Seleção de Resenhistas



Alguns de vocês já devem ter visto no Facebook ontem: decidi aumentar um pouquinho a equipe do blog e estou selecionando novos resenhistas.

Para os que têm interesse em participar, peço que preencham o formulário abaixo ou neste link com as informações mais básicas para que eu possa ver quem tem ou não o perfil do blog. Também peço informações sobre outros trabalhos ou textos para que seja possível analisar o estilo de escrita. Algumas outras informações também podem ser relevantes, mas provavelmente conversarei com os candidatos por e-mail antes de tomar uma decisão definitiva, ok?

O trabalho realizado será não remunerado, mas sempre que possível enviarei alguns brindes, mimos e, também quando possível, livros, como forma de agradecer e recompensar aquele que dedicar seu tempo a este espaço.

As inscrições estarão abertas até o dia 09/09. Os critérios de seleção serão a ortografia e a construção textual, além de alguns critérios subjetivos quanto ao perfil necessário para escrever no blog. Espero encontrar pessoas responsáveis e comprometidas, que façam com carinho o que se propõem a fazer.

Tentarei divulgar o resultado até o dia 15/09. Conto com vocês! Compartilhem, inscrevam-se e avisem os amigos ;)


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Arena 13 - Joseph Delaney

Sinopse: Leif tem uma única ambição: tornar-se o melhor lutador da famosa Arena 13. Lá, os espectadores apostam em qual lutador vai derramar sangue primeiro. E, em ajustes de contas, apostam em qual lutador vai morrer. Mas a região é aterrorizada por Hob, um ser maligno que se deleita torturando a população e exibe o seu poder devastador desafiando combatentes da Arena 13 a lutas até a morte quando bem entende. E isso é exatamente o que Leif quer, pois ele conhece bem os crimes de Hob. E, no cerne da sua ambição, arde o desejo de vingança. Leif procura revanche contra o monstro que destruiu a sua família. Mesmo que isso lhe custe a vida. (Skoob)

DELANEY, Joseph Arena 13. Editora Bertrand, 2016. 320 p.

Assim como em sua série mais famosa, As Aventuras do Caça-feitiços, Joseph Delaney apresenta vários monstros conhecidos com uma roupagem nova. Mas ele não faz isso com displicência. Ele faz com uma competência sem igual. E consegue que essas mesmas criaturas sejam mais apavorantes do que as originais.

Em Arena 13, ele vai bem além. Ele cria um mundo que não chega a ser distópico, uma vez que ele é nosso mundo, mas no futuro. Algo aconteceu e destruiu toda a civilização. Não existem mais máquinas, nem cidades com seus prédios, nem nada. O ser humano foi jogado nas trevas medievais, onde só consegue aproveitar certas partes da tecnologia.

Leif é um jovem órfão que chega à cidade de Gindeen com o plano de lutar na Arena 13 e vingar a morte dos pais pelas mãos do Hob, uma criatura que aparece de vez em quando para desafiar os lutadores. Ninguém sabe quando o Hob vai aparecer, mas sabem que isso só acontece na Area 13. Para conseguir vencer, Leif tem um cartão que permite que seja treinado por Tyron, o mais competente e famoso treinador da arena.

"Os borlas se juntaram ao redor do cadáver da garota, mas um deles, que estava na beirada do grupo, subitamente levantou a cabeça. Seu rosto era tão descarnado, que parecia quase uma caveira, com buracos ocos e pretos no lugar dos olhos. Ele dava a impressão de estar nos fitando diretamente."

Tyron leva Leif para morar com ele, como faz com todos os aspirantes a lutadores, e Leif conhece e se apaixona por Kwin, a filha de Tyron, exímia lutadora, mas que não pode competir na arena por ser uma garota. Os dois começam uma relação de amizade, que muitas vezes coloca em risco a permanência de Leif como aluno de Tyron, além de também colocar sua vida em risco.

Leif e Kwin funcionam como casal até certo ponto. Não fica claro se Kwin gosta de Leif, ou se o usa quando precisa. Em diversas partes da história, a vida de Leif é colocada em risco por caprichos de Kwin, que não mede consequências para suas ações e nem para quem vive com ela. Talvez, por isso, não consegui sentir simpatia pela personagem. Já Leif age como todo adolescente e baba pela garota bonita.

Aos poucos, conforme Leif demonstra como pode ser tornar um dos melhores lutadores que já passou pela Arena, conhecemos todo o terror que o Hob representa, bem como as criaturas que ele comanda. Também aprendemos como as lutas funcionam com o uso de lacs, criaturas que parecem humanas, mas que podem ser programadas para obedecer ordens e auxiliar os lutadores nas arenas.

Os detalhes fornecidos por Delaney para as lutas com o uso dos lacs são muitos, mas todos têm suas funções para entendimento de como funcionam as lutas. No início do livro, temos um manual das regras dentro da arena; e no fim do livro, temos um glossário. Isso acaba sendo indispensável para o leitor.

Vários detalhes são obscuros e não são explicados neste primeiro volume. Como o mundo ficou daquela forma? Como o Hob, após ser morto, consegue voltar à vida com um corpo igual ao que perdeu? Por que ele precisa sugar o sangue de mulheres? Como ele comanda as outras criaturas? Por que o hob e os lacs foram criados pelos militares? Os lacs podem pensar por eles próprios? O que existe além da grande muralha que separa o mundo onde Leif mora? Quem vive além dela?

Enfim, são muitos os mistérios que prometem ser revelados com o avançar da série. E Delaney esconde as respostas de forma a deixar o leitor ávido para conseguir ler os próximos volumes. Eu estou. Muito!

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Caçadores de Trolls - Guillermo Del Toro & Daniel Kraus

Sinopse: Uma história de terror criada por um dos artistas mais visionários da atualidade.
O estilo inconfundível e marcante de Guillermo del Toro, sempre envolvendo universos mágicos, criaturas fantásticas e histórias espantosas, está presente em toda a sua obra como cineasta, roteirista, produtor e autor. Em Caçadores de trolls, ele presenteia os leitores com uma história sombria e de dar arrepios, com ilustrações capazes de nos transportar para um mundo paralelo apavorante.
Jim Sturges é o típico adolescente na cidade de San Bernardino: tem um pai superprotetor, um melhor amigo meio desajeitado e uma paixão platônica por uma menina que nem sabe que ele existe. Mas isso tudo muda quando um mistério de décadas ressurge, ameaçando a vida de todos os moradores da entediante cidadezinha. Junto com um grupo de heróis improváveis, Jim terá que enfrentar monstros com um gosto especial por carne humana.
Um livro sobre os medos e criaturas que se ocultam onde menos se espera. (Skoob)

Livro recebido em parceria com a Editora
DEL TORO, Guillermo. KRAUS, Daniel. Caçadores de Trolls. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2015. 340 p.

Conheci a escrita de Guillermo Del Toro há alguns anos atrás, quando li Noturno. Naquela ocasião, fiquei hipnotizada pelo enredo aterrorizante e envolvente criado pelo autor; a leitura foi incrível, mas me deixou sem coragem de ler os volumes seguintes da Trilogia da Escuridão.

Caçadores de Trolls, em coautoria com Daniel Kraus, veio em boa hora. Monstros embaixo da cama? Sim, eles existem. Comedores de crianças? Aham. Bonitinhos? Nada disso. A sinopse prometia uma história de terror, mas resolvi arriscar por envolver personagens mais adolescentes, então não deveria ser tão assustador assim, não é verdade? Definitivamente, está longe de ser fofinho, para se dizer o mínimo, mas não chegou a ser assustador.

Isso não quer dizer que o enredo não possua todas as características próprias do autor. A excelência da criatividade está ali, com seres mitológicos e submundos compreendidos em descrições extremamente cruas e detalhistas a ponto de deixar um leitor mais sensível com o estômago totalmente embrulhado. Tudo disputando espaço ainda com a vida comum dos personagens, os dramas e romances adolescentes e algumas batalhas diárias com os grandalhões da escola.

O mais encantador do livro é exatamente essa mistura entre opostos. O delicado e o bruto, o belo e o feio, a força e a fraqueza, o medo e a coragem. Há conflitos desse tipo por toda a parte, e os autores mostram que não é preciso eliminar um polo para que o outro prevaleça. RRRÁÁÁ, para mim, foi o exemplo mais nítido disso, uma troll pura força bruta e de tamanho assustador que tinha uma delicadeza sem igual.

A obra é toda intercalada por ilustrações das cenas principais, feitas por Sean Murray, que trouxeram a magnitude daquilo que os autores quiseram retratar. Além de serem visualmente atrativas (e devo destacar aqui a bela composição feita pela Editora Intrínseca), contribuem para mergulhar o leitor naquele universo único que faz parte da trama.

Muito mais do que um terror, a obra é repleta de aventura, cenas de luta e ação. Existem intensidade e dinamicidade nos acontecimentos que tornam a leitura rápida e gostosa. Trata-se de uma trama jovem e com preceitos aparentemente bobos, mas foi com seriedade que os seres míticos ganharam vida nas páginas de Caçadores de Trolls, tornando-a apta a ser conhecida por leitores de quaisquer idade.

O livro deve ganhar uma versão animada, com previsão ainda para 2016, por meio da parceria entre Del Toro, o estúdio Dreamworks e a Netflix. Espero que chegue logo ao streaming, porque estou mais do que curiosa para assistir.



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Tag: Totalmente Desnecessário


A Antonia, do blog Ler é Literário me indicou a Tag Totalmente Desnecessário, e hoje vou respondê-la para vocês.

A Tag foi criada pelo canal ReadLikeWildfire e foi traduzida pelo canal All About That Book e consiste em contar o que você acha totalmente desnecessário no mundo literário.

1. Totalmente desnecessário ter uma continuação?


A resposta da Antonia foi a mesma, mas eu tenho que concordar com ela. Quero deixar bem claro que não é que eu não gostei de Depois de Você, porque eu gostei, mas, como eu comentei na resenha, não consegui visualizar a Lou do primeiro livro no segundo, o que me deu a sensação de ser uma história inteiramente nova.

2. Totalmente desnecessário ter mais de um ponto de vista?


A série Bruxos e Bruxas, na verdade, é inteira desnecessária. O primeiro livro até enganou, mas a partir de O Dom a série começou a se mostrar rasa. A narrativa pelo ponto de vista dos dois irmãos, Whit e Wisty, deixa tudo ainda mais rápido e superficial.

3. Totalmente desnecessário ter uma capa igual à original?


A história de A Hospedeira é boa. Pelo menos eu achei, na época que li. Mas duas coisas reduzem seu alcance: o preconceito por ser obra da Stephenie Meyer (gente, tem nada a ver com vampiro não!) e a capa. Neste caso, não precisava manter a capa original.

4. Totalmente desnecessário ter um triângulo amoroso?


A série House of Night tinha uma história original e interessante. Li até o oitavo volume, Despertada, mas os conflitos começaram a se arrastar e não sei mais se a série chegou a ser finalizada. Uma das coisas que me irritava na série era a piriguetagem sem fim da protagonista, Zoey, que não formava somente um triângulo amoroso, mas um quadrado, um polígono, sei lá. Eram vários. Eu até gostava do Health, mas os outros eram desnecessários.

5. Totalmente desnecessário ter esse livro adicionado a série?


Sou fã incondicional da escrita da Richelle Mead e em especial da série Academia de Vampiros, então admitir isso aqui é dolorido; por isso, respeitem. rsrs. Eu adorei Promessa de Sangue, assim como gostei dos outros livros da série, mas quando penso friamente, depois desse tempo todo da leitura, o livro poderia ser excluído da série e faria pouca falta. Ele não acrescenta muita coisa à história, e trata de um momento em que Rose, a protagonista, deixa São Vladimir e Lissa para trás e parte para a Sibéria. Personagens novos surgem, as aventuras são outras e, no fim, tudo volta ao status anterior. Friamente: totalmente desnecessário. Como fã: deixa o livro aí, oras!

6. Totalmente desnecessário ter um cliffhanger?
(O que é um cliffhanger?? Conhecido popularmente como "Gancho", nada mais é do que aquela surpresa bombástica, que você não esperava no final, que te faz querer o próximo livro, para enfim saber o que acontece com o(a) mocinho(a).)


Meu Romeu e Minha Julieta na verdade não têm um cliffhanger, isto é, um final chocante que faça querer ler a sequência. Escolhi os livros para essa resposta porque, na verdade, os dois contam a mesma história, e o segundo começa exatamente no ponto em que o primeiro começou, tanto que poderiam ser apenas um único livro. Meu Romeu nem tem um final decente, ele termina no meio da história e é meio frustrante de ler se não tiver o segundo já em mãos.

7. Totalmente desnecessário ter somente um ponto de vista?


A série A Rainha Vermelha é narrada em primeira pessoa pela protagonista Mare, e em muitos momentos eu gostaria de ver por outro ponto de vista além do dela. A história é cheia de personagens complexos e surpreendentes que mereceriam alguns aprofundamentos. Os contos Canção da Rainha e Cicatrizes de Aço, por exemplo, suprem algumas das necessidades e contam partes do enredo por outros pontos de vista. Mas eu queria conhecer melhor Maven e Cal. Se bem que as grandes surpresas da história estão diretamente relacionados a não saber o que se passa na cabeça dos príncipes...

8. Totalmente desnecessário ficar comparando um livro com outro?

Pula! Não consigo lembrar de algum que seja comparado ;)

9. Totalmente desnecessário ter lido?


Infelizmente, Tony & Susan. A trama tinha tudo para ser muito boa, mas não foi, e mesmo que a leitura tenha se arrastado desde o começo, eu me esforcei para chegar ao final esperando que algo me surpreendesse. Não aconteceu, e a sensação foi de perda de tempo.


Quem quiser fazer a tag, fique à vontade! É um bom jeito de desabafar, literalmente falando.

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Anna Vestida de Sangue - Kendare Blake

Sinopse: Cas Lowood herdou uma vocação incomum: ele caça e mata os mortos. Seu pai fazia o mesmo antes dele, até ser barbaramente assassinado por um dos fantasmas que perseguia. Agora, armado com o misterioso punhal de seu pai, Cas viaja pelo país com sua mãe bruxa e seu gato farejador de espíritos. Juntos eles vão atrás de lendas e folclores locais, tentando rastrear os sanguinários fantasmas e afastar distrações, como amigos e o futuro. Quando eles chegam a uma nova cidade em busca do fantasma que os habitantes locais chamam de Anna Vestida de Sangue, Cas espera o de sempre: perseguir, caçar, matar. Mas o que ele encontra é uma garota envolta em maldições e fúria, um espírito fascinante, como ele nunca viu. Ela ainda usa o vestido com que estava no dia em que foi brutalmente assassinada, em 1958: branco, manchado de vermelho e pingando sangue. Desde então, Anna matou todas as pessoas que ousaram entrar na casa vitoriana que ela habita. Mas, por alguma razão, ela poupou a vida de Cas. Agora ele precisa desvendar diversos mistérios, entre eles: Por que Anna é tão diferente de todos os outros fantasmas que Cas já perseguiu? E o que o faz arriscar a própria vida para tentar falar com ela novamente? (Skoob)
BLAKE, Kendare Anna Vestida de Sangue. Editora Verus, 2016. 252 p.

Eu sou fã de Os Caça-Fantasmas, Supernatural e Buffy. Então, é impossível, para mim, não gostar de Anna Vestida de Sangue, porque a obra usa o que de melhor tem nesse filme e nas duas séries para construir sua história. Capítulo após capítulo somos levados para acontecimentos que impedem que a leitura seja interrompida. Simplesmente, temos que continuar lendo, e lendo, e lendo, e lendo, até que o livro termina e podemos, finalmente, suspirar... e torcer para que o próximo chegue logo ao Brasil.

Mas não é só a história que empolga. O casal principal, totalmente improvável, conquista assim que aparecem juntos. Cas, o caça-fantasmas (embora ele odeie ser chamado assim, mas que proporciona um momento hilário no meio do livro), chega à cidade para matar Anna, o fantasma de uma garota de 16 anos, que foi morta com um corte na garganta, e cujo assassino nunca se encontrou. Só que ela se mostra muito mais poderosa do que Cas imaginava, e já no primeiro confronto, ele se vê indefeso. E confuso, uma vez que Anna o deixa fugir. E no segundo confronto a mesma coisa. No terceiro, já estavam apaixonados. E é muito, muito fofo como tudo acontece.

"No mesmo segundo, o caronista segura o volante e o puxa para a esquerda. Eu tento manobrar para a direita e piso com força no freio. Ouço o som da borracha raspando no asfalto e, de canto de olho, vejo que o rosto dele se foi. Não há mais a expressão simpática, o cabelo alisado e o sorriso ansioso. Agora ele é apenas uma máscara de pele decomposta e buracos escuros e ocos, com dentes como pedras gastas. Parece estar fazendo careta, mas talvez seja só o efeito da ausência de lábios."

Além dos dois, temos Thomas, um aprendiz de bruxo, que consegue ler mentes; e Carmel, a garota mais bonita do colégio, mas que não segue o estereótipo e se mostra inteligente, fiel e corajosa. Os quatro, Cas, Anna, Carmel e Thomas, formam uma equipe que funciona muito, muito bem. Os planos são construídos em conjunto, com tentativas e erros até que funcionem, o que é muito legal, porque a importância não fica apenas em cima de um personagem. Cada um deles, em certo momento da história, salva o dia e vira herói.

Temos outros personagens, que aparecem menos, mas que têm a sua função dentro do enredo. Nada fica ao acaso e nem está lá para encher páginas. As descrições são suficientes para que o leitor se localize no ambiente, e as ações, lutas, perseguições, magias, destruições, tudo é narrado com muita clareza. E todas são muito boas.

Ah, e temos o vilão. Sim, temos que ter um, uma vez que não é a Anna. Seria esse o ponto fraco da história? Não! Ele, o vilão, mete medo, aparece de surpresa, sem o leitor suspeitar, e dá para sentir um arrepio quando descobrimos que ele faz parte da história desde a primeira página. Não é spoiler, porque você não faz ideia de quem é e nem de onde ele está. Tente descobrir se for capaz.

Confesso que me surpreendi com a agilidade da obra de Blake. É uma aventura de terror que agrada, conquista, e deixa um gosto de quero mais na última página. Tanto, que Anna Vestida de Sangue terá uma adaptação para o cinema, já no ano que vem. Infelizmente, com produção de Stephenie Meyer, autora de Crepúsculo. Vamos dar as mãos e torcer juntos para que Meyer não arrase com uma boa história. Seria um desperdício. ;)

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Conjuntando #62: Julho em Fotos

Como eu comentei no último mês, julho foi cheio de emoções por aqui. Muitas leituras, novidades na vida, e estou tentando recolocar as coisas no eixo. Eu não fazia ideia do quanto é difícil reorganizar uma nova rotina, mas faço isso aos poucos.

Enquanto isso, mostro sempre um pouquinho do que acontece no meu dia a dia lá no Instagram do blog, como as leituras realizadas, alguns mimos que recebo ou algum destaque do que publico por aqui. Vocês já seguem por lá? As imagens publicadas em julho foram essas:

 


De que vocês gostaram mais? Já leram algum dos livros?

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