfaticamente a leitura. Mesmo! ;)

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Novidades #89: Autores Parceiros


Olá leitores do Conjunto da Obra! Hoje é dia de divulgar as novas parcerias do blog com autores muito queridos. Vamos conhecer?

O primeiro deles é Flávio Galindo:

Nascido em 07 de maio de 1989, Flávio Galindo é autor independente de romances e fantasias. Trabalha com comércio desde que se conhece por gente, tendo assim uma facilidade extrema de falar com o público e envolve-lo com suas tramas. Lê bastante, ao contrário do que dizem que os escritores não têm tempo para leitura, e isso o ajuda a melhorar a escrita a cada dia. Mesmo que escreva romances e algumas fantasias, suas leituras são das mais variadas.

Começou sua vida de escritor com a trilogia de fantasia O Guerreiro das Estrelas, hoje disponível apenas em formato de e-book pela Amazon, sendo a segunda edição do volume 1. Os volumes 2 e 3 estão previstos para Março e Setembro.

Além da fantasia, o escritor tem na Amazon contos de romances e um livro, lançado na Bienal do Livro de 2014, “Cair para Voar”.

Participou da Bienal do Livro de SP em 2012 e em 2014, também em São Paulo. Participa todo ano da Semana do Livro Nacional, que é um evento organizado pelos autores de todo esse Brasil, incentivando a literatura nacional que está se expandindo de forma grandiosa. Participou também do evento Identidade Literária no Rio de Janeiro e o Clube do Livro em Ribeirão Preto, também com o intuito de expansão da literatura nacional, com seu romance “Cair para Voar”, publicado independente.

Os livros:

O tempo sempre foi um paradigma. Ele passa e pronto. Tomamos nossas decisões. Mas e se por um segundo sequer, ele pudesse voltar?
Foi com essa questão que Rodrigo se viu parado de frente ao abismo. A vida lhe proporcionara riquezas, mas sua maior ele perdera.
Então o tempo lhe deu uma escolha. A escolha de fazer diferente.
O que você faria se pudesse reviver sua maior história de amor? O que você faria para mudar? Largaria todas as suas decisões passadas?
Conheça a estória de Rodrigo e Jéssica. Uma estória que nem mesmo o tempo pode contra.

Benjamin é um garoto comum e nada popular, mas marcado com cicatrizes que a vida lhe deixou. Ainda criança, perdeu seu pai em um misterioso acidente de carro. Moldado pela mãe e avó, Benjamin cresceu sendo um bom samaritano, mesmo ao lado do padrasto que mantém uma discussão diária. Sonhos, um amigo fiel e uma garota encantada. Mas ser um bom samaritano as vezes tem seu preço. Ben e seu amigo John acolhem um homem com amnésia e mal sabem eles que estão iniciando uma batalha épica que a humanidade não pode deter.
Anjos e demônios indicam seus escolhidos para o novo apocalipse. O holocausto que está próximo a ser causado e trará à tona a todos o quanto o destino é imprevisível.
Fé, coragem, amor e amizade apimentam a eletrizante trilogia de O Guerreiro das Estrelas, uma história que no começo você pode pensar que já ouviu em algum lugar, mas só no começo!

~~*~~*~~

Outro autor com quem o Conjunto da Obra fez parceria foi Breno Melo:

Breno Melo nasceu em 1980, na cidade do Rio de Janeiro. Foi indicado para Poeta do Ano pela Sociedade Internacional de Poetas mais de uma vez, em 2002, 2003 e 2004. Participou da antologia "The Best Poems and Poets of 2003", com o poema "Hazel Eyes", e da antologia "The Best Poems and Poets of 2004", com a composição "That Girl". Também foi selecionado para "The International Who's Who in Poetry", incrível obra mundial que conta com participantes de vinte e cinco nações ao redor do globo e reúne, segundo a Sociedade, os poetas mais interessantes que ela encontrou ao longo dos catorze anos anteriores.

Seu livro A garota que tinha medo foi relançado recentemente pela editora Chiado, maior editora de língua portuguesa do mundo:


Marina é uma jovem que faz tratamento para a síndrome do pânico. Às voltas com o ingresso na universidade, um novo romance e novas experiências, Marina tem seu primeiro ataque de pânico. Sua vida vira de cabeça para baixo no momento mais inapropriado possível e então psiquiatras e psicólogos entram em cena. Acompanhamos suas idas ao psiquiatra e ao psicólogo, o tratamento farmacológico e a psicoterapia. Ao mesmo tempo, conhecemos detalhes de sua vida amorosa e sexual, universitária e profissional, social e familiar na medida em que elas são marcadas pela síndrome. Um tema atual. Uma excelente obra tanto para conhecimento do quadro clínico como entretenimento, narrada com maestria e de uma sensibilidade notável.

Logo que possível, publicarei no blog resenha dos livros dos autores, que já estão em mãos ^^


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