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A descoberta do prazer - Tatiana Amaral

Sinopse: Quando Melissa Simon iniciou o estágio como substituta da secretária executiva do CEO do grupo empresarial C&H Medical Systems, nunca imaginou no que estava se metendo. Robert Carter, líder e maior autoridade dentro da empresa, seria seu chefe. Bastou apenas um olhar para Melissa entender que não tinha mais volta. Ela pertenceria a ele. Só não sabia o que encontraria pela frente. Robert Carter era o chefe e estava no comando. Melissa Simon era a estagiária e estava disposta a obedecer às regras. Juntos, eles descobririam que sexo, prazer e amor nunca mais seriam a mesma coisa. Um jogo intrigante de sedução e descobertas, no qual o amor é a única carta proibida. A entrega impensada a prazeres nunca antes sentidos só oferece uma certeza: a de que nada mais será como antes. Função CEO é uma deliciosa trilogia, na qual o amor nem sempre é o melhor caminho. (Skoob)

Livro recebido em parceria com a Editora.
AMARAL, Tatiana. A descoberta do prazer. Função CEO #1. Editora: Pandorga, 2018. 420 p.


A descoberta do prazer é o primeiro livro da Trilogia Função CEO, da autora Tatiana Amaral, publicado pela Editora Pandorga. Nesse livro, iremos conhecer a história da Melissa Simon, uma jovem de 24 anos, que está começando um estágio na C&H Medical Systems. 

Ela está substituindo sua amiga Abgail, que sofreu um acidente, e espera que esses meses trabalhando em uma grande empresa agregue valor ao seu currículo, mas o que ela não esperava era começar com o pé esquerdo no primeiro dia e causar tantos problemas de uma vez só. Além de ter chegado atrasada - o que impediu a Nicole de lhe explicar o seu trabalho - ela também estacionou na vaga do seu chefe, o bonito e arrogante Robert Carter. 

Robert é o CEO da empresa, ele é um homem exigente, controlador, possessivo e dono de uma beleza sem igual e Melissa lógico, não é imune aos seus encantos. Ela logo percebe que está com grandes problemas, quando a atração por seu chefe é maior que a sua vontade de lutar contra ela e, apesar de essa história ter tudo para dar errado, ela está disposta a correr o risco e embarca de cabeça nessa teia de amor e sedução. 

"O Sr. Carter gostava de se sentir o dono da situação. Era como combustível para suas investidas. Voltei a olhá-lo, contudo furiosa comigo por ser tão vulnerável aos seus encantos."

A descoberta do prazer foi um livro que eu amei e odiei na mesma intensidade. Essa é uma história que tinha um grande potencial, porém sinto que a autora não a desenvolveu em sua capacidade máxima. Os personagens são um poço de estereótipos: ele, rico, bonito, arrogante e possessivo; ela, insegura, submissa (não no sentido interessante da palavra), indecisa e fraca, não consegue impor seus pontos de vista e em grande parte, acaba cedendo a Robert, o que, claro, não me agradou nenhum pouco. 

O romance foi outro ponto que não me convenceu, eu até entendo a coisa toda da atração instantânea, mas, achei que esse livro assim como diversos outros, banaliza muito o amor, os personagens nem se conheciam direito e já estavam apaixonados, acredito que isso poderia ter sido melhor trabalhados, para que não passasse essa impressão de futilidade para o leitor. 

"Ele agia como um louco todas as vezes que algum homem encostava em mim, e eu estava errada em sentir medo?"

Por outro lado, eu gostei bastante da escrita da autora, apesar de tido alguns pontos que me incomodaram, como repetições de palavras. Em determinados parágrafos a mesma palavra se repetia mais de três vezes. Apesar desses probleminhas, sua escrita é bastante fluída e bem desenvolvida. 

Os personagens secundários foram de grande participação na trama, não irei citar um a um aqui, pois são muitos, e uma das minhas diversões nesse livro foi descobrir quem era amigo e parente de quem, por isso, não entrarei em detalhes.

A narrativa é feita em primeira pessoa, pelo ponto de vista de ambos os personagens. Em relação a parte física da edição, eu achei essa capa bem bonita, as folhas são amareladas e as letras são confortáveis. A cada novo capítulo, temos um detalhezinho bem bonito, nada muito extravagante. 

A descoberta do prazer é um livro que traz uma trama cheia de paixões, mistérios, ciúmes e traições. Esse não é um livro que tenha me surpreendido, muito pelo contrário, é o típico romance erótico envolvendo chefe e funcionária, com uma trama clichê e um mistério que deixa o leitor curioso do início ao fim.

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Cordas do Coração - Katie Ashley

Sinopse: Allison Slater, de 21 anos, é apaixonada pelo colega de banda de seu irmão, Rhys McGowan, desde seus treze anos. Mas, para ele, ela sempre será a irmãzinha de Jake e fora do limite. Agora, no segundo ano de faculdade e se recuperando de um relacionamento ruim, Allison tem como objetivo fazer com que Rhys a veja como alguém com quem poderia sair... talvez até se apaixonar. Sua oportunidade surge quando Rhys viaja para a casa dos pais em Savannah, cidade na qual estuda. Mas a noite com a qual sempre sonhou acaba se tornando uma grande decepção, e ela percebe que nunca será a pessoa certa para Rhys. Para Rhys McGowan, o pesadelo começa quando acorda nu e de ressaca ao lado da irmãzinha de seu colega de banda. Incapaz de lembrar qualquer coisa sobre a noite passada, ele piora a situação mentindo para Allison, dizendo que não está interessado nela. A verdade é que ele passou o ano anterior tentando ignorar a reação de seu corpo toda vez que estava muito perto de Allison. Sua decisão é testada quando Allison parte em uma turnê com a Runaway Train, como babá de Jake e Abby, para cumprir seu estágio em design de moda. Quanto mais Rhys fica ao lado de Allison nas pequenas instalações do ônibus, mais difícil é resistir a ela. Rhys irá perceber que um relacionamento com Allison vale a pena, mesmo que isso signifique brigar com seu melhor amigo? (Skoob)

Livro recebido em parceria com a Editora
ASHLEY, Katie. Cordas do Coração. Runaway Train #3. Editora Pandorga, 2016. 352 p.


Runaway Train é uma série new adult escrita por Katie Ashley, mesma autora de A Proposta. Os volumes da série são independentes, ainda que sigam uma ordem cronológica na história, e cada livro traz um integrante da banda como protagonista. Li apenas o primeiro livro, Música do Coração, e agora o terceiro, e posso dizer que não ter lido o segundo livro não influenciou minha nova leitura.

Diferente do primeiro volume, cujo romance começou por um motivo superficial e não muito razoável, em Cordas do Coração o romance entre Allison e Rhys traz consigo uma história. Ela, irmã de um dos colegas de banda dele, sempre foi apaixonada por Rhys e, num ato de coragem, teve com ele seu primeiro beijo, como presente em seu aniversário de 16 anos. Por algum tempo, as coisas entre eles voltaram ao patamar da amizade, até que, anos mais tarde, depois de uma noite de bebedeira, os dois se entregam à paixão. O problema é que Rhys não quer arriscar sua amizade com Jake, irmão de Allison, e pede para os dois esqueceram a noite que tiveram.

Como todo new adult, há muito clichê na história e não é difícil saber qual será o final do livro. Isso não impede que haja uma trama gostosa de acompanhar, sempre temperada com algum drama que seus personagens enfrentaram ou têm que enfrentar. No meio de tantos problemas familiares e de relacionamento, Katie Ashley trouxe para o enredo um tema bastante relevante, o autismo, que foi tratado de modo bem passageiro no livro - até porque o foco do livro e do gênero é outro -, mas que permitiu discutir sobre os problemas e preconceitos que os autistas enfrentam.

Diferente de Jake, Rhys é encantador e um quase cavalheiro. O motivo que o fez se afastar de Allison foi a lealdade ao seu amigo, mas ele se viu dividido e sofreu com isso desde o primeiro momento. Eu o achei um covarde e um pouco canalha por tratar Allison como ele fez, mas entendi o quanto aquela família era importante para ele e que ele não queria arriscar isso por um romance.

"- Então vou te dar atitudes; eu te darei qualquer coisa no mundo. De alguma forma, de algum jeito, provarei que sou o homem certo para você."

Acredito que o romance entre os protagonistas poderia ser melhor desenvolvido. Quero dizer, trata-se de algo que vem de anos, e senti falta de ver os sentimentos melhor trabalhados. Foi algo como se os dois já estivessem apaixonados, mesmo que Rhys tentasse negar, e agora eles só precisavam decidir se ficariam ou não juntos e enfrentariam ou não Jake. Faltou o processo de entrega, de troca de olhares - o aspecto emocional, já que no que trata do aspecto sexual a entrega foi completa desde o início.

Uma das coisas que mais gostei nos dois livros que li da série foi a amizade entre os integrantes da banda e, dessa vez, também a interação das famílias dos integrantes que já se casaram. A forma como um interfere na vida do outro, seus lados amorosos com as mulheres e filhos e os "acidentes" em misturar roqueiros desbocados com crianças inocentes garantiram algumas risadas durante a leitura. Além disso, esse enredo também é repleto de música, o que torna a leitura ainda mais fluida.

Cordas do Coração foi uma leitura melhor do que Música do Coração, mas ainda faltaram elementos que tornassem a trama verdadeiramente memorável. É uma leitura leve e fofa, mas não se pode esperar muito mais que isso.

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Promíscuo ser de partitura finita - Cris Coelho

Sinopse: Duas vidas entrelaçadas por um mesmo propósito. Um carma que é passado por diferentes gerações unindo duas mulheres em épocas distintas. De um lado, está Maria Scarlet, uma prostituta de um passado distante que, após apanhar muito da vida, consegue se estabelecer como dona de um bordel. Com o tempo, o bordel ganha fama e se torna referência na pacata Holanda de 1750, derivando a qualidade de seu nome para a rua a qual o estabelecimento funcionava: “Red Street”, atualmente conhecida como “Red Light”. Do outro lado, está Anna Lara, uma mulher frágil e atormentada pelas lacunas do seu sombrio passado. Com o suporte de Maria Scarlet, Anna Lara cria defesas emocionais por meio da energia sexual que recebe de sua protetora e se torna participante ativa e assídua de toda forma de desvio sexual, ao lado de seu parceiro de vida, Jota Jr. Em um enredo psicológico completamente envolvente, Anna Lara esbarra nas lacunas sexuais escondidas nas partituras não terminadas de um universo promíscuo e misterioso. (Skoob)

Livro recebido em parceria com a Editora
COELHO, Cris. Promíscuo ser de partitura finita. Editora Pandorga, 2017. 160 p.


Acredito que dificilmente teria lido Promíscuo ser de partitura finita, de Cris Coelho, se não tivesse recebido o livro como cortesia da Editora Pandorga. Tenho evitado romances eróticos nos últimos meses, pois só tenho encontrado mais do mesmo, e tinha a impressão de que a leitura não me conquistaria. Mas o livro estava ali, eu estava indecisa sobre o que ler, e as poucas páginas me convenceram a finalmente iniciar a leitura.

A primeira coisa a se tomar conhecimento sobre o livro é que suas poucas páginas enganam. A fonte pequena e a escrita concisa da autora conseguem incluir muito conteúdo em poucas linhas. Por essa razão, em 160 páginas, há muita história, passado e presente, vivências e lembranças. Na trama, ao mesmo tempo que acompanhamos a vida de Anna Lara no presente, o enredo resgata passagens de sua infância e os mistérios da mulher que a acompanha: Maria Scarlet. Desde o início, é possível perceber que a vida das duas estão entrelaçadas, mas as explicações para isso começam a aparecer mais para o final do livro, embora não sejam completamente entregues, já que o livro sugere a existência de uma continuação.

A narrativa concisa da autora não significa uma leitura simples e objetiva. Cris Coelho abusa das figuras de linguagem e da poesia, dando ao texto um toque sofisticado. É engraçado porque, ao mesmo tempo que enfeita as passagens de sua narrativa, consegue construir algo visceral e simples, sem se preocupar com as palavras ao narrar as minúcias da vida promíscua de Anna Lara. O texto consegue, numa mesma linha, ser refinado e belo, mas sujo e absurdamente carnal.

Aliás, as cenas eróticas criadas pela autora não são nada romantizadas e nem buscam envolver com narrações cheias de dedos e toques. Tratam-se pele e fogo, só isso, sem pudor. É algo cru, sem limites, sem barreiras, e qualquer fantasia, por mais escrota que possa parecer, pode ser incluída, sem julgamento. E é nesse aspecto que esbarra a questão principal do livro: Anna Lara se divide entre a vontade de se entregar a esse fogo e a sensação de que o que faz é errado, principalmente por conta dos ensinamentos religiosos que recebeu.

A religião é outro ponto bem debatido na obra, e se irradia para várias outras situações descritas no contexto. São citadas características da Umbanda, do Candomblé, do Espiritismo, da Igreja Evangélica, entre outras. Nesse aspecto, senti que a autora podia ter feito uma abordagem mais completa sobre as religiões, já que em alguns momentos a construção esbarrava em sensos comuns, sem uma análise mais aprofundada sobre cada uma delas. Entrelaçados a isso, não só a questão do sexo, mas também temas como aborto, vício, violência, suicídio e homossexualidade são tratados no enredo.

Fiquei um pouco frustrada com a ausência das respostas para os segredos narrados na obra. Por se tratar de um livro curto, pareceu-me desnecessário que tenha sido dividido em dois. Além do mais, fiquei bem irritada com o final. As atitudes da protagonista me levaram a criar uma antipatia por ela, em especial quando tudo o que fazia (mesmo aquilo que não queria) tinha uma única razão: Jota, seu marido. E isso só se confirmou quando, depois de tudo o que passou e do tempo que levou para se recuperar, ela voltou para aquilo logo que teve oportunidade.

Preciso registrar que Promíscuo ser de partitura finita me surpreendeu em alguns aspectos, principalmente no que se relaciona à construção textual da autora, mas, infelizmente, a trama não me conquistou, talvez por não ser um gênero que eu curto. De fato, foi bem diferente de tudo o que eu li nos últimos tempos, e vale lembrar que as notas do livro têm sido bem altas no Skoob, o que significa que, para aqueles que gostam de livros nesse estilo, talvez seja interessante dar uma chance para a obra.

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Novidades #184: Lançamentos Editoras Parceiras

Queridos leitores, como vocês estão?

Hoje é dia de mostrar alguns dos últimos lançamentos anunciados pelas editoras parceiras do blog e, como sempre, temos livros de gêneros diversos, para todos os gostos. Se quiser conferir a sinopse, basta clicar nas capas.

Editora Intrínseca


Editora Arqueiro 

 

Editora Pandorga


 

Gostaram de algum? Quais deles gostariam de ler?

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Amor de Todas as Formas - Tatiana Amaral, M. S. Fayes, Raiza Varella, JC Ponzi e Mila Wander

Sinopse: Não existe um jeito certo de amar nem a hora certa para o amor chegar. O amor pode aparecer no supermercado depois que a porta se fechar, que mal tem? Ou quem sabe aparecer através de uma forma pura, meiga e delicada como em uma linda dança de balé? Ao espiar por uma janela proibida, quem sabe você se depara com aquele garoto de olhos azuis que sonha? Você pode viver uma aventura deliciosa, mesmo não parecendo muito correta, e essa aventura aquecerá seu coração. O destino tem, sim, o poder de unir dois corações de caminhos opostos, afinal, no amor não existe impossível. Todo dia é dia de comemorar o amor. O importante é abrir o coração, sair do convencional, driblar as asperezas da vida, estar pronto para dar um fora na rotina e viver todos os dias uma grande paixão. Experimente o Amor… De Que Forma? Não importa! O Que Importa Mesmo É Se Entregar Ao Amor De Todas As Maneiras. (Skoob)

Livro recebido em parceria com a Editora
AMARAL, Tatiana. FAYES, M.S. VARELLA, Raiza. PONZI, JC. WANDER, Mila. Amor de todas as formas. Editora Pandorga, 2017. 384 p.


Vou ser sincera ao dizer que não tinha a intenção de ler Amor de todas as formas logo que recebi o exemplar da Editora Pandorga, em especial porque ler um livro de contos nem sempre me anima. Mas, em um dia que eu estava longe do romance que estava lendo e com o Kindle por perto, comecei a ler o e-book despreocupadamente, com o intuito de ter uma leitura rápida que não fosse me influenciar a ficar longe do livro que já tinha começado, e quando percebi, estava completamente viciada em seus contos.

A obra é composta por cinco contos, cada um escrito por uma autora, todos eles com o tema amor e com histórias que se passam, em sua maioria, no dia dos namorados - época em que o livro foi lançado. Como são contos, são tramas rápidas e dinâmicas, todas envolventes e bem escritas, com amores de todas as formas. Alguns trazem personagens de outros livros, outros trazem enredos inovadores, mas, independente de quem são os protagonistas, acompanhar a história é sempre fácil, já que as autoras dão um breve deslumbre do que é necessário para compreender a trama.

O primeiro conto é Um Dia Para os Namorados, de Tatiana Amaral. Os personagens dessa história são Robert e Melissa, que protagonizam a série Função CEO, da mesma autora. No conto, os dois são casados há oito anos e, inevitavelmente, caíram na rotina, por isso Melissa está certa de que o marido tem uma amante. Depois de uma intensa história de amor, talvez o tempo deles como casal tenha chegado ao fim, mas tudo que eles precisam fazer é se redescobrir depois de tanto tempo. Ainda que eu não tenha lido os livros da trilogia, gostei de conhecer um pouquinho do casal, e não me senti nenhum um pouco perdida durante a leitura. A autora soube introduzir a vida dos dois o bastante para poder acompanhar a história. Não pareceu ser meu estilo de leitura, mas os comentários sobre a trama principal deixa uma curiosidade de conhecer os livros.

Pas de Deux, de M. S. Fayes, conta a história de Samantha, uma bailarina muito dedicada, que se vê diante de um desafio: fazer uma parceria com Adam, seu crush da vida. É uma história divertida e muito doce, com alguns devaneios bem engraçados por parte de Sammy, que narra o conto. No início achei a protagonista meio chata e reclamona, mas depois me afeiçoei mais a ela e consegui curtir a leitura.

O Garoto Que Desapareceu é escrito por Raiza Varella e também tem origem em outros livros da autora, da trilogia Encantados. Nesse conto, Vivian e Bernardo vivem um casamento cheio de amor, até que ela descobre uma caixa com sapatos femininos - de outra mulher - escondida dentro do armário do marido. Mesmo que queira se explicar, Bernardo sabe que contar a razão por que guardou os sapatos vai magoar a mulher e evita fazer isso a todo custo. A trama é fofa e no maior estilo conto de fadas atravessado. O que mais gostei foi a forma como os amigos sempre se metem um na vida do outro, dão opinião - doa a quem doer - e, principalmente, temem suas mulheres. É engraçado, um pouco dramático, e bem romântico.

JC Ponzi contribuiu com Amuleto, que narra o envolvimento entre Jodie Clarke, um cara que eu chamaria de mafioso, e Samantha, uma prostituta que acaba cruzando seu caminho de uma forma inusitada. Esse é o conto mais sombrio de todos, não assustador, mas traz uma carga mais pesada que os outros. O envolvimento dos protagonistas é totalmente fora do padrão, principalmente o modo como a fidelidade de Sam surge em relação a Jodie. Achei um pouco sádica a idolatria dela, mas compreendi. Os personagens também aparecem em Sob a face do poder, livro da autora publicado pela Ler Editorial.

Meu conto favorito foi Uma Louca Noite no Supermercado, de Mila Wander, por vários motivos. A história é totalmente impensável, mas divertida mesmo assim. Viviane e Nathan acabam presos  dentro de um supermercado depois do expediente, em uma noite de tempestade. Juntos, eles tentam encontrar uma forma de sair, mas percebem que é impossível, sem luz e sem linhas de telefone. Por conta disso, só lhes resta ficar na companhia um do outro até que tudo seja restabelecido, ou até o dia seguinte. Eu adorei a forma como a autora criou personagens livres e descompromissados, tanto em relação aos sentimentos quanto às ideologias. Os dois tinham tudo para criarem preconceitos um com o outro, mas suas cabeças abertas permitiram que eles simplesmente se conhecessem e se curtissem. Além disso, o romance deles foi moderno, positivo, para a frente. Simplesmente adorei.

Para os românticos de plantão que querem contos curtos e gostosos de ler, Amor de todas as formas é uma ótima opção de leitura. Também é uma ótima forma de matar as saudades de alguns personagens de outras séries, no caso dos contos de Tatiana Amaral, Raiza Varella e JC Ponzi.


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Música do Coração - Katie Ashley

Sinopse: Para Abby Renard, o plano era para ser simples, se juntar a banda de seus irmãos na última etapa da sua turnê de verão, e decidir se ela está finalmente pronta para a ribalta, tornando-se o seu quarto membro. É claro que ela nunca imaginou que tropeçar no ônibus de turnê errado na Rock Nation, teria acidentalmente pousado-a na cama de Jake Slater, o notório vocalista mulherengo da Runaway Train. Quando ele a confunde com uma de suas groupies, Abby rapidamente esclarece que ela com certeza não está na sua cama de propósito.
Jake Slater nunca imaginou que o anjo que caiu na sua cama iria resistir a seus encantos, no mesmo instante o deixou de joelhos. Naturalmente, o fato de que ela parece uma menina certinha do coro poderia ser qualquer coisa, menos o tipo dele. Então, ele está mais do que surpreso quando, depois de apostar com Abby que ela não duraria uma semana no seu ônibus de turnê, ela está mais do que disposta a provar que ele estava errado. Com a vida pessoal de Jake implodindo a sua volta, ele encontra uma improvável aliada em Abby. Ele nunca conheceu uma mulher que pudesse conversar, brincar, ou o mais importante fazer música com ela.
Quando a semana começa a chegar ao fim, nem Abby, nem Jake estão prontos para seguir em frente. Pode, uma cantora de Country querida e um bad boy do rocknroll, de verdade, terem um futuro juntos? (Skoob)

Livro recebido em parceria com a Editora
ASHLEY, Katie. Música do Coração. Runaway Train #1. Editora Pandorga, 2014. 320 p.


Entre algumas leituras de editoras parceiras que tenho aqui em casa, escolhi passar Música do Coração na frente pela vontade de ler um New Adult. Não sabia muito sobre o enredo antes de iniciar a leitura, mas claro que tinha algumas expectativas. O livro cumpre o que o gênero promete: traz muito romance, algumas cenas mais intensas e, no caso da série Runaway Train, também muita música.

Na trama, Abby pretende se juntar aos seus irmãos para participar dos próximos shows da turnê da Jacob's Leader, mas acaba, por acidente, no ônibus da Runaway Train e, mais especificamente, na cama de Jake. Depois de um início cheio de provocações e esclarecimentos, ela é desafiada a sobreviver no ônibus da banda por uma semana e, como Abby não quer dar o braço a torcer, ela fica e acaba se aproximando de Jake muito mais do que imaginaria.

Música do Coração, de Katie Ashley, é, de fato, um romance bem gostoso de acompanhar. A escrita da autora fisga tanto que, quando se percebe, o livro já acabou. A narrativa intercala o ponto de vista de Abby e de Jake em primeira pessoa e permite conhecer mais profundamente como esses personagens tão diferentes encaram cada situação. É interessante acompanhar a trama dessa forma porque, por mais que não se concorde com algumas atitudes dos personagens, é possível compreender o que os leva a tomar determinada decisão.

"- Então no futuro quando houver momentos em que quiser estrangular Jacob ou quando ele testar o seu amor, apenas se lembre de que perdão é muito melhor do que arrependimento."

Algumas coisas não me agradaram na trama e, apesar de ter a impressão de ser muito crítica em algumas leituras, não consigo não me irritar. A primeira delas é a aposta entre Abby e Jake, a única razão que a fez ficar no ônibus. Acho que a autora poderia ter sido mais criativa e justificado de outra forma essa permanência, por que eu não consigo me convencer de que alguém em sã consciência faria uma aposta para ficar no ônibus de quatro desconhecidos. Além do mais, o que importa o que ele vai achar no fim das contas se ela não aceitar? Não colou muito, mas relevei e continuei a leitura.

O segundo problema foi Jake e o quanto ele foi escroto. Eu definitivamente nem olharia para um cara que fez o que fez e perderia todo o respeito por ele, mas Abby foi bem boazinha e perdoou facilmente - mais de uma vez. Mesmo que ele tivesse uma razão que justificasse algo, acho muito difícil que eu fosse me apaixonar por alguém assim. Criei birra.

Mesmo assim, tenho que admitir que, quando Jake deixou a "ogrisse" de lado para investir de verdade em Abby, ele conseguiu ser mesmo fofo. Acho que se eu não achasse que ele tivesse sido bem reprovável num primeiro momento, até poderia gostar dele. Deixei de lado minha cisma com o protagonista e segui em frente na leitura e, no fim das contas, valeu mesmo a pena.

"- Vê aquela garota. - Apontei para Abby. - Acho que eu a amo e isso faz com que eu aja como um perfeito idiota.
Melody balançou sua mãozinha para Abby.
- É, até você já está apaixonada por ela. E você a conhece há o quê? Cinco segundos? Ela faz isso com as pessoas."

O que mais gostei no livro nem foi romance em si, para ser sincera, mas da amizade entre os caras da Runaway Train, assim como o carinho deles por Abby. Todos eles são fofos ao seu modo, protetores e divertidos, e fiquei feliz em saber que os outros livros da série vão contar a história dos demais integrantes da banda. Adorei A. J. e Brayden e estou bem curiosa para saber mais sobre suas próprias histórias.

Um detalhe encantador da trama que provavelmente vai conquistar a todos é sua musicalidade. Afinal, a série narra tramas de integrantes de uma banda e as passagens do livro são misturadas a uma bela trilha sonora, que descreve os shows da banda e faz menções a músicas bem conhecidas. Para quem gosta, é difícil não ficar cantarolando em diversos momentos.

Apesar dos problemas que mencionei - e de uma série de palavrões, que não me incomodou, mas pode incomodar alguém -, Música do Coração tem uma trama gostosa de acompanhar, cheia de cenas românticas e músicas que têm grandes chances de agradar quem gosta do gênero.

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Novidades #180: Lançamentos Editoras Parceiras

Oi pessoal, como estão? Hoje é dia de divulgar alguns dos lançamentos anunciados por algumas das editoras parceiras do blog e tem muita coisa boa! Espia só:

Editora Pandorga


 Editora Novo Conceito


Editora Angel





Quem quiser conhecer mais detalhes sobre os livros, basta clicar na capa.

Agora me contem: quais vocês gostariam de ler?

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Rainbow - M. S. Fayes

Sinopse: Rainbow Walker sempre se sentiu diferente das garotas da sua idade. Com um nome peculiar e uma família estranha, ela nunca conseguiu estabelecer vínculos ou manter muitas amizades. Agora, em uma nova cidade, ela terá que se adaptar a uma nova escola e rotina, ao mesmo tempo em que precisa deixar sua introspecção de lado.
Mas Rainbow não está sozinha nessa jornada, já que uma pessoa inesperada entra em seu caminho, fazendo com que ela precise rever todos os velhos preconceitos em relação aos outros, se obrigando a deixar as pessoas entrarem na sua vida.
Reviravoltas, conflitos familiares e toda espécie de desventuras típicas de uma adolescente no Ensino Médio não podem competir com o que ela menos esperava encontrar: o amor e a autodescoberta. (Skoob)

Livro recebido em parceria com a Editora
 FAYES, M. S. Rainbow. Editora Pandorga, 2017. 288p.


Rainbow tem esse nome pois é filha de hippies. Sua irmã Sunshine é totalmente radiante como o nome e seu irmão Thunder Storm é pavio curto como uma tempestade de trovão. Rainbow é a única cujo nome não a representa em nada, já que ela chega a dizer que se sente cinza, não arco-íris. 

Apesar do nome M.S Fayes, a autora é brasileira e ele é apenas um pseudônimo. Dito isso, eu achei que a descrição dela de uma história americana foi bem convincente. Eu até fui traduzindo pro inglês e fazia sentido na língua, ela colocou significados mais adequados do que o que as pessoas costumam achar que é, e expressões que funcionam tanto em português quanto em inglês. Só teve uma palavra que eu não consigo imaginar as pessoas usando, muito menos naquela quantidade, em nenhuma das línguas, mas após ler nos Agradecimentos que o personagem foi inspirado num sobrinho dela, acho que pode ser dele que vem isso. Falando na linguagem, o livro tem bastante palavrões, então fica o aviso para quem se incomoda.

O livro traz um tema interessante bem subliminar de não julgar as pessoas pela capa. A própria Rainbow comenta isso sobre o protagonista masculino da história, mas eu também vi na amiga que ela faz, que eu achei estranho ver que ela gostava de fofoca.

Eu adorei o desenvolvimento da protagonista.  Eu posso dizer que me identifico com ela, ela é bem o clichê de um leitor, que prefere ler do que falar com as pessoas, etc. A autora fez algo muito raro, que é o interesse amoroso ajudar a pessoa a mudar, mas ela mudar por si mesma, e não por ele. E não fisicamente, internamente. Além disso, eles são fofos, divertidos, se apoiam em tudo. Aqui tem sim algumas briguinhas bobas, como se vê no gênero, um clichê, mais de New Adult e erótico que de Jovem Adulto (com relação a experiência do mocinho e da mocinha, porém aqui a M. S., mais uma vez, mostra algo bem mais saudável), e uns acontecimentos meio exagerados para entrar entre eles, mas no final eu sei que continuei gostando do casal.

Quando você pensa que o livro vai focar totalmente em romance, ele te surpreende demais e coloca um drama familiar difícil e real (não que seja comum), e aí a Rainbow tem que lidar com todos os problemas internos, os novos problemas, e o mesmo para o namorado dela, que ajuda demais nessa fase. E por falar em família, a relação dela com os irmãos é ótima, bem divertida.

Rainbow tinha tudo para eu gostar só pela sinopse. Eu pedi ele de parceria só com isso e a capa. Se ele fosse totalmente fútil ou um mar dos piores clichês, usados das piores formas, eu provavelmente ainda gostaria dele. Com tudo que ele me deu então, podem acreditar que eu amei.

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Cinder & Ella - Kelly Oram

Sinopse: Faz quase um ano que Ella Rodriguez, 18, esteve em um acidente de carro que a deixou aleijada, com cicatrizes e sem a mãe. Após uma recuperação difícil, ela foi obrigada a atravessar o país para viver com o pai que a abandonou quando era uma criança. Se ela quiser escapar de seu pai e de sua horrível família adotiva, ela precisa convencer os doutores de que é capaz, física e emocionalmente, de viver sozinha. O problema é que ela ainda não está pronta. O único modo de se curar é se reconectar com a única pessoa no mundo que ainda significa algo para ela: seu melhor amigo anônimo, Cinder. Brian Oliver é a sensação de Hollywood e tem a fama de sempre causar problemas. Existem muitos rumores sobre sua participação no filme O príncipe druída, mas seus assessores dizem que o único modo de passar de adolescente sedutor para ator da lista A é mostrar que seus dias de selvageria ficaram para trás e que agora ele amadureceu. Para aplacar os comentários sobre a reputação de bad-boy, seu assessor arranja um casamento falso com a coadjuvante Kaylee. Brian não está animado com a noiva falsa ou o casamento, mas ele fará qualquer coisa para conseguir sua nomeação ao oscar. Até que o e-mail de uma antiga amiga da internet muda tudo. (Skoob)

Livro recebido em parceria com a Editora
ORAM, Kelly. Cinder & Ella. Editora Pandorga, 2016. 304 p.


Acredito já ter mencionado por aqui que eu adoro releituras de contos de fadas, especialmente quando a trama consegue manter as características principais da história original e, ao mesmo tempo, ousar e trazer uma história completamente nova. Cinder & Ella, de Kelly Oram, consegue fazer tudo isso, conquistou-me por completo e, ao final, ainda me deixou com o coração transbordando de sorrisos por ter sido um dos livros mais fofos e românticos que li nos últimos tempos.

Na trama, Ellamara tem em "Cinder" um amigo e, muito embora eles se conheçam há anos, sua amizade se restringe ao mundo virtual. Por conta disso, um não faz ideia da real identidade do outro. Quando precisa de alguém para enfrentar suas perdas, é nele que ela vai buscar apoio. Afinal, sua vida mudou completamente com o acidente que matou sua mãe, deixou-a cheia de sequelas e cicatrizes e fez com que tivesse que cruzar o país para morar com o pai que a abandonou quando era criança, e Cinder é o único porto seguro que ela tem longe de todo o seu sofrimento, o único que a conhece apenas pelo que ela realmente é. Será que esse relacionamento tem chance de partir para o mundo real?

"Fiquei sentado na cadeira, olhando para o e-mail enquanto a sala girava ao meu redor. Ella estava viva; Ella tinha me enviado um e-mail. E sentia a minha falta. Era quase bom demais para ser verdade."

O livro intercala as perspectivas de Ella e de Brian, sempre em primeira pessoa, e é ótimo poder acompanhar os dois personagens principais. Vou ser sincera ao dizer que não gostei da protagonista logo no início. Tudo que os outros falavam era interpretado por ela como uma ofensa pessoal e a garota não se esforçava muito para melhorar sua própria vida. Ela agia como se a raiva do pai, do lugar onde estava, da escola, do mundo fosse fazer alguma coisa mudar, só que só piorava tudo. Entendo que Ella já tinha sofrido bastante e que se fechar talvez fosse uma tentativa de se proteger, mas inconscientemente me irritava com ela. Depois de um tempo, porém, passei a entender melhor a personagem - e ela passou a ver as coisas de outra forma, também -, e aí fui conquistada por ela.

Brian também não era a melhor pessoa do mundo antes de Ella reaparecer em sua vida, com um ego enorme e nenhum coração; depois que ela fez contato, foi como se ele fizesse o maior esforço para ser alguém que merecesse ter a presença da garota em sua vida, doce, fofo, divertido, incrível. Adorei ver o quanto eles se importavam um com o outro, seus diálogos cheios de provocações, que no fundo demonstravam os reais sentimentos que tinham um pelo outro.

Os personagens secundários também tiveram grande relevância na trama. Eu adorei os amigos de Ella, em especial a forma como Juliette se transformou no decorrer da trama, e me encantei com Rob e tudo o que ele representou na recuperação de Ella.

"- Existem pessoas lá fora que serão capazes de enxergar além das suas cicatrizes e ver a garota lá dentro - disse Daniel -, mas você não vai encontrá-las se focar escondida dentro dessa casa o dia todo."

Cinder & Ella é uma releitura muito bonita de Cinderella. A madrasta e as irmãs "más" estão presentes, os amigos costureiros e a "fada madrinha" também, e Ella é, a princípio, a gata borralheira de quem ninguém quer se aproximar. São várias as referências ao conto de fadas original, e foi incrível a forma como a autora conseguiu misturar isso tudo num enredo tão atual e denso, tratando ainda de temas como depressão, bullying, suicídio, entre outros tópicos bastante sérios. Além disso, não seria um conto de fadas se não tivesse uma boa lição, e o livro de Kelly Oram mostra que não são as aparências que importam, mas as pessoas para além delas. A história tem ainda uma bela mensagem de esperança, de recomeço e de superação, que deixa a trama ainda mais completa e rica.

Em resumo, Cinder & Ella vai muito além do romance e conquista pela densidade de seu enredo. Trata de assuntos sérios com a leveza de uma trama adolescente, presenteando-nos com uma edição linda e caprichada, cheia de detalhes, e com muito calorzinho no coração.

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Novidades #177: Programação Bienal do Rio

Oi pessoal! Perceberam que há alguns dias eu não trouxe mais conteúdos pro blog além das resenhas? Estou em uma correria danada por aqui e o cansaço também traz a falta de inspiração, então está difícil. Mas já estou sentindo a empolgação voltar, então logo devo trazer coisas legais para vocês.

Hoje, quis aproveitar a proximidade com a Bienal do Livro do Rio, que começa na próxima semana, para divulgar as programações de algumas das Editoras parceiras do blog. Claro que não vou colocar todas as programações por aqui, vou apenas indicar o que eu gostaria de acompanhar - mas que não posso, já que não vou - e onde achar outras informações sobre os eventos.

Editora Intrínseca


A Editora Intrínseca tem muita coisa legal, a começar pela presença da autora Jenny Han, no dia 2 de setembro. Também estarão presentes outros autores publicados pela Editora, como Isabela Freitas, Pedro Gabriel, Raony Phillips, Miriam Leitão, entre outros. A Editora ainda programou um encontro com leitores. Todas as informações sobre os eventos podem ser encontrados nessa postagem.

Editora Arqueiro

A Editora Arqueiro também tem presença internacional, com Abbi Glinnes no dia 3 de setembro. E é claro que autoras nacionais como Thalita Rebouças e Samanta Holtz também marcarão presença por lá. Quem quiser acompanhar todos os eventos programados, pode acompanhar pela página da Editora no Facebook.

Ler Editorial


A Ler Editorial vem se destacando com o lançamento de livros nacionais e, com essa proposta, nem podia ser diferente: todos os dias, seu estande contará com a presença de diversos autores do catálogo, como Kel Costa, Eva Zooks, Juliana Mendes, Robson Gabriel, Catarina Muniz, Catia Mourão e muitos outros. Além disso, outros autores independentes marcarão presença por lá. Os eventos da Editora podem ser acompanhados nesse link do Facebook.

Editora Pandorga


A Editora Pandorga também divulgou recentemente sua programação, que conta com lançamentos de diversos livros, como Até o Limite, de Myrna Andreza, e As coisas não são bem assim, de Renata R. Corrêa, com a presença dos autores, além de um bate-papo e sessão de autógrafos com as autoras de Amor de Todas as Formas. A lista de datas e horários pode ser vista aqui.



Quem aí vai estar por lá? O que vão ver? Dividam a empolgação comigo e me contem tudo!

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Novidades #176: Lançamentos Editoras Parceiras

No fim de agosto terá início a Bienal do Rio de Janeiro, e as editoras já estão com tudo na preparação para o evento. Algumas editoras anunciaram inúmeros lançamentos, e vou aproveitar para mostrar alguns divulgados pelas editoras parceiras para esse mês. Quem quiser ver mais informações sobre os livros, basta clicar nas capas:

Novo Conceito


Editora Pandorga

 
 

Ler Editorial

 

Grupo Editorial Pensamento




De qual capas mais gostaram? Quais querem ler?

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