Sinopse: Uma história de terror criada por um dos artistas mais visionários da atualidade.
O estilo inconfundível e marcante de Guillermo del Toro, sempre envolvendo universos mágicos, criaturas fantásticas e histórias espantosas, está presente em toda a sua obra como cineasta, roteirista, produtor e autor. Em Caçadores de trolls, ele presenteia os leitores com uma história sombria e de dar arrepios, com ilustrações capazes de nos transportar para um mundo paralelo apavorante.
Jim Sturges é o típico adolescente na cidade de San Bernardino: tem um pai superprotetor, um melhor amigo meio desajeitado e uma paixão platônica por uma menina que nem sabe que ele existe. Mas isso tudo muda quando um mistério de décadas ressurge, ameaçando a vida de todos os moradores da entediante cidadezinha. Junto com um grupo de heróis improváveis, Jim terá que enfrentar monstros com um gosto especial por carne humana.
Um livro sobre os medos e criaturas que se ocultam onde menos se espera. (Skoob)
Livro recebido em parceria com a Editora
DEL TORO, Guillermo. KRAUS, Daniel. Caçadores de Trolls. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2015. 340 p.
Conheci a escrita de Guillermo Del Toro há alguns anos atrás, quando li Noturno. Naquela ocasião, fiquei hipnotizada pelo enredo aterrorizante e envolvente criado pelo autor; a leitura foi incrível, mas me deixou sem coragem de ler os volumes seguintes da Trilogia da Escuridão.
Caçadores de Trolls, em coautoria com Daniel Kraus, veio em boa hora. Monstros embaixo da cama? Sim, eles existem. Comedores de crianças? Aham. Bonitinhos? Nada disso. A sinopse prometia uma história de terror, mas resolvi arriscar por envolver personagens mais adolescentes, então não deveria ser tão assustador assim, não é verdade? Definitivamente, está longe de ser fofinho, para se dizer o mínimo, mas não chegou a ser assustador.
Isso não quer dizer que o enredo não possua todas as características próprias do autor. A excelência da criatividade está ali, com seres mitológicos e submundos compreendidos em descrições extremamente cruas e detalhistas a ponto de deixar um leitor mais sensível com o estômago totalmente embrulhado. Tudo disputando espaço ainda com a vida comum dos personagens, os dramas e romances adolescentes e algumas batalhas diárias com os grandalhões da escola.
O mais encantador do livro é exatamente essa mistura entre opostos. O delicado e o bruto, o belo e o feio, a força e a fraqueza, o medo e a coragem. Há conflitos desse tipo por toda a parte, e os autores mostram que não é preciso eliminar um polo para que o outro prevaleça. RRRÁÁÁ, para mim, foi o exemplo mais nítido disso, uma troll pura força bruta e de tamanho assustador que tinha uma delicadeza sem igual.
A obra é toda intercalada por ilustrações das cenas principais, feitas por Sean Murray, que trouxeram a magnitude daquilo que os autores quiseram retratar. Além de serem visualmente atrativas (e devo destacar aqui a bela composição feita pela Editora Intrínseca), contribuem para mergulhar o leitor naquele universo único que faz parte da trama.
Muito mais do que um terror, a obra é repleta de aventura, cenas de luta e ação. Existem intensidade e dinamicidade nos acontecimentos que tornam a leitura rápida e gostosa. Trata-se de uma trama jovem e com preceitos aparentemente bobos, mas foi com seriedade que os seres míticos ganharam vida nas páginas de Caçadores de Trolls, tornando-a apta a ser conhecida por leitores de quaisquer idade.
O livro deve ganhar uma versão animada, com previsão ainda para 2016, por meio da parceria entre Del
Toro, o estúdio Dreamworks e a Netflix. Espero que chegue logo ao streaming, porque estou mais do que curiosa para assistir.
Sinopse: A história de Guillermo del Toro que deu origem ao filme vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, recordista de indicações ao Globo de Ouro e um dos mais cotados na corrida do Oscar 2018.
Richard Strickland é um oficial do governo dos Estados Unidos enviado à Amazônia para capturar um ser mítico e misterioso cujos poderes inimagináveis seriam utilizados para aumentar a potência militar do país, em plena Guerra Fria. Dezessete meses depois, o homem enfim retorna à pátria, levando consigo o deus Brânquia, o deus de guelras, um homem-peixe que representa para Strickland a selvageria, a insipidez, o calor — o homem que ele próprio se tornou, e quem detesta ser.
Para Elisa Esposito, uma das faxineiras do centro de pesquisas para o qual o deus Brânquia é levado, a criatura representa a esperança, a salvação para sua vida sem graça cercada de silêncio e invisibilidade.
Richard e Elisa travam uma batalha tácita e perigosa. Enquanto para um o homem-peixe é só objeto a ser dissecado, subjugado e exterminado, para a outra ele é um amigo, um companheiro que a escuta quando ninguém mais o faz, alguém cuja existência deve ser preservada.
Mistura bem dosada de conto de fadas, terror e suspense, A Forma da água traz o estilo inconfundível e marcante de Guillermo del Toro, numa narrativa que se expande nas brilhantes ilustrações de James Jean e no filme homônimo, vencedor do Leão de Ouro em 2017. Uma história cinematográfica e atemporal sobre um homem e seus traumas, uma mulher e sua solidão, e o deus que muda para sempre essas duas vidas. (Skoob)
Livro recebido em parceria com a Editora
DEL TORO, Guillermo. KRAUS, Daniel. A forma da água. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2018. 352 p.
Em outros momentos, já tive oportunidade de ler obras escritas por Guilhermo Del Toro e Daniel Kraus e, embora tenha gostado muito de todos os livros que li, A forma da água é, sem sombra de dúvidas, o livro mais fascinante entre eles. Permeada por elementos característico dos autores, a obra traz uma mistura de fantasia e realidade, mescla o possível e o mágico e trata de humanos e monstros de uma forma bastante inusitada.
"Ela sabe que já foi a coisa na água antes. Sempre foi a pessoa sem voz de quem os homens tiraram proveito sem jamais perguntar o que ela queria."
No início, o texto pode parecer despropositado e irrelevante. Há capítulos e mais capítulos que contam o cotidiano dos personagens, a rotina da protagonista Elisa, que é muda, dividida entre seu apartamento caindo aos pedaços e seu trabalho como faxineira da Occam e, de outro lado, a busca interminável e cada vez mais obsessiva de Strickland pelo deus brânquia na Amazônia, para onde ele foi com a missão de levar a criatura para os Estados Unidos. Entre eles, outros personagens, sempre em terceira pessoa, são ainda retratados, como Laine, esposa de Strickland, Hoffstetler, cientista da Occam, Zelda e Giles, amigos de Elisa. São cem páginas antes do verdadeiro encontro entre Elisa e a criatura, repletas de aprofundamentos sobre todos os personagens.
Ainda que essa construção possa parecer cansativa, na verdade não há nada no enredo que esteja ali sem algum motivo. O ritmo lento dado à história é proposital, e, depois que se acostuma, a história flui muito rapidamente, deixando a sensação de que se trata de uma poesia ou de uma dança cheia de luzes, tal qual um dos encontros entre Elisa e o ser, uma das cenas mais lindas do livro, aliás. Todos os personagens estão interligados e não se trata apenas de coincidências criadas artificialmente pelos autores; todos os encontros modificam os personagens de alguma forma e os levam a um resultado inevitável.
"Qual seria a sensação de sentir alguém? De repente, existir não apenas em seu mundo, mas no de outra pessoa também?"
Embora o que se destaque na sinopse seja o romance, na verdade o livro vai muito além disso. O envolvimento entre Elisa e a criatura é apenas o gatilho para toda uma trama que trata muito mais sobre dilemas pessoais, relacionamentos, traições, espionagem, críticas sociais, diferenças e preconceitos, do que sobre o romance em si. Acho até que o livro poderia narrar mais das visitas de Elisa à F1 para ilustrar, com mais detalhes, o sentimento que nascia entre os dois.
"O que aconteceu com ela? Elisa acredita saber a resposta, apesar da ironia sombria: o que aconteceu com ela foi o amor."
Ao aprofundar questões dos personagens - não apenas os principais, mas também os secundários - os autores conseguiram expandir o contexto do livro e levantar inúmeras reflexões sobre os mais diversos assuntos. Há, por exemplo, discussões sobre homossexualidade e a importância que se dá a possíveis julgamentos, ainda mais na década de 1960, momento em que se passa a história; sobre as discriminações em razão da cor da pele e as dificuldades que os negros enfrentam ao ter que provar o tempo todo sua honestidade e sua capacidade; sobre o papel da mulher como subordinada aos homens, seja no casamento, seja nas oportunidades de trabalho, entre outros assuntos. O mais interessante é que essas discussões estão subentendidas, já que os autores as incluíram dentre os diversos conflitos pessoais de cada um.
E não há apenas reflexões sobre problemas advindos das construções sociais, mas também aspectos mais pessoais. Há, por exemplo, cenas em que os personagens nitidamente deixam de fazer o que é certo, ou entram em conflito sobre fazer ou não, em razão de algum medo abstrato que os imobiliza. Ou, ainda, sobre a necessidade de falar e se comunicar, mas que nem sempre resultam na conexão com outras pessoas. No livro, quem se comunica de verdade, com a alma, são aqueles que não podem falar, enquanto outros personagens, como Strickland, falavam, mas tinham dificuldades de se expressar. E mais do que isso: o texto deixa sempre o questionamento sobre quem é, de fato, o monstro, e sobre a vontade irracional do ser humano de destruir tudo aquilo que não entende.
"Taxidermia criativa. Assim é a vida, Elisa. Coisas remendadas juntas, sem sentido, a partir das quais nós, em nossas mentes necessitadas, criamos mitos que nos agradam."
Guilhermo Del Toro e Daniel Kraus criaram um romance que perpassa a fantasia e mescla ainda outros gêneros, como suspense e aventura, e que consegue se aprofundar em questões sobre o ser humano como poucas obras literárias. Além disso, incluíram mensagens sutis e profundas sobre inúmeros assuntos, o que transformou o livro em uma obra rica e cheia de ensinamentos. Vale lembrar que o mais importante está nas entrelinhas, para quem consegue refletir sobre a leitura.
"Ela o abraça, ele a abraça, os dois se abraçam, e tudo é escuridão, tudo é luz, tudo é feio, tudo é lindo, tudo é dor, tudo é pesar, tudo é nunca, tudo é eterno."
A forma da água é um romance delicado e apaixonante, que envolve e traz importantes reflexões sobre a sociedade e sobre nós mesmos, e ainda nos presenteia com um final mágico e ilustrações belíssimas.
Sinopse: Nova York , aeroporto JFK. O Boeing 777 da Regis Airlines, vindo de Berlim, aterrisa na hora prevista. Subitamente, na pista de pouso, seu motor para. As luzes se apagam. Os canais de comunicação silenciam. A equipe de terra se perde numa espera aflitiva por algum sinal dos passageiros.
Considerando a possibilidade de um ataque biológico, o Centro de Controle de Doenças é acionado e o Dr. Eph Goodweather, responsável pelo projeto Canário, responde ao chamado. Ao subir a bordo, seu sangue gela com o que vê.
Harlem Espanhol, rua 188. Numa loja de penhores, um sobrevivente do Holocausto, Abraham Setrakian, cujos estudos de folclore da Europa Oriental levaram-no para os mais obscuros cantos do mundo, intui que algo grave está prestes a acontecer. Sabe que a hora chegou e que a guerra está apenas começando.
Uma pandemia vampírica se espalha por toda a cidade de nova York e irrompe numa batalha sem proporções. Eph se une a Setrakian e a um grupo inusitado de combatentes para neutralizar a ação do vírus e salvar a sua cidade - a mesma que abriga sua mulher e seu filho - antes que seja tarde demais.
Guillermo Del Toro, criador visinário de O labirinto do fauno, e Chuck Hogan, autor consagrado pelo prêmio Hammett, trazem sua imaginação para este épico de coragem e audácia, sobre uma batalha entre homens e vampiros que ameaça toda a humanidade. Noturno é o primeiro livro da Trilogia da Escuridão, um fenômeno que promete conquistar o mundo. (Skoob)
DEL TORO, Guillermo. Noturno. Trilogia da Escuridão #1. Rocco, 2009. 464 p.
Um avião, vindo de Berlim, pousa no aeroporto JFK, em Nova York. Nada fora do comum, até que, poucos minutos depois, percebe-se que o avião está ainda no meio da pista, totalmente apagado, sem comunicação, e nenhum dos passageiros ou tripulantes dão qualquer sinal. Temendo uma ameaça biológica, o Centro de Controle de Doenças é acionado, e Ephraim Goodweather precisa deixar o precioso final de semana ao lado de seu filho para averiguar o problema.
Estão todos mortos. Não há nenhuma pista do que causou isso e nenhuma explicação racional ou médica faz sentido. Surpreendentemente, encontram uns poucos sobreviventes e as autoridades optam pela explicação mais fácil, para não gerar pânico: uma falha mecânica que cortou o oxigênio dentro da aeronave.
Mas a cada momento as coisas parecem fazer cada vez menos sentido: uma grande caixa de madeira, cheia de terra, é encontrada no compartimento de cargas; os corpos dos mortos não se decompõem; os sobreviventes passam a apresentar um comportamento estranho e seus corpos sofrem modificações inexplicáveis. E é nesse cenário que Eph, Nora, Setrakian e Vasilyi se unem em uma missão realmente impossível.
Ao final da última página de Noturno, tudo que consegui pensar foi: “uau”. Não há como resumir este livro em poucas frases, e mesmo com uma sinopse mais extensa que o normal, não consegui passar metade do que o livro abrange.
Vampiros. Com uma ótica inteiramente nova e plenamente possível: um vírus. Algo que a humanidade nunca imaginou nem estava preparada para enfrentar. Tenho que advertir que este não é um livro encantador, muito menos maravilhoso, nem qualquer outro adjetivo que comumente se usa para descrever os livros que gostamos. É terrível, angustiante e sujo.
Um dos pontos altos do texto é que os autores nos deixam completamente às cegas, como se estivéssemos vivenciando os fatos juntos com os protagonistas. Não sabemos com o que se está lidando e apenas algumas informações necessárias são colocadas nos momentos relevantes, permitindo adentrar essa atmosfera de tensão que seria criada em uma situação real.
Não gosto de histórias de terror, mas quando a Kel disponibilizou o livro no grupo Livro Viajante, fiquei tão curiosa que não pude deixar de me inscrever. E mesmo morrendo de medo e com o estômago totalmente embrulhado ao ler sobre detalhes de autópsias, continuei até a última página. Para mim, a história foi tão envolvente, que cheguei a ficar com medo de que a noite chegasse. E, apesar de tantos sentimentos contraditórios despertados enquanto lia o livro, só tenho a dizer que Guillermo Del Toro e Chuck Hogan criaram uma obra intrigante e incrível.
E fiquei feliz quando finalmente consegui terminá-la. Não por achar que não poderia fazer isso, mas simplesmente por sentir que o mundo voltava a ser o mundo que conheço.
Dou créditos à Rocco que teve bastante cuidado na edição do livro, que não percebi nenhum problema.
Oi galerinha, como vocês estão? Animados com as muitas promoções que estão rolando aqui no blog? Tem muita coisa boa, né? E livros para todos os gostos. Para conferir, clique na aba Promoções aí em cima.
Só que o papo de hoje é outro: vocês já viram as novidades da Editora Intrínseca para este mês?
Tem estilos bem variados, para agradar todo mundo. Tem livro interativo, como Uma pergunta por dia, contos de Extraordinário, livro para quem ama gatinhos (e sempre via os livros dos cachorros publicados pela Editora), Crepúsculo/Vida e Morte, de Stephenie Meyer, que comentei no mês passado, livro do autor Guillermo Del Toro, que escreveu também Noturno, livro mais assustador que eu já li na vida - e muito mais. Vamos conferir alguns deles?
Uma pergunta por dia, de Potter Style: Todos os dias criamos uma imensa quantidade de registros em celulares, redes sociais e aplicativos. No entanto, quase nunca temos o hábito de retornar a eles. Às vezes podem parecer só besteiras, mas quantos desses relatos não mostrariam nosso crescimento e nossas mudanças em todos esses anos?
Uma pergunta por dia convida a registrar suas respostas a uma variedade de questões, das mais simples às mais complicadas, como "Para onde você quer fazer sua próxima viagem?" ou "Escreva a primeira linha da sua autobiografia". Em cada página há espaço para cinco respostas, uma por ano, ao longo de cinco anos. Com o passar do tempo, quando voltar a um dia já anotado, o dono do diário encontrará seus pensamentos anteriores, num exercício divertido e construtivo de recordar e refletir.
Caçadores de Trolls, de Guillermo Del Toro e Daniel Kraus: Uma história de terror idealizada por um dos artistas mais visionários da atualidade. Em Caçadores de trolls, Guillermo del Toro presenteia os leitores com uma aventura de dar arrepios, com ilustrações capazes de nos transportar para um mundo paralelo apavorante.
Jim Sturges é o típico adolescente na pacata cidade de San Bernardino: tem um pai superprotetor, um melhor amigo meio desajeitado e uma paixão platônica por uma menina que nem sabe que ele existe. Mas isso tudo muda quando um mistério de décadas ressurge, ameaçando a vida de todos os moradores da cidadezinha.
Um livro sobre os medos e criaturas que se ocultam onde menos se espera.
O Destino da Número Dez (Os Legados de Lorien, livro 6), de Pittacus Lore: O fim está próximo. Por anos, a Garde lutou contra os mogadorianos em segredo. Mas agora a invasão começou e os mogs vieram para ficar. John lidera a batalha em Nova York. Quando tudo parece estar contra os lorienos e a humanidade, Sam, seu melhor amigo, inexplicavelmente começa a desenvolver poderes - os Legados. Enquanto os dois tentam encontrar Cinco e Nove em meio ao caos e à destruição, eles se deparam com uma adolescente com habilidades que antes pertenciam apenas aos Gardes. Se ela é uma inimiga ou aliada, só o tempo dirá.
A Garde está enfraquecida, lutando para sobreviver. A única chance de vencer a guerra contra os mogadorianos de uma vez por todas é destruir seu líder - mas destruí-lo significa condenar Ella a um destino cruel. Se os Gardes não encontrarem uma forma de deter os mogs, acontecerá com os humanos o mesmo que aconteceu com os lorienos: todos serão aniquilados.
Cansei de ser gato - do capim ao sachê, de Amanda Nori e Stéfany Guimarães: Ele já foi unicórnio, alface, pão de forma, Frida Kahlo e Mestre dos Magos. Desde 2013, Chico arrebatou o coração de milhares de fãs ao encarnar personagens inusitados com sua versatilidade felina na página Cansei de Ser Gato no Facebook e no Instagram. Fez tanto sucesso que conquistou o estrelato e o posto de gato mais famoso da América Latina.
Com doses generosas de ironia, Cansei de ser gato: do capim ao sachê revela a surpreendente trajetória de Chico rumo ao sucesso na internet, desde sua infância modesta no interior até a chegada à cidade grande, onde passou frio e fome antes de encontrar um sofá para chamar de seu, constituir família e começar a se virar. Cansado de ser gato, Chico virou, entre outras coisas, bacharel, enfermeiro, Elvis Presley e Homem-Aranha. Conformado em pagar o preço da fama, Chico convive com os inconvenientes paparazzi e aparece em revistas, posando até para um ensaio sensual.
Sem perder o charme e, muito menos, o ar de superioridade, Chico expõe nesta biografia (mais ou menos) autorizada seu grande desejo de conquistar o mundo - a começar por você.
Como sempre, os lançamentos não param por aí. Quem quiser conhecer os demais publicados este mês, basta clicar na estante abaixo:
Natal está chegando e para os apaixonados pela leitura é sempre uma época que gera aquela expectativa sobre se ganharemos algum livro, não é? E pensando naqueles nossos amigos que ainda não se aventuram tanto por esse mundo mágico, torna-se também uma ótima oportunidade de presentear com um livro para atraí-los para o nosso lado, não acham?
Pensando nisso, resolvi trazer algumas dicas de livros que podem ser tornar opções de presentes para pessoas com os mais variados gostos literários.
Cartas secretas jamais enviadas
Onde comprar: Amazon
Sinopse: Você já desejou poder voltar no tempo e dar conselhos para si mesmo? Já quis ter coragem de falar como é forte o amor que sente por alguém? Alguma vez já se perguntou por que uma pessoa importante na sua vida parou de falar com você? A partir de contribuições anônimas, Emily Trunko reuniu nesta coletânea cartas que revelam segredos profundos de quem as escreveu. Afinal, muitas vezes o único jeito de lidar com nossos sentimentos mais intensos — seja um amor incondicional ou uma perda irreparável — é botando tudo no papel. A leitura destas cartas nos permite mergulhar na vida de seus remetentes e, ao mesmo tempo, redescobrir nossa própria história e perceber que, mesmo nos piores momentos, não estamos sozinhos.
Além de ser um belíssimo exemplar, com capa dura e uma mistura de cores linda, Cartas Secretas Jamais Enviadas é também um livro intenso, que explode em sentimentos, mesmo quando diz pouco.
Sinopse: Calma, competente e organizada, Paige Walker adora um desafio. Depois de passar a infância em hospitais, ela quer mais do que tudo provar seu valor – e que lugar pode ser melhor para começar sua grande aventura do que Nova York? Mas quando ela perde seu emprego dos sonhos, Paige vai descobrir que o maior desafio será ser sua própria chefe! Só que abrir sua própria empresa de organização de eventos e concierge não é nada comparado a esconder sua paixonite por Jake Romano, o melhor amigo do seu irmão e o solteiro mais cobiçado de Manhattan. Mas quando Jake faz uma excelente proposta para a empresa de Paige, a química entre eles acaba se tornando incontrolável. Será que é possível convencer o homem que não confia em ninguém a apostar em um felizes para sempre? O primeiro livro da série para "Nova York, com amor" traz um enredo empolgante e divertido, com personagens superando situações inusitadas em busca do seu final feliz.
Para aqueles que amam um filme de comédia romântica, Amor em Manhattan é a indicação perfeita. Leve e divertido, o livro parece aqueles filmes de sessão da tarde.
Sinopse: Richard Strickland é um oficial do governo dos Estados Unidos enviado à Amazônia para capturar um ser mítico e misterioso cujos poderes inimagináveis seriam utilizados para aumentar a potência militar do país, em plena Guerra Fria. Dezessete meses depois, o homem enfim retorna à pátria, levando consigo o deus Brânquia, o deus de guelras, um homem-peixe que representa para Strickland a selvageria, a insipidez, o calor — o homem que ele próprio se tornou, e quem detesta ser.
Para Elisa Esposito, uma das faxineiras do centro de pesquisas para o qual o deus Brânquia é levado, a criatura representa a esperança, a salvação para sua vida sem graça cercada de silêncio e invisibilidade. Richard e Elisa travam uma batalha tácita e perigosa. Enquanto para um o homem-peixe é só objeto a ser dissecado, subjugado e exterminado, para a outra ele é um amigo, um companheiro que a escuta quando ninguém mais o faz, alguém cuja existência deve ser preservada.
Mistura bem dosada de conto de fadas, terror e suspense, A forma da água traz o estilo inconfundível e marcante de Guillermo del Toro, numa narrativa que se expande nas brilhantes ilustrações de James Jean e no filme homônimo, vencedor do Leão de Ouro em 2017. Uma história cinematográfica e atemporal sobre um homem e seus traumas, uma mulher e sua solidão, e o deus que muda para sempre essas duas vidas.
Sabe aquele tipo de livro que parece poesia? Assim é A forma da água. O livro faz pensar sobre a sociedade, mas traz aquele sopro de esperança de algo melhor por vir, usando, para isso, de metáforas bem construídas.
Sinopse: Quem nunca sonhou em viver na Idade Média com Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda? E se todas as versões já retratadas fossem uma tentativa de Merlin, poderoso feiticeiro do rei, de mudar o destino?
O primeiro volume de Sonhos de Avalon traz a história de Melissa, uma jovem do século XXI, predestinada a voltar à Idade Média para se casar com Arthur e salvar a Britânia e a magia. Porém, quando sentimentos são envolvidos os resultados podem ser imprevisíveis.
Dividida entre a responsabilidade que lhe foi dada e a voz de seu coração, Melissa terá que tomar uma decisão que mudará sua vida e a de todos que a cercam.
Para aqueles que gostam de uma boa fantasia, cheia de aventuras e mistérios, Sonhos de Avalon, que faz uma nova leitura da lenda do Rei Arthur, é uma ótima dica.
Outlander: A viajante do tempo
Onde Comprar: Amazon
Sinopse: Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros. Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro das Terras Altas, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo pelo escocês. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?
O primeiro livro de Outlander é sempre uma dica a ser considerada. Além de ter uma história com um tiquinho de fantasia e um romance apaixonante e envolvente, a trama ainda é detalhista ao abordar aspectos históricos e nunca falha em adicionar cenas de lutas e aventura. É aquele tipo de livro que cativa todo o tipo de leitor e pouco importa que a série tenha mais de sete livros enormes - na verdade, todo mundo quer mais.
Essas são algumas das minhas dicas. E vocês, quais livros recomendam para presente nesse natal?
Vocês já repararam na quantidade de livros da Editora Intrínseca cujas adaptações chegaram aos cinemas nos últimos meses ou estão para chegar? Fiquei surpresa quando comecei a contar, tem muito filme!
Pensando nisso, decidi montar um post para mostrar para vocês alguns deles, com trailers e outros detalhes que encontrei, para que vocês fiquem tão curiosos quanto eu.
Extraordinário
O livro foi lançado em 2013 pela Editora Intrínseca e chegou aos cinemas em dezembro de 2017.
Sinopse: August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros. Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.
A forma da água
A forma da água é um dos lançamentos da Editora previstos para fevereiro e o filme deve chegar aos cinemas no mesmo mês.
Sinopse: Richard Strickland é um oficial do governo dos Estados Unidos enviado à Amazônia para capturar um ser mítico e misterioso cujos poderes inimagináveis seriam utilizados para aumentar a potência militar do país, em plena Guerra Fria. Dezessete meses depois, o homem enfim retorna à pátria, levando consigo o deus Brânquia, o deus de guelras, um homem-peixe que representa para Strickland a selvageria, a insipidez, o calor - o homem que ele próprio se tornou, e quem detesta ser. Para Elisa Esposito, uma das faxineiras do centro de pesquisas para o qual o deus Brânquia é levado, a criatura representa a esperança, a salvação para sua vida sem graça cercada de silêncio e invisibilidade. Richard e Elisa travam uma batalha tácita e perigosa. Enquanto para um o homem-peixe é só um objeto a ser dissecado, subjugado e exterminado, para a outra ele é um amigo, um companheiro que a escuta quando ninguém mais o faz, alguém cuja existência deve ser preservada. Mistura bem dosada de conto de fadas, terror e suspense, A forma da água traz o estilo inconfundível e marcante de Guillermo del Toro, numa narrativa que se expande nas brilhantes ilustrações de James Jean e no filme homônimo, vencedor do Leão de Ouro em 2017. Uma história cinematográfica e atemporal sobre um homem e seus traumas, uma mulher e sua solidão, e o deus que muda para sempre essas duas vidas.
Simon vs a agenda homo sapiens
Simon vs a agenda homo sapiens foi publicado pela Editora Intrínseca em 2016. O filme Love, Simon, inspirado no livro, chega aos cinemas americanos em março.
Sinopse: Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Ele só não contava que Martin, o bobão da escola, iria chantageá-lo ao descobrir sua troca de e-mails com Blue, pseudônimo de um garoto misterioso que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. Uma história que trata com naturalidade e bom humor de questões delicadas, explorando a difícil tarefa que é amadurecer e as mudanças e os dilemas pelos quais todos nós, adolescentes ou não, precisamos enfrentar para nos encontrarmos. O livro encabeça todas as listas de melhores livros de 2015, tendo sido indicado a diversos prêmios, como o National Book Award For Young People's Literature, o Best Fiction for Young Adults Award, da Young Adult Library Services, e o Goodreads Choice Awards.
Me chame pelo seu nome
A versão cinematográfica de Me chame pelo seu nome chegou aos cinemas há poucos dias, assim como o livro, que chegou às livrarias no início de janeiro.
Sinopse: A casa onde Elio passa os verões é um verdadeiro paraíso na costa italiana, parada certa de amigos, vizinhos, artistas e intelectuais de todos os lugares. Filho de um importante professor universitário, o jovem está bastante acostumado à rotina de, a cada verão, hospedar por seis semanas na villa da família um novo escritor que, em troca da boa acolhida, ajuda seu pai com correspondências e papeladas. Uma cobiçada residência literária que já atraiu muitos nomes, mas nenhum deles como Oliver. Elio imediatamente, e sem perceber, se encanta pelo americano de vinte e quatro anos, espontâneo e atraente, que aproveita a temporada para trabalhar em seu manuscrito sobre Heráclito e, sobretudo, desfrutar do verão mediterrâneo. Da antipatia impaciente que parece atravessar o convívio inicial dos dois surge uma paixão que só aumenta à medida que o instável e desconhecido terreno que os separa vai sendo vencido. Uma experiência inesquecível, que os marcará para o resto da vida. Com rara sensibilidade, André Aciman constrói uma viva e sincera elegia à paixão, em um romance no qual se reconhecem as mais delicadas e brutais emoções da juventude. Uma narrativa magnética, inquieta e profundamente tocante.
Baseado em fatos reais
Lançado em agosto de 2016, o livro ganhou versão cinematográfica que chegou aos cinemas no início de 2018.
Sinopse: Em uma obra em que o leitor é levado constantemente a questionar o que lhe é apresentado, Delphine de Vigan constrói um clima confessional, sombrio e opressivo para expor a obsessão do mercado editorial e do cinema pelas narrativas baseadas em fatos reais. A linha tênue entre verdade e mentira oscila para enriquecer uma poderosa reflexão sobre o fazer literário e questionar as fronteiras entre aparentes dicotomias, como real e ficção, razão e loucura, público e privado. Um livro brilhante, que joga com os códigos da autoficção e do thriller psicológico. Após o grande sucesso de seu último livro, em que revelava perturbadores segredos familiares, Delphine se vê diante da temível pergunta: o que vem depois de um texto tão pessoal, que comove tantos leitores? A inércia. O sucesso a fragiliza a tal ponto que a deixa completamente vulnerável. Ela não consegue mais escrever nem uma linha, nem sequer se sentar diante do computador ou segurar uma caneta. Está esgotada, e vive assombrada pela pressão da próxima obra. Tomada pelo bloqueio criativo, o sentimento de impotência e isolamento permeiam constantemente sua vida: os filhos gêmeos, Louise e Paul, estão prestes a sair de casa para seguir o próprio caminho e ingressar na universidade. Além disso, seu namorado, François, é um famoso jornalista e apresentador de um programa de crítica literária e está sempre viajando para o exterior. A instabilidade emocional de Delphine ainda é agravada pelas cartas de teor bastante violento que recebe de um remetente anônimo, ameaçando-a por ter exposto publicamente sua família. Nesse cenário de fragilidade, Delphine conhece L., uma mulher sofisticada, confiante, feminina, carismática e atraente. Tudo o que ela sempre desejou ser. L. parece ter um passado misterioso, trabalha como ghost-writer, e entra de modo insidioso na vida da escritora, que vê na amizade uma forma de superar seu bloqueio criativo. L. é a amiga perfeita, sempre disponível, e logo passa a interferir nos aspectos mais íntimos da vida de Delphine. O domínio de uma sobre a outra é inesperado. A conexão entre elas parece... inacreditável.
Baseado em fatos reais
Cinquenta tons de liberdade
O último livro da trilogia Cinquenta tons chegou às livrarias em 2012, e agora a última adaptação chega aos cinemas.
Sinopse: O que para Anastasia Steele e Christian Grey começou como uma paixão avassaladora e carregada de erotismo evoluiu, em um curto espaço de tempo, para um sentimento mais profundo que transformou a vida do casal. Ana sempre soube que amar um homem com tantas nuances seria complicado, mas nem ela nem Christian tinham noção das dificuldades que enfrentariam para ficar juntos. Mesmo assim, os dois estão se acertando: Ana torna-se mais segura a cada dia, e Christian lentamente permite-se relaxar e confiar nela. Tudo leva a crer que eles estejam caminhando para um desfecho digno de conto de fadas. Mas ainda há contas a acertar com o passado.
Alguns outros filmes adaptados dos livros da Editora são citados também nesta publicação.
Apaixonada pela leitura desde a infância, tantos livros lidos que é impossível quantificar. Alguém que vê os livros como uma forma de viajar o mundo e lugares mais incríveis que possam ser criados pela imaginação, sem precisar sair do lugar. Tem o blog como uma forma de dividir experiências e, principalmente, as emoções que as leituras despertaram, para compartilhar idéias e aproveitar sugestões de leitura, envolvendo mais e mais pessoas em um mundo onde a imaginação não tem limites.