CABOT, Meg. Quase Pronta. Galera Record, 2008. 288p.Sinopse: Samantha foi convidada a passar o final de semana na casa de campo do seu namorado que não é ninguém menos que o filho do presidente! David tem mil atividades programadas para eles, mas Samantha desconfia que ele a tenha convidado por outro motivo. E, se for verdade, ela não tem certeza se vai estar preparada... (Skoob)
Em A Garota Americana, Sam salvou o presidente e sua vida mudou. Agora ela está namorando o filho dele e acredita que ele quer fazer sexo. Ela acaba dizendo isso em voz alta em rede nacional de televisão e sua vida muda mais ainda.
Claro que salvar o presidente e namorar o filho dele já a deixa famosa, mas imagina então dizer para todo mundo que eles estavam transando (apesar de nem estarem ainda) numa época em que até cantoras pop tinham que fingir ser virgens e quando o sogro dela incentiva a abstinência dos adolescentes como melhor método de se evitar gravidez indesejada e DSTs.
São diversos momentos de vergonha alheia de conversas em família sobre sexo que me fizeram rir muito, principalmente os pais e a empregada repreendendo a Samantha e falando da má influência para a irmã mais nova, e esta respondendo que já sabe tudo sobre o assunto. Afinal, lembrando, ela é superdotada. A mídia também é engraçada, ao mesmo tempo que imprópria e intrometida, fazendo perguntas absurdas como "Vocês fizeram no quarto de Lincoln?" se referindo a um antigo presidente.
Nesse livro, a Sam arrumou um emprego na locadora Potomac. Eu li esse livro em 2008 e ainda frequentava locadoras, mas se vocês forem ler agora, vão ter muita nostalgia. A personagem fazia listas desde o primeiro livro e as desse são muito boas, porque várias são de filmes, e eu sempre volto nelas para ver quais eu já vi e quais quero ver. Na locadora, trabalha uma menina superdescolada que tem cabelo colorido e não mora com os pais, tudo que a Sam sonha em ser. Elas se tornam amigas. É interessante, principalmente porque ela é muito mais experiente que a Sam sobre sexo.
Outra que tenta aconselhar e ensinar algumas coisas é sua irmã mais velha, Lucy, que tem também sua própria história nesse livro. Ela precisa fazer aulas particulares e se apaixona pelo professor. Essa parte é fofa.
Sam continua fazendo aulas de arte e agora tem que fazer pintura de modelos nus, algo que ela tem pavor, ainda mais porque agora está pensando em ter sua primeira vez.
Esse livro é bem criticado. Principalmente porque, quando você chega no final, você vê que não tinha necessidade de tudo aquilo, que foi dramático. Eu concordo, mas até gosto, e não acho que isso seja o bastante para dizer que essa continuação não deveria existir, porque outras histórias, como a da Lucy, foram legais. Na época que eu li, minhas amigas não gostaram do final por um outro motivo: que faltou fechar alguns pontos. Eu concordei, porém gostei mesmo assim, e eu geralmente não gosto quando o final não é muito fechado.



















