A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard

Sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração. (Skoob)
AVEYARD, Victoria. A Rainha Vermelha. # 1. Editora Seguinte, 2015. 422 p.

Talvez A Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard, não tenha uma trama muito original - são nítidas as semelhanças com outros livros de sucesso, como A Seleção, Jogos Vorazes, Academia de Vampiros, ou diversos outros ainda. Não foram raros os momentos em que eu me peguei comparando o livro de Aveyard a outras histórias, e depois de terminar a leitura, vi que algumas resenhas citaram essas comparações como um ponto negativo da obra. Sinceramente, para mim, isso pouco importou. Há muito tempo eu não lia uma distopia/fantasia que me envolvesse tanto, e conhecer o mundo de Mare Barrow foi simplesmente incrível.

A Rainha Vermelha é narrado em primeira pessoa pela protagonista Mare, uma vermelha que escapa ilesa de uma carga intensa de eletricidade, em um evento que reunia toda a nobreza prateada. O problema é que, no mundo de Mare, apenas os prateados têm poderes e, exatamente por esse motivo, apenas os prateados são dignos de viver com certo conforto. Como explicar o que aconteceu? Como Mare pode entender isso? E como justificar para tantas pessoas que uma vermelha pode ser poderosa? Para evitar problemas, Mare se vê envolvida com a família real, em uma vida de luxo e fingimento que a permite ver, pelo outro lado, as injustiças contra seu povo.

"Desço os degraus em meio a aplausos forçados, pensando apenas em não tropeçar. Mas meus pés caminham seguros e meu rosto permanece sério conforme passo por aquelas centenas de faces reservadas, ameaçadoras, desconfiadas. Mais uma vez estou sozinha diante dessas pessoas. Jamais me senti assim tão nua, mesmo coberta por camadas de seda e pó. Agradeço de novo pela maquiagem; ela é o escudo entre eles e a verdade sobre quem sou. Uma verdade que nem eu compreendo."

O enredo criado por Victoria Aveyard pode até não ser original, mas é, indiscutivelmente, surpreendente. A todo momento surgem situações inesperadas, reviravoltas que tornam impossível largar o livro por vontade própria. A trama é recheada de ação, de jogos de poder e de traições que deixam o leitor aflito por mais e mais. Afinal, todo mundo trai todo mundo. Esse foi o principal aprendizado de Mare neste volume e a história fez jus a ele, já que é difícil saber de onde virá o próximo golpe.

A construção social criada pela autora também foi outro aspecto positivo. Ainda que não houvesse uma referência exata sobre em que momento histórico se passa a trama, é possível imaginar que se trata de um futuro muito distante, em decorrência de algumas pistas tratadas nos diálogos. O principal, porém, é que Aveyard consegue deixar bem claro como a sociedade funciona na sua história, independente do período, e as regras sociais bem definidas permitem aos leitores se contextualizar, da forma que achar adequada, no espaço-tempo.

Mare foi uma personagem que me dividiu opiniões. Ao mesmo tempo em que gostei dela pelo fato de que era ela quem vivia os fatos e quem os narrava, em alguns momentos eu a achava uma covarde por ver tanta injustiça e só choramingar, sentir-se triste, sem fazer nada. Ela nem mesmo falava, não argumentava, não brigava. Claro que eu entendo que ela temia pela família e por si mesma, mas era irritante ver alguém que finalmente poderia ser ouvida não tomar qualquer atitude. Mesmo quando ela tomou a atitude de se juntar à Guarda Escarlate, a impressão que eu tive era a de que ela não se entregou cem porcento, que se manteve um passo atrás, de modo a recuar caso fosse necessário. Felizmente, a personagem amadureceu conforme entendeu o jogo por trás de cada ato prateado e, no fim, decidiu lutar - literalmente.

"Uma vez temi estas muralhas, assustada com tamanha beleza. Mas agora vejo as rachaduras. É como o dia da bomba na capital, quando percebi que os prateados não eram intocáveis. Daquela vez foi uma explosão; agora algumas balas quebraram as muralhas de diamante e revelaram o medo e a paranoia que escondiam. Prateados fugindo de vermelhos: leões fugindo de ratos. [...] Todo mundo pode trair todo mundo."

Não bastasse a briga entre vermelhos e prateados, emocionante por si só, o livro contempla ainda romance: um triângulo amoroso entre Mare e os dois príncipes. Pode até parecer cansativo se falar em mais um triângulo, como acontece em tantos livros, mas preciso destacar que, neste caso, há algumas diferenças que o torna interessante. A primeira delas é que o enfoque do livro é ação e aventura, tornando a história bastante dinâmica. A segunda, é que a própria protagonista está mais preocupada com seus problemas reais do que com seus problemas românticos, então não há muito drama nem choradeira. E por terceiro, os próprios príncipes são mistérios a serem desvendados, pois não se sabe suas intenções e suas índoles, o que torna mais difícil conhecer em quem confiar.

A Rainha Vermelha é uma história eletrizante, vibrante e deliciosa, como há muito eu não lia. Para quem gosta de enredos dinâmicos, trata-se de uma ótima dica. O segundo livro, A Espada de Vidro, já foi publicado, e parece ser tão incrível quanto este primeiro.

Recebido da Editora para resenha



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Novidades #134: Lançamentos Arqueiro Maio

Olá pessoal, como vocês estão?

Estou um pouco corrida esta semana, já que é minha última semana de trabalho antes de tirar férias. Mas não fiquem muito felizes por mim, essas férias serão para trabalhar, já que pretendo terminar meu tcc.

Enquanto isso, é claro que eu não deixo de conferir as novidades das Editoras, e hoje vim mostrar o que a Arqueiro trará de bom neste mês de maio. Terá continuação de séries, livro novo do Harlan Coben e livro nacional! Vamos ver alguns títulos?

 
Não fale com estranhos, Harlan Coben - O estranho aparece do nada e, com poucas palavras, destrói o mundo de Adam Price. Sua identidade é desconhecida. Suas motivações são obscuras. Mas suas revelações são dolorosamente incontestáveis.
Adam levava uma “vida dos sonhos” ao lado da esposa, Corinne, e dos dois filhos. Quando o estranho o aborda para contar um segredo estarrecedor sobre sua esposa, ele percebe a fragilidade do sonho que construiu: teria sido tudo uma grande mentira?
Assombrado pela dúvida, Adam decide confrontar Corinne, e a imagem de perfeição que criou em torno dela começa a ruir. Ao investigar a história por conta própria, acaba se envolvendo num universo sombrio repleto de mentiras, chantagens e assassinatos.
Intrigante e perturbador, Não fale com estranhos é mais que um suspense de tirar o fôlego. É uma reflexão sobre o bem e o mal, o amor e o ódio, o certo e o errado, os segredos, as mentiras e suas consequências devastadoras.

Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática, de Thalita Rebouças - Tetê acaba de se mudar com a família toda para Copacabana, no Rio de Janeiro, para a casa dos avós. O lindo e espaçoso apartamento da Barra da Tijuca em que morava teve que ser vendido, pois com a crise o pai foi demitido, e o resultado é que a vida dela virou de cabeça para baixo. Além de perder a privacidade, tendo que dividir o espaço com cinco parentes malucos que brigam o tempo todo, ela perdeu todas as suas referências. A única coisa que a deixa feliz é cozinhar. E, claro, comer as delícias que faz.
O lado bom foi se livrar do antigo colégio, no qual sofria bullying por causa de seu jeito peculiar. Sem contar sua desilusão amorosa... O problema é que ela está apavorada, porque agora tudo será novo e estranho, com o ensino médio, com a nova escola, e sem conhecer ninguém. E morre de medo de ser excluída ou de sofrer bullying novamente. Ela está bem mal, para dizer a verdade. Ou talvez seja um pouco de drama, porque já no primeiro dia as coisas parecem ser um pouco diferentes... Pelo jeito, tudo vai mudar, e para melhor.

Outlander: Os tambores do outono - Parte II, de Diana Gabaldon - Depois de voltar no tempo à Escócia do século XVIII e reencontrar Jamie Fraser, o amor de sua vida, Claire Randall seguiu com ele para o Novo Mundo. Agora eles moram na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e Jamie, com o auxílio da misteriosa e autoritária Jocasta Cameron, conseguiu tornar-se uma pessoa influente. As coisas finalmente parecem estar entrando nos eixos.
Duzentos anos à frente, a filha dos dois, Brianna, encontra um recorte de jornal antigo e descobre que Claire e Jamie morrerão em um incêndio. Isso, somado à sua curiosidade em relação ao pai biológico e à saudade que sente da mãe, faz com que deixe o namorado para trás e se lance através do círculo de pedras em uma aterrorizante jornada rumo ao desconhecido. Para salvar a vida daqueles que ama, ela tentará mudar o passado, mesmo que isso signifique colocar em risco o próprio futuro.
Assim que fica sabendo o que a namorada fez, Roger Wakefield abandona seu emprego de professor e decide segui-la. Mais uma vez, a força do amor ultrapassa obstáculos, vencendo tempo e espaço, e dá início a uma nova e fantástica fase nesta saga antológica.
Na segunda parte de Os tambores do outono, Diana Gabaldon conta as aventuras de uma jovem destemida no atribulado século XVIII. Unindo sentimentos atemporais como culpa, raiva e amor a uma cuidadosa pesquisa histórica, a autora constrói uma trama inesquecível, com reencontros de tirar o fôlego e um desfecho emocionante.

O mensageiro, de Lois Lowry - Há seis anos, Matty chegou ao pacato Vilarejo. Sob os cuidados de Vidente, um cego que tem uma visão especial, ele amadureceu e se adaptou à nova vida. Agora, espera receber seu nome verdadeiro, que determinará seu valor ali, como ocorre com todos os habitantes.
Contudo, algo nefasto está se infiltrando no Vilarejo, e os moradores, antes orgulhosos de receber forasteiros, passam a exigir que as fronteiras sejam fechadas para se protegerem.
Por ser um hábil mensageiro, Matty é encarregado de avisar os outros povoados sobre o bloqueio. Sua missão também tem outro grande objetivo: buscar Kira, a filha de Vidente, antes que seja tarde demais.
Ele é o único capaz de viajar pela Floresta, que já provocou algumas mortes. O problema é que ela também está se tornando um lugar perigoso para o garoto. Mas muitos dependem de Matty. Então, armado apenas de um poder recém-descoberto, ainda incompreensível e incontrolável, ele se arriscará a fazer o que talvez seja sua última viagem.

Sedução da Seda, de Loretta Chase - Talentosa e ambiciosa, a modista Marcelline Noirot é a mais velha das três irmãs proprietárias de um refinado ateliê londrino. E só mesmo seu requinte impecável pode salvar a dama mais malvestida da cidade: lady Clara Fairfax, futura noiva do duque de Clevedon.
Tornar-se a modista de lady Clara significa prestígio instantâneo. Mas, para alcançar esse objetivo, Marcelline primeiro deve convencer o próprio Clevedon, um homem cuja fama de imoralidade é quase tão grande quanto sua fortuna.
O duque se considera um especialista na arte da sedução, mas madame Noirot também tem suas cartas na manga e não hesitará em usá-las. Contudo, o que se inicia como um flerte por interesse pode se tornar uma paixão ardente. E Londres talvez seja pequena demais para conter essas chamas.
Primeiro livro da série As Modistas, Sedução da seda é como um vestido minuciosamente desenhado por Loretta Chase: de cores suaves e românticas em alguns trechos, mas adornado com os detalhes perfeitos para seduzir.

E tem mais, é claro! Para conferir as outras novidades da Editora, basta clicar na estante abaixo: 

http://www.editoraarqueiro.com.br/proximos-lancamentos/

Agora me contem: do que vocês gostaram mais?

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Bear - Bianca Pinheiro

Sinopse: A pequena Raven tem um problema: de algum modo ela conseguiu se perder de seus pais e de seu lar. Em sua busca, ela se depara com um urso marrom (ou seria alaranjado?) que, apesar de rabugento, aceita ajudá-la nessa empreitada. A jornada desses dois acaba de começar. (Skoob)
PINHEIRO, Bianca. Bear. Editora Nemo, 2014. 64 p.

Bianca Pinheiro começou a publicar Bear em formato Webcomic, o que ainda faz hoje em dia. Vocês podem conferir, clicando aqui. Foi nesse formato que ela conseguiu ter seu trabalho conhecido e, posteriormente, publicado pela editora Nemo. O que também lhe abriu as portas para ser convidada por Maurício de Souza para escrever e desenhar a próxima versão da Mônica.


Mas eu conheci Bear de outra forma, três anos atrás, na FIQ BH de 2013. Foi paixão à primeira vista pelos traços de Bianca, e uma segunda paixão depois de li seu texto. Texto este que combina perfeitamente com a simplicidade e a inocência transmitida pelas formas arredondadas e fofas de cada personagem.


Os dois volumes de Bear têm, na sua essência, dois dos sentimentos mais nobres do ser humano: amizade e paternidade. Ao se perder de seus pais, Raven, a garotinha, encontra em Dimas, o urso, o suporte que precisa para iniciar uma busca por eles. Nessa jornada, Raven e Dimas encontram muitos outros personagens, que vão desde pessoas normais a animais falantes. Não há diferenciação no mundo criado pela autora, da mesma forma que não existe diferença na mente de uma criança, quando ela conversa com seu animal de estimação, ou melhor, seu animal amigo.


Mas as histórias de Bear não são apenas sobre os dois sentimentos mencionados acima, mas, também, deixam uma mensagem moral bem definida, clara o suficiente para ser compreendida em qualquer idade. Esse é um destaque importante na obra de Bianca Pinheiro. Não encaixo Bear no gênero infanto-juvenil, porque os temas abordados por ele são abrangentes em termos de idade, além de serem mais importantes para os adultos do que para as crianças.


As aventuras são recheadas de referências a games, quadrinhos, livros, séries e filmes, além de ótimas sacadas, que misturam a realidade com a fantasia, como quando a própria autora incorpora um dos personagens do livro. Existem outras participações especiais, que vou deixar para o leitor descobrir e se deliciar.


Um fato curioso é que a versão de Bear como Webcomic, possui alguns detalhes que passam despercebidos na edição impressa. Na Web, alguns dos desenhos foram feitos usando técnicas de movimentação, o que dá um charme e uma dinâmica maior na leitura. Também existem alguns extras e algumas explicações, dadas pela própria autora, quanto ao processo de criação e de desenvolvimento dos álbuns.


Bear é um dos melhores quadrinhos nacionais da atualidade, que merece, sem qualquer dúvida, a sua leitura. Apesar de todos os dois álbuns estarem disponíveis para leitura on-line, claro que você também comprará a versão impressa. O capricho da Nemo, inclusive no formato gigante da edição, é muito profissional e de excelente qualidade.


Depois da leitura, você entenderá como é fácil se apaixonar por essa garotinha e seu amigo urso! ;)

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Gincana de Aniversário #2: Prova Ler Editorial


Ei pessoal, chegou o dia da nossa segunda prova da Gincana de Aniversário! Gostei muito de ver a participação de vocês na primeira prova, espero que vocês se animem com esta também.

PRÊMIOS - LER EDITORIAL

+ kit de marcadores
REGRAS GERAIS

- A Gincana será composta de três provas: uma da Editora Intrínseca, uma da Editora Ler Editorial e uma da Editora Arqueiro. Uma prova será lançada a cada domingo, nos dias 01/05, 08/05 e 15/05, no blog Conjunto da Obra.
- Cada prova é independente e o participante pode realizar apenas uma delas, se assim preferir. 
- Os prêmios cedidos pelas editoras parceiras serão sorteados exclusivamente entre aqueles participantes que cumprirem a prova da Editora que cedeu cada livro. Para concorrer, por exemplo, aos prêmios cedidos pela Editora Intrínseca, é preciso realizar a prova da respectiva editora na Gincana.
- Ao realizar a prova de uma das editoras, o participante deverá preencher a entrada do Rafflecopter que informa sua conclusão, para concorrer ao prêmio da prova respectiva. 
- Os vencedores dos kits cedidos pelas editoras serão sorteados entre todos os que participaram da prova da Editora à qual os prêmios se referem. Haverá, portanto, um vencedor para cada prova.

REGRAS DA PROVA LER EDITORIAL

- A Prova Ler Editorial será composta por um jogo de descubra a capa. Todas as respostas do jogo têm relação com os livros publicados pela Editora.
- Pouco mais abaixo nesta mesma postagem temos oito capas encobertas dos livros da Ler Editorial, para que o participante descubra de qual livro se trata.
- Cada capa contém um número. Após descobrir a quais títulos se referem as capas, o participante deverá preencher o formulário que segue ao final da postagem, seguindo a numeração. Ex.: o título do livro com a capa numerada com o 1 deve ser preenchido no campo "Capa 1" no formulário.
- Para facilitar um pouco para quem não conhece as publicações da Editora, todos os títulos publicados pela Ler Editorial podem ser encontrados neste link.
- A prova pode ser realizada até o último dia para inscrições na Promoção (22 de maio).
- Não esqueçam de preencher, ao completar a prova, a entrada do Rafflecopter da Promoção que informa ter realizado a prova. É por lá que o sorteio do prêmio será feito!

JOGO DAS CAPAS

 




FORMULÁRIO DE RESPOSTAS




Boa sorte a todos!

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Leituras do Mês: Abril


Abril chegou ao fim, e maio representa a reta final do semestre. Mais dois meses apenas e mais uma fase se encerrará. Ao mesmo tempo em que estou ansiosa por isso, fico um pouco reticente, já que essas próximas semanas serão as mais difíceis. Para conseguir dar conta de tudo, vou tirar uns dias de férias do trabalho, só que não sei quanto tempo terei disponível, já que preciso me dedicar a muitas coisas nesse período. Agora só resta aguardar para ver como será.

Mesmo nessa fase mais complicada da faculdade, consegui ler três livros. No início do mês me encantei por Como eu era antes de você, de Jojo Moyes, recebido em parceria com a Intrínseca. Logo na sequência, emendei Depois de você, que foi uma boa continuação, que pode, no entanto, decepcionar um pouco a depender das expectativas. O último livro do mês foi Clichê, que, como propõe o próprio título, é uma leitura leve e clichê.

Apesar do drama nos livros de Jojo Moyes, as leituras foram mais despretensiosas, bem adequadas para o meu momento.

E vocês, leram bastante no último mês?

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Clichê - Carol Dias

Sinopse: Marina Duarte está no vermelho. Dona de dupla graduação nas melhores faculdades públicas do Rio de Janeiro, seu sonho de construir a vida nos States não está funcionando.
Decidiu se mudar para ficar perto da tia, sua única família, mas a crise não está ajudando em nada sua carreira.
Sem saber como pagar as contas do próximo mês, Marina aceita uma vaga de babá na mansão da família Manning. Ela só não podia imaginar que sua vida mudaria completamente, apenas por conhecer duas crianças e um chefe viúvo e gato, maravilhoso, cheiroso e gostoso , que precisa urgentemente de sua ajuda. (Skoob)

Recebido em parceria com a Editora
DIAS, Carol. Clichê. Ler Editorial, 2015. 282 p.

Confesso que Clichê, de Carol Dias, chamou minha atenção pela capa. Não sou uma amante incondicional de tons rosa nem nada assim, mas a cor combina com o título e a composição me atraiu. E é claro que, pelas circunstâncias, não podia esperar algo que não fosse clichê, já que tudo no livro demonstra se tratar disso.

Marina deixou o Brasil para viver mais perto de sua tia, sua única parente viva, e para tentar uma vida melhor nos Estados Unidos, mas nem por lá as coisas estão fáceis. Suas duas graduações não serviram para nada no país. Por isso, quando surge a oportunidade de trabalhar como babá, ela aceita na hora. Seu chefe milionário, bonito e viúvo não passa despercebido e é claro que, como em todo bom clichê, Marina se apaixona por ele.

"Tento entender por que a vida é tão clichê.
Por que as pessoas conseguem cometer o mesmo erro várias vezes?
Por que a vida não tem criatividade para escrever trajetórias diferentes para todas as pessoas do universo? E fica repetindo e repetindo a mesma história, inúmeras vezes.
E eu só quero gritar, porque a vida resolveu me dar um dos clichês mais irritantes e insuportáveis.
Eu me apaixonei pelo meu chefe.
Pelo meu chefe milionário."

A narrativa de Clichê se dá em primeira pessoa, pelo ponto de vista de Marina, e o tom é bastante informal, aparentemente com a intenção de dar um ar mais leve e divertido ao texto. Marina interrompe bastante a descrição e a narração para inserir suas observações pessoais, no maior clima de #MigaSuaLoka, e esse aspecto descolado pode agradar bastante aos leitores. Comigo, no entanto, esse ponto em específico não funcionou muito bem. Eu adorei o modo de escrita da autora Carol Dias, e mergulhava na história com a maior facilidade, mas, toda vez que Marina se interrompia para fazer um comentário, eu tinha a impressão de estar sendo arrancada da história. Quero deixar claro que isso só aconteceu porque, durante a leitura de um livro, eu entendo que ele seja bom quando eu esqueço que estou lendo e apenas vivencio a história; isso aconteceu durante quase toda a obra, exceto nas partes que Marina vinha com suas gracinhas.

Por conta disso, acabei gostando mais dos trechos narrados por Killian, inseridos no final de cada capítulo, que contavam um pouco de sua história antes de Marina aparecer. As cenas de romance com Mitche foram as minhas preferidas, para ser sincera, já que havia amor e companheirismo gritantes, e foi impossível ficar alheia à história dos dois.

Esse aspecto, no entanto, não reduziu a graça da trama. Carol Dias conseguiu construir bons personagens, com a mistura adequada entre seriedade e humor exigida em um chick-lit. Consegui ser surpreendida com algumas risadas no enredo leve, que tinha também sua pitada de drama. Encantei-me principalmente por Alisson e Dorian, as crianças de que Marina passou a cuidar. Conseguia imaginá-las como crianças de verdade, e adorei que Carol tenha conseguido criar situações pelas quais qualquer criança poderia ter passado.

O romance da história foi um pouco irritante no começo. Achei bem forçado que Marina soubesse que se apaixonaria pelo seu patrão desde que o viu pela primeira vez - ela mesma diz isso na cena - e que o envolvimento entre o casal tenha sido um pouco rápido demais. O engraçado é que, nesse ponto do livro, eu achei que não iria gostar do romance, porque não tinha gostado muito até então, mas foi depois que eles se envolveram que eu comecei a sentir que o casal tinha química e que os dois combinavam juntos. Acho que foi a parceria que se firmou entre os dois que deu maior credibilidade ao casal.

Gostei bastante também dos aspectos musicais do livro. Os melhores momentos da história foram aqueles em que Marina lidava com instrumentos, como quando ensinava as crianças, ou quando deu uma "surra" em Mimado Manning. Sempre tive um tombo por música, e inseri-la no enredo foi como transformar o livro em um bom filme de sessão da tarde.

Clichê, em síntese, cumpre aquilo a que se propõe: é uma leitura clichê, mas divertida e desprendida, que pode ser uma ótima companhia em uma tarde de leitura.

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Top Comentarista - Maio


Oi pessoal, como vocês estão! Ansiosos pelo Top Comentarista de Maio? Então aqui vamos nós, espero que vocês gostem dos prêmios e participem bastante.

Para se inscrever é preciso:
  • Seguir o Conjunto da Obra pelo Google Friend Connect (clicar em "Participar deste Site" na barra lateral direita)
  • Ter endereço de entrega em território Brasileiro.
  • Preencher o formulário abaixo.
  • Comentar em todos os posts publicados no mês de maio, incluído o publicado ontem, exceto os de lançamentos de novas promoções.

Serão quatro títulos disponíveis:

1. Um dia de cada vez
2. Ligeiramente Casados
3. Veneno
4. Selvagens

  • Seguidas todas as regras iniciais, para participar, basta preencher a primeira entrada do formulário. A primeira entrada confirma sua participação no Top Comentarista, enquanto as demais constituem chances extras, sendo opcionais.
  • Serão considerados válidos os comentários nas postagens do mês de maio se feitos até o dia 1º de junho. Ou seja, será concedido um dia a mais para que os participantes consigam comentar nas últimas postagens do mês.
  • O vencedor será definido por sorteio, dentre os participantes que comentarem em todas as postagens do mês. Apenas depois de feito o sorteio será conferido se o sorteado comentou em todas as postagens do mês. Caso essa regra não seja cumprida, o mesmo será desclassificado, e um novo sorteio será realizado.
  • O sorteado escolherá o livro que deseja ganhar da lista de livros citada acima.
  • O sorteado será contatado por email, tendo o prazo de 24h para fornecer seus dados. Caso não envie resposta no prazo, será realizado novo sorteio.
  • O prazo para envio dos prêmios é de 40 dias após o recebimento dos dados dos vencedores.
  • A Equipe do Conjunto da Obra se reserva ao direito de dirimir questões não previstas neste regulamento.
  • Esta postagem também conta para o Top Comentarista.

a Rafflecopter giveaway

E não se preocupem, logo eu divulgo o resultado do Top Comentarista de abril, ok?

Boa sorte!

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Batman: Arkham Knight - Marv Wolfman

Sinopse: Batman: Arkham Knight é a adaptação literária oficial do game que conquistou fãs e críticos em 2015. Uma parceria entre a DC Comics, a Warner e a DarkSide® Books que virá com aquele padrão quase psicopata de qualidade que os fãs brasileiros merecem. Tudo começa um ano após a morte do Coringa. A cidade, que havia se transformado num hospício a céu aberto, finalmente volta à sua rotina normal. Mas é claro que a paz não pode ser duradoura em uma metrópole que esconde vilões como Charada, Pinguim, Hera Venenosa, Arlequina e Duas Caras. Desta vez, quem inicia uma nova onda de terror é o insano Espantalho. Na noite do Dia das Bruxas, o vilão detona um ataque químico para demonstrar o poder de sua toxina do medo. Os infectados sofrem delírios terríveis e, em seu desespero, acabam matando uns aos outros. Quase 6 milhões de habitantes fogem às pressas. Mas um certo herói jamais deixaria sua cidade natal à mercê dos bandidos. Com o apoio de Robin, Oráculo, Asa Noturna, Alfred e do comissário Gordon, Batman parte para a batalha. Munido de inteligência dedutiva, resistência física invejável e aparatos tecnológicos que nem os exércitos mais bem armados do mundo têm acesso, Bruce Wayne não necessita de superpoderes – o que não significa que essa vai ser uma tarefa fácil.Dois inimigos fatais surgem para desafiar o Homem-Morcego. O primeiro é o misterioso Cavaleiro de Arkham – um assassino com habilidades e armadura tão semelhantes às do herói mascarado que é quase como se Batman enfrentasse um clone. E para desequilibrar ainda mais essa luta, o segundo inimigo surge do nada. Mas ele não estava morto? O Coringa está de volta... ou é só um delírio? Descubra nas páginas de Batman: Arkham Knight. Pronto para jogar? (Skoob)
WOLFMAN, Marv Batman: Arkham Knight. Editora DarkSide, 2016. 272 p.

Existem várias mídias onde se contar uma história, e uma delas é em um jogo para consoles ou computadores. Ao contrário do que muitos pensam, jogos não são apenas ações desencadeadas pelo apertar de botões. Quase todos possuem uma história que motiva o avanço de níveis. E algumas dessas histórias são fantásticas. Entretanto, elas são construídas levando em consideração onde serão contadas.


Batman: Arkham Knight é, originalmente, o quarto jogo da série desenvolvida pela Rocksteady Studios. Os produtores resolveram levar o enredo para o meio literário e chamaram Marv Wolfman, escritor famoso de quadrinhos, responsável pela saga Crise nas Infinitas Terras, da DC, para adaptar a história.

O resultado? Decepcionante. Por quê? Vou tentar explicar.


O histórico de Marv Wolfman é composto por histórias em quadrinhos, onde o escritor escreve diálogos e explica como deseja a composição básica de cada página. Quem, realmente, fica responsável por transmitir sentimentos, é o desenhista. Assim, a narrativa de Batman: Arkham Knight é fria, sem emoção. E quanto digo emoção, não me refiro a acontecimentos que surpreendem, que criam tensão ou que causem suspense. O que quero dizer é que, basicamente, ele descreve o que acontece no jogo, como se ele estive vendo alguém jogar, sem estabelecer sentimentos. Junto a isso, ele acrescenta alguns detalhes sobre cada personagem em foco, que acabam quebrando o próprio ritmo da ação.

"De repente, os dois estavam lá - o último lugar na Terra onde Batman queria estar, o há muito abandonado Asilo Arkham. Pelos dutos de ar, o herói conseguia ouvir os gemidos de sofrimento dos pacientes, implorando pela liberdade, sabendo que jamais estariam livres."

E isso leva a outro problema. Batman: Arkham Knight, o jogo, é extenso, tem muitas fases, desafios, heróis, vilões, lutas, perseguições e mais uma dezena de desafios. Tudo isso condensado em 260 páginas, fica excessivamente corrido, sem espaço para desenvolver o relacionamento de qualquer personagem. Com exceção dos principais, o leitor não se importa com o restante. Não há tempo para formar qualquer vínculo com eles. Acabamos lendo página atrás de página, como se alguém nos contasse um filme na pressa. Teria sido mais benéfico se tivessem cortado várias fases do jogo na adaptação, reunido apenas as principais, essenciais à trama, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens. Mas até missões secundárias estão no livro.

Na verdade, para quem jogou, não há nenhuma surpresa. Tudo está lá, sem qualquer diferença. Inclusive o final forçado.


Em resumo, Batman: Arkham Knight, o livro, não consegue agradar quem joga, nem quem gosta de ler. Ele falha nos dois objetivos. O que vale como compensação, ou não, é que a edição segue a linha da editora Darkside e está bem caprichada. Pelo menos o livro ficará bonito na sua estante.

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Gincana de Aniversário #1: Prova Intrínseca


Olá pessoal, estão gostando da Promoção de Aniversário do Conjunto da Obra? Espero que sim, porque eu adorei prepará-la para vocês.

Hoje, conforme estabeleceram as regras, é o dia da primeira prova da Gincana.

PRÊMIOS - EDITORA INTRÍNSECA


REGRAS GERAIS

- A Gincana será composta de três provas: uma da Editora Intrínseca, uma da Editora Ler Editorial e uma da Editora Arqueiro. Uma prova será lançada a cada domingo, nos dias 01/05, 08/05 e 15/05, no blog Conjunto da Obra.
- Cada prova é independente e o participante pode realizar apenas uma delas, se assim preferir. 
- Os prêmios cedidos pelas editoras parceiras serão sorteados exclusivamente entre aqueles participantes que cumprirem a prova da Editora que cedeu cada livro. Para concorrer, por exemplo, aos prêmios cedidos pela Editora Intrínseca, é preciso realizar a prova da respectiva editora na Gincana.
- Ao realizar a prova de uma das editoras, o participante deverá preencher a entrada do Rafflecopter que informa sua conclusão, para concorrer ao prêmio da prova respectiva. 
- Os vencedores dos kits cedidos pelas editoras serão sorteados entre todos os que participaram da prova da Editora à qual os prêmios se referem. Haverá, portanto, um vencedor para cada prova.

REGRAS DA PROVA INTRÍNSECA

- A Prova Intrínseca será composta por um jogo de palavras cruzadas. Todas as respostas do jogo são relacionadas à Editora - autores, títulos de livros, lançamentos, entre outros.
- As respostas podem ser compostas por mais de uma palavra.
- O quadro a ser respondido está um pouco mais abaixo neste mesmo post. Em seguida ao quadro, estão descritas as "pistas" das respostas. A numeração do quadro corresponde à numeração das pistas.
- Após descobrir as palavras que completam o quadro, o participante deverá preencher o formulário que segue ao final da postagem, seguindo a numeração do quadro. Ex.: a palavra que preenche o item 1 deve ser preenchido no campo "Palavra 1" no formulário.
- A prova pode ser realizada até o último dia para inscrições na Promoção (22 de maio).
- Não esqueçam de preencher, ao completar a prova, a entrada do Rafflecopter da Promoção que informa ter realizado a prova. É por lá que o sorteio do prêmio será feito!

PALAVRAS CRUZADAS


PISTAS

1. Romance de estreia de Terry Hayes, lançado em abril/2016
2. Autor infantojuvenil com enredos mitológicos que já publicou mais de dez títulos com a Intrínseca
3. Autora de livros interativos publicados pela Intrínseca
4. Novo título de Matthew Quick
5. Título da sequência do livro O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares
6. Releitura de livro de Jane Austen publicada pela Intrínseca
7. Primeiro livro de Jojo Moyes publicado pela Intrínseca, que recentemente ganhou capa nova
8. Série de grande sucesso publicada pela Intrínseca, que conta o romance entre um vampiro e uma humana
9. Autora do livro de memórias Uma Vida no Escuro
10. Nome da série de livros do autor “Pittacus Lore” publicada pela Intrínseca


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Conjunto de Séries #9: Elementary


Depois que o hábito de assistir séries adentra à nossa vida, é difícil ficar sem acompanhar pelo menos uma. É assim que eu me sinto ultimamente, desde que assinei Netflix, e às vezes até acompanho mais de uma ao mesmo tempo. Em um momento em que procurava algo diferente para assistir - depois dos super-heróis como Arrow e Flash -, deparei-me com Elementary, uma série sobre a qual já tinha visto alguns comentários e cuja proposta tinha me agradado há algum tempo.

A série é uma versão moderna e atualizada das aventuras do famoso detetive inglês Sherlock Holmes. É uma releitura inovadora, na verdade, que pode chocar e até revoltar um pouco os fãs mais fiéis, mas eu achei genial. Nesta adaptação, Sherlock vive no século XXI, está em fase de recuperação de dependência química e, para ajudá-lo, seu pai contrata uma acompanhante sóbria: Joan Watson. Sim, meus caros, Watson é, nesta versão, uma mulher.


Nesse recomeço após o tratamento, Sherlock se torna consultor da polícia de Nova York, e ajuda a desvendar os casos mais complicados com seu surpreendente método dedutivo. Em determinado momento, a relação de Sherlock e Watson evolui para uma grande amizade, e ela passa a gostar tanto do trabalho que Sherlock faz que aceita deixar de ser acompanhante para trabalhar com ele nos casos, como sua aprendiz.

O interessante, na primeira temporada, é compreender os motivos que levaram Sherlock a mergulhar nas drogas, especialmente por ser uma pessoa tão inteligente, bem como por que Watson deixou de ser médica para se tornar acompanhante. O mais surpreendente, sem dúvida, é a história por traz de Irene, antigo amor de Sherlock.


Elementary não é uma série super movimentada e cheia de ação, mas ela prende a atenção porque é cheia de detalhes e é com base neles que as situações passam a ser solucionadas. O espectador, aliás, começa a observar os elementos da trama para tentar pensar antes, ou pelo menos junto, de Sherlock.

O próprio Sherlock é um elemento de atenção da série. O personagem é excêntrico, singular, e suas construções inteligentes exigem um pouco de nós para que a graça das cenas consiga ser extraída. Eu, particularmente, adoro aquele humor que não é óbvio, que só é compreendido no contexto, e o personagem de Jonny Lee Miller é repleto disso.

Há duas curiosidades sobre a série que li enquanto pesquisava algumas referências para escrever este post e que acho interessante comentar. A primeira delas é que Robert Doherty, criador da série, estudou algumas avaliações psicológicas de Sherlock Holmes escritas por médicos de verdade ao longo dos anos para criar seu personagem. A segunda, é que ele transformou Watson em mulher para mostrar que homem e mulher podem trabalhar juntos sem se envolver romanticamente.

Eu adorei acompanhar Elementary e já assisti a todos os episódios disponíveis na Netflix. Agora, como sempre, tenho que esperar a próxima temporada chegar por lá.

E vocês? Já assistiram?

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