Conjunto de Séries #13: Blindspot


Uma mulher, completamente nua e com o corpo inteiramente tatuado, é deixada, desacordada, em uma mala no centro de Nova York. Ela não tem uma única lembrança sobre sua vida, mas uma tatuagem a leva diretamente para o agente do FBI Kurt Weller. Jane, como passa a ser chamada, tem em seu corpo inúmeras pistas de crimes, que começam a ser desvendados pela equipe que cuida de seu caso. Essa é a proposta de Blindspot, série adicionada este ano no catálogo da Netflix.

No início da primeira temporada, o espectador está tão confuso quanto o FBI e a própria Jane, que não sabem como ou por que ela teve seu corpo tatuado daquela forma, e nem ao menos se lembra de quem é. Esse mistério impulsiona a trama, pois enquanto outros elementos surgem das tatuagens da protagonista e levam os personagens por determinado caminho, poucas são as respostas para o verdadeiro mistério da série.

Com o tempo, no entanto, Jane começa a se lembrar de alguns detalhes de sua vida e a deixar seus instintos a guiar. Ela sabe lutar, sabe atirar, e não é nem de longe uma donzela indefesa. Ela também começa a perceber que pode não ser tão vítima quanto pensava, mas fica dividida entre o que a levou àquela situação e aquilo no que ela acredita agora.


Blindspot é uma série intensa, na qual cada episódio é um jorro de adrenalina. A série é repleta de ação, perseguições e riscos aos personagens, entre outros elementos que dão a trama uma velocidade incrível. Os mistérios que dão tom à história também fisgam quem assiste, já que, com cada resposta, surgem novas perguntas. Essa incerteza gera aquele tipo de curiosidade que leva a assistir um episódio após o outro, incessantemente.

A série também tem uma pitada de drama e romance que dão um equilíbrio aos capítulos. Não há nada muito meloso ou chato, mas algo sutil, como um toque mais leve a tantos acontecimentos.

Devo avisar, desde então, que o fim da temporada é uma enorme vírgula, que deixa tanta coisa em aberto que é quase frustrante ter de esperar pela segunda. A temporada finaliza com mais perguntas do que quando começou, mas é incrivelmente instigante e, pelo comentários que tenho lido sobre a segunda, acredito que logo essas perguntas começarão a ser respondidas.

Alguém já assistiu? O que achou?

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Uma canção de ninar - Sarah Dessen

Sinopse: Remy não acredita no amor. Sempre que um cara com quem está saindo se aproxima demais, ela se afasta, antes que fique sério ou ela se machuque. Tanta desilusão não é para menos: ela cresceu assistindo os fracassos dos relacionamentos de sua mãe, que já vai para o quinto casamento. Então como Dexter consegue fazer a garota quebrar esse padrão, se envolvendo pra valer? Ele é tudo que ela odeia: impulsivo, desajeitado e, o pior de tudo, membro de uma banda, como o pai de Remy — que abandonou a família antes do nascimento da filha, deixando para trás apenas uma música de sucesso sobre ela. Remy queria apenas viver um último namoro de verão antes de partir para a faculdade, mas parece estar começando a entender aquele sentimento irracional de que falam as canções de amor. (Skoob)
DESSEN, Sarah. Uma canção de ninar. Seguinte, 2016. 320 p. 

Existem alguns autores que são sempre destaque nos blogs literários, e Sarah Dessen faz parte desse grupo, especialmente com obras como Just Listen e Os Bons Segredos. Curiosa que sou, não perdi a oportunidade de ler Uma canção de ninar, publicado pela Editora Seguinte, porém minha primeira experiência com a obra da autora não foi das melhores, infelizmente.

Na primeira metade do livro, não consegui me envolver com a história. A escrita da autora flui e é gostosa de acompanhar, mas a trama boba e um pouco fraca me impediram de mergulhar a fundo na leitura. Por conta disso, não tive aquela expectativa de ler um pouquinho do livro sempre que surgisse um tempo e até me perguntei algumas vezes se não seria melhor passar para outra leitura.

O livro tem como núcleo os acontecimentos cotidianos de uma garota que acabou de se formar no ensino médio e pretende curtir o verão antes da faculdade, sem qualquer compromisso, claro, porque é sempre assim que Remy faz. Os dilemas todos da trama giram em torno dos relacionamentos da protagonista, seja com sua mãe, seu irmão, suas amigas ou seus (ex-)namorados.

"[...] Eu já não tinha mais nenhuma ilusão a respeito do amor. Ele vinha, ele ia, deixava vítimas ou não. As pessoas não eram feitas para ficar juntas para sempre, independente do que diziam as músicas."

Tendo em vista a construção do livro, resta-me aceitar que meu maior problema na leitura, sem dúvida alguma, foi que eu não tenho mais paciência para drama adolescente. Antipatizei de cara com Remy, que narra o livro em primeira pessoa, e suas regras para relacionamentos. Eu até compreendi a falta de fé que ela tinha no amor, por conta da história de sua mãe e de suas próprias experiências, mas não consegui lidar com sua fixação por aquelas regras.

Isso porque, a partir do ponto em que ela se deixou envolver, foi bastante irritante que ela quisesse continuar a seguir seus padrões em vez de simplesmente viver aquilo. Até porque, ela fugia dos relacionamentos para não se machucar, mas com Dexter, ao fugir, ela mesma provocou seu sofrimento. Sei que nessa fase da vida é tudo muito preto no branco, mas não consigo mais compreender a lógica dessas firulas todas e, consequentemente, o mimimi em que se passa a história do livro me pareceu totalmente desnecessário.

"[...] Qual seria a sensação, me perguntei, de amar alguém tanto assim? A ponto de não conseguir se controlar quando a pessoa chegava perto, como se pudesse simplesmente se livrar de qualquer coisa que a estivesse segurando e se jogar sobre o outro com força suficiente para tomar conta dos dois?"

Da metade em diante, apenas, comecei a aceitar a proposta do livro e a simpatizar com o casal da história. Dexter, em especial, conseguiu me cativar, com sua tranquilidade mal disfarçada mesmo quando sofria por amor. Foi ele quem conseguiu amolecer meu coração, por ser tão diferente de Remy, por acreditar tanto nesse sentimento.

Além disso, os demais personagens também proporcionaram alguns momentos divertidos e reflexivos. As amigas de Remy sempre me faziam rir, e os colegas da banda de Dexter eram inacreditáveis. Gostei muito também do relacionamento de Remy com o irmão, a parceria entre os dois, e até com a mãe, que deixou os filhos um pouco de lado para se dedicar à carreira, mas que fez ponderações valiosas à filha.

"- Eu acho que é preciso se proteger - eu disse. - Não dá para simplesmente se entregar.
- Não - ela disse com sinceridade. - Não dá. Mas afastar as pessoas e negar o amor não te torna mais forte. Na verdade, te deixa mais fraca. Porque você estar agindo por medo.
- Medo de quê? - perguntei.
- De arriscar - ela disse. - De se soltar e ceder, e é isso que nos transforma no que somos. Riscos. Isso é viver Remy. Ficar com tanto medo a ponto de nem tentar é um desperdício. Posso dizer que cometi muitos erros, mas não me arrependo de nada. Porque pelo menos sei que não passei a vida toda à margem, imaginando como seria viver."

Uma canção de ninar não foi um dos melhores livros que li este ano, mas, apesar de minha resistência inicial, fui agraciada com um final muito fofo, daqueles de deixar um sorriso no rosto. Para aqueles que não se importam com tramas adolescentes e bobas, tenho certeza que será uma ótima leitura. Tenho outros dois livros da autora na estante e pretendo, em breve, ter uma segunda perspectiva sobre seus títulos.

Recebido da Editora para resenha



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The Kiss of Deception - Mary E. Pearson

Sinopse: Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor. O romance de Mary E. Pearson evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para a história de forma magnífica. Através de uma escrita apaixonante e uma convincente narrativa, o primeiro volume das Crônicas de Amor e Ódio é capaz de mudar a nossa concepção entre o bem e o mal e nos fazer repensar todos os estereótipos aos quais estamos condicionados. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor, e como ele pode nos enganar. Às vezes, nossas mais belas lembranças são histórias distorcidas pelo tempo. (Skoob)
PEARSON, Mary E. The Kiss of Deception. DarkSide Books, 2016. 406 p.


Apesar de não ler muito do gênero, gosto demais de um bom livro de fantasia, principalmente quando há uma mistura de romance, mistério e aventura no meio. Eu tinha certeza que ia adorar The Kiss of Deception, mas a leitura me surpreendeu mais que o normal. Claramente caí em todas as armadilhas preparadas pela Mary E. Pearson e eu simplesmente adorei esse fato. 

A essa altura todo mundo já deve saber que a trama gira em torno de Lia — mais especificamente princesa Arabella Celestine Idris Jezelia, Primeira Filha do reino de Morrighan. Acontece que, justamente pelo fato de ser uma Primeira Filha, acabou sendo amarrada em um casamento arranjado unicamente por questões políticas e é claro que esse não é nem um pouco o seu desejo. No dia do casamento, Lia junta seus pertences mais preciosos e foge para Terravin junto com Pauline, sua fiel amiga. 

Pouco depois de sua chegada, surgem dois homens totalmente estranhos no vilarejo. O que Lia nem imagina é que um deles é o príncipe com quem devia ter se casado e o outro um perigoso assassino enviado por Venda, um dos reinos inimigos, para matá-la. A principal sacada da autora foi não deixar claro quem é o príncipe e quem é o assassino e sim, caí totalmente na estratégia dela. Confesso que o início do livro é um pouco lento, mas aproximadamente da metade para o final a história dá uma guinada e é impossível parar de ler até terminar.

"As verdades do mundo desejam ser conhecidas, mas elas não se forçam sobre a gente como as mentiras fazem. Elas vão nos cortejar, sussurrar para nós, brincas por trás de nossas pálpebras, deslizar para dentro de nós e aquecer nosso sangue, dançar ao longo de nossas colunas e acariciar nossos pescoços até que a pele fique toda arrepiada."

Um dos pontos altos do livro é a própria protagonista. Desde o início Lia se mostra guerreira e certa do que quer. Prova disso é fugir do seu casamento, sabendo que colocaria o reino em risco — quero deixar claro que eu faria a mesma coisa, ninguém é obrigado a casar com uma pessoa que nem ao menos conhece. Apesar de ser um pouco ingênua, Lia amadurece bastante com o passar do tempo e certamente continuará crescendo no decorrer da saga. Para falar a verdade, todos os personagens femininos do livro são marcantes a sua maneira. 

O príncipe e o assassino obviamente são apaixonantes e o fato de você não saber identificá-los provavelmente deixará o leitor animado, mas ao mesmo tempo com o pé atrás — pelo menos foi o que aconteceu comigo. Há quem diga que o público alvo do livro é o feminino. Pode até ser verdade, mas tenho certeza que a história agradaria até mesmo os leitores mais críticos. Também há todo um mistério ao redor do Dom, que é como se fosse um sexto sentido que passa para todas as Primeiras Filhas. O cenário medieval é outro ponto positivo. 

A arte de The Kiss of Deception é totalmente maravilhosa, assim como todos os livros da DarkSide. Eu simplesmente não vejo a hora de ler a continuação da história, principalmente para saber o que acontece com Pauline, que acabou se tornando a minha personagem preferida na trama. A única coisa que eu tenho para dizer é que já me viciei nessa história apenas no primeiro livro e mal posso esperar para ver o que Mary E. Pearson está preparando para nós.

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Leituras do Mês: Novembro

Dezembro chegou, com todas as suas expectativas para festas de fim de ano e início de novo ano. Coisa boa! rsrs Eu adoro essa época, principalmente porque o verão chega junto com isso tudo.

Já estou vendo algumas tags e postagens legais sobre fim de ano em alguns blogs e estou pensando em fazer por aqui, espero conseguir organizar tudo.

Voltando a novembro, consegui finalizar cinco leituras, todas elas ótimas. O primeiro livro do mês foi Belgravia, que recebi em parceria com a Editora Intrínseca. A história é ótima, mas eu ainda não consegui postar a resenha.

Em seguida li A maldição da pedra, para resenha no blog Roendo Livros. A resenha já está disponível por lá e, quando puder, libero aqui também.

O terceiro livro do mês foi À Sua Espera, da Editora Arqueiro. Não tinha lido nada da Abbi Glines até então, e o livro teve alguns pontos altos e baixos, mas no geral eu gostei da leitura. A resenha pode ser lida aqui.

Li também Uma canção de ninar, que achei meio bobinho, mas com um final muito fofo e que compensou a leitura. Devo publicar a resenha ainda esta semana.

O mês foi finalizado com A filha perdida, também da Editora Intrínseca, um livro bem diferente do que eu imaginava, mas que eu gostei bastante de ler. A resenha está disponível neste link.

E vocês? O que leram em novembro? E quais são as perspectivas para o último mês do ano?

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Caminho das águas - Eva Zooks

Sinopse: O que fazer quando a vida está ligada a um segredo? Quando todas as decisões conduzem a um caminho desconhecido e misterioso? Anne é uma historiadora obcecada por um tema em particular: a história de um homem que visita seus sonhos desde a adolescência. Ethan Brown, um soldado condecorado da guerra da Secessão. Mas que estranha relação existe entre ela e alguém que viveu em 1864? É isso que Anne terá a oportunidade de descobrir ao ser convidada por Henry Starre, um rico colecionador de obras de arte, para passar uma temporada em Maryland e conhecer de perto o local de suas pesquisas. (Skoob)
ZOOKS, Eva Caminho das águas. Ler Editorial, 2016. 184 p.


Os dois personagens principais de Caminho das águas possuem várias características semelhantes, entre elas a determinação, teimosia e o fato de serem assombrados pelo sonho de um soldado morto na Guerra da Secessão, ocorrida entre 1861 e 1865 nos Estados Unidos. Os acontecimentos do sonho acontecem na região de Maryland, no que ficou conhecido como a Batalha de Antietam, no dia 17 de setembro de 1862, e que se tornou a batalha mais sangrenta da Guerra Civil Americana e de toda a história dos Estados Unidos.


No início da história, Anne não consegue mais conduzir sua vida sem descobrir o motivo de sonhar com Ethan Brown, o tal soldado que viveu dois séculos atrás. Para isso, ela começa uma pesquisa atrás de pistas que revelem quem realmente era Ethan. É assim que ela conhece a família Starre, cujo patriarca viúvo, Henry, é um colecionador de obras de arte, que promete a Anne ter os meios necessários para que ela desvende esse mistério.


Henry tem dois filhos homens: James, o mais velho, que é arredio, reservado e mantém Anne afastada com seu jeito rude; e Ronald, o caçula, que é o contrário do irmão, mas por quem mantém um amor e uma lealdade que comove.

Embora Anne e James se estranhem no início, fica logo claro a paixão que um nutre pelo outro. E a descoberta de que James tem o mesmo sonho de Anne, acaba criando um laço para que descubram o motivo desse martírio.


Já Ronald é um personagem à parte. O amor, amizade e cumplicidade que ele tem com o irmão mais velho é comovente. Na verdade é como se tivessem papeis trocados, uma vez o Ronald é mais protetor e maduro do que James. Inclusive, a continuação de Caminho das águas tem Ronald como personagem principal.

O romance de Anne e James é convincente e, aos poucos, ganhamos simpatia pelo casal e torcemos para que fiquem juntos. Como este é o primeiro volume, muita coisa fica por explicar. Mesmo assim é um início promissor, que prendeu minha atenção e me deixou ansioso pela conclusão.

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Top Comentarista - Dezembro


Dezembro é mês de festas, e aqui no Conjunto da Obra teremos muitos prêmios este mês. Tem promoção de Dez formas de fazer um coração se derreter de A Química com inscrições abertas neste início de mês, então corram e se inscrevam, que ainda dá tempo! Também tem Promoção de Natal, com livros incríveis!

Por ser uma época tão comemorativa, o prêmio do Top Comentarista de Dezembro também será um pouquinho diferente! O ganhador receberá um vale presente do Submarino, no valor de R$25,00, para gastar como quiser e usar para comprar aquele livro desejado há tanto tempo! O que acham?

As regras serão as mesmas de sempre:

Para se inscrever é preciso:
  • Seguir o Conjunto da Obra pelo Google Friend Connect (clicar em "Participar deste Site" na barra lateral direita)
  • Ter endereço de entrega em território Brasileiro.
  • Preencher o formulário abaixo.
  • Comentar em todos os posts publicados no mês de dezembro, incluída a resenha de A Filha Perdida, exceto os de lançamentos de novas promoções.
  • Seguidas todas as regras iniciais, para participar, basta preencher a primeira entrada do formulário. A primeira entrada confirma sua participação no Top Comentarista, enquanto as demais constituem chances extras, sendo opcionais.
  • Serão considerados válidos os comentários nas postagens do mês de dezembro se feitos até o dia 1º de janeiro. Ou seja, será concedido um dia a mais para que os participantes consigam comentar nas últimas postagens do mês.
  • O participante deve fazer comentários válidos, que demonstrem que a postagem foi lida. Não adianta dizer que está curioso para conhecer a história, isso não é suficiente, e o participante será desclassificado.
  • O vencedor será definido por sorteio, dentre os participantes que comentarem em todas as postagens do mês. Apenas depois de feito o sorteio será conferido se o sorteado comentou em todas as postagens do mês. Caso essa regra não seja cumprida, o mesmo será desclassificado, e um novo sorteio será realizado.
  • O sorteado será contatado por email, tendo o prazo de 24h para fornecer seus dados. Caso não envie resposta no prazo, será realizado novo sorteio.
  • O prazo para envio dos prêmios é de 60 dias após o recebimento dos dados dos vencedores.
  • O Conjunto da Obra não se responsabiliza por extravio ou atraso na entrega dos Correios. Assim como não se responsabiliza por entrega não efetuada por motivos de endereço incorreto, fornecido pelo próprio ganhador e o livros não será enviado novamente;
  • A Equipe do Conjunto da Obra se reserva ao direito de dirimir questões não previstas neste regulamento.
  • Esta postagem também conta para o Top Comentarista.

É isso pessoal, conto com a participação de vocês.

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